quinta-feira, 1 de agosto de 2013

REPORTAGEM-BOMBA DA REVISTA VEJA REVELA: MERCADANTE PROCUROU MICHEL TEMER PARA DERRUBAR GUIDO MANTEGA DO MINISTÉRIO!

Em encontro com o vice-presidente Michel Temer, Mercadante (à dir.) propôs plano para forçar a demissão do colega de partido e ministério Guido Mantega (Foto: revista Veja)
A meteórica queda de popularidade dos governantes não foi a única consequência imediata dos protestos que tomaram as ruas do país há pouco mais de um mês. Eles também desestabilizaram governos e alianças políticas que se mantinham unidos diante da perspectiva -- cada vez mais incerta -- de vitória nas eleições de 2014. Na semana passada, um graduado auxiliar da presidente Dilma Rousseff fez o seguinte diagnóstico: “O clima no governo nunca esteve tão ruim. É um clima de barata voa, muito fogo amigo, ministro atacando ministro, uma situação caótica. Está todo mundo brigando com todo mundo, falando mal de todo mundo”.
O melhor exemplo dessa atmosfera de desentendimento ocorreu na quinta-feira 18, numa reunião entre o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT). Era para ser uma agenda de rotina, mas a conversa trilhou o caminho de uma insólita conspiração que teve como alvo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já devidamente acossado por políticos, empresários e sindicatos devido ao desempenho pífio da economia brasileira.
Com a autoridade de quem desfila pelos gabinetes de Brasília como uma espécie de primeiro-ministro informal de Dilma, e de quem foi conselheiro econômico do ex-presidente Lula, Mercadante propôs o plano para forçar a demissão de Mantega. A estratégia teria de ser posta em prática logo, para que as mudanças ocorressem em setembro. O alvo e o argumento do petista foram escolhidos a dedo. O péssimo desempenho da economia é uma das explicações para a queda vertiginosa de popularidade de Dilma. Nesse contexto, mudar o comando da equipe econômica seria fundamental para que a aliança PT-PMDB tenha chance de vencer a próxima sucessão presidencial.
Fonte secundária: Alozio Amorim 2013
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TOTAL DESCASO E IMPUNIDADE, PARA ESTES POLÍTICOS NÃO EXISTEM LEIS, ONDE VAMOS PARAR??? ELE PRATICOU CRIME E DEVE SER PUNIDO!!!

Ministro mantém aposentadoria do Senado após mudar ano de nascimento para presidir TCU. Senado não abrirá processo formal para rever aposentadoria de Raimundo Carreiro, que alterou sua idade na Justiça depois de obter benefício, 'rejuvenescendo' dois anos. Veja mais em http://bit.ly/131kOdc

Época descobre base de treinamento da guerrilha urbana que atua nas manifestações de rua

Da mesma forma que fizeram os voyeurs de esquerda que desfilaram nus na Câmara de Porto Alegre, os "gladiadores" (é como se intitulam) aprendem táticas de guerrilha urbana, no Mato Grosso, para incendiar os desfiles de 7 de Setembro e o Rock in Rio. A denúncia é de Época.



Leonel Rocha, Época desta semana, descobriu que os bandoleiros de esquerda treinam no Mato Grosso com delinquentes do  MST, dissidentes das Farc e remanescentes dos Tupamaros e COB. Eles se preparam para  meter fogo com bombas molotov no desfile do dia 7 e no Rock in Rio. Leia:

Primeiro, a ONG Defensoria Social espalhou voluntários pelo país para defender

manifestantes presos por vandalismo. Agora, os anarquistas também recebem treinamento de instrutores experientes. Nos fins de semana, os jovens se reúnem em cidades de Mato Grosso para fazer coquetel molotov e escudo de madeirite e produzir líquidos que anulam o efeito do gás lacrimogêneo. Nesses encontros, eles escolhem bancos e empresas multinacionais como alvos de depredação. Participam dessas reuniões os anarquistas Anonymous, Anarcopunk e Acción Directa, ex-militantes do MST, alguns dissidentes das Farc e remanescentes da guerrilha uruguaia Tupamaros e da Central Operária Boliviana. Os próximos atos de vandalismo como ação política estão previstos para o desfile de 7 de setembro e o Rock in Rio.
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BRASIL GASTA R$ 2,33 BILHÕES COM A AVENTURA LULÍSTICA NO HAITI PARA ATENDER OS INTERESSES DO FORO DE SÃO PAULO. QUEM PAGA A CONTA É O POVO BRASILEIRO!

Com razão os soldados da tropa enviada ao Haiti olham para o Lula com olhar de desprezo, como se constata nesta foto.
O governo brasileiro gastou R$ 689 milhões, em valores atualizados, apenas com adicionais salariais para os militares que servem na missão das Nações Unidas no Haiti, no período que vai do início da operação, em 2004, até dezembro de 2012.
O valor, obtido pela Folha em consultas aos comandos do Exército, Marinha e Aeronáutica --com base na Lei de Acesso à Informação--, era desconhecido até então e não integrava os balanços do governo nem de grupos de fiscalização de gastos federais.
Previsto em lei aprovada pelo Congresso, o adicional, que tem o nome técnico de "indenização", funciona da seguinte forma: o militar que é escolhido para participar da operação no Haiti ganha uma remuneração mensal em dólar, paga em espécie, sem prejuízo do vencimento normal que já recebe no Brasil.
Um terceiro-sargento, por exemplo, que recebe no Brasil em média R$ 2.700 líquidos, obtém mais US$ 3 mil (R$ 6.700) mensais pela missão no Haiti --há hoje 231 terceiros-sargentos atuando no país caribenho.
O valor escalonado dos adicionais foi estabelecido em 2004 por meio de lei elaborada pelo governo. As despesas com os adicionais só em 2012 (R$ 106,3 milhões), por exemplo, foram o dobro do desembolsado pelo Exército com o programa "preparo e emprego combinado das Forças Armadas".
Na justificativa enviada ao Congresso quando da aprovação da lei, o então ministro da Defesa, José Viegas, procurou relativizar o gasto, ao dizer que "o custo de uma operação de paz estará, em linhas gerais, limitado aos gastos com pagamento de pessoal no exterior e às despesas com viagens de inspeção, apoio e coordenação".
Segundo Viegas, "os demais custos" seriam "reduzidos ou cobertos pelas indenizações e reembolsos previstos na legislação da ONU para esse tipo de evento".
REEMBOLSOS
O reembolso da ONU ficou muito abaixo dos gastos reais. Em 2004, o Brasil passou a comandar a missão no Haiti como parte da estratégia do governo Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) de buscar apoio internacional para obter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU --o que até hoje não ocorreu.
Com as "indenizações", o gasto total do governo brasileiro no Haiti de 2004 a dezembro de 2012 atingiu R$ 3,04 bilhões, em valores atualizados pela inflação. No mesmo período, a ONU reembolsou o Brasil em R$ 709 milhões, em valores igualmente corrigidos. Assim, o Tesouro brasileiro desembolsou efetivamente R$ 2,33 bilhões.
Em nota à Folha, o Ministério da Defesa afirmou que os reembolsos da ONU "cobrem os custos gerados pelo emprego efetivo da tropa na missão de paz".
"Os custos referentes às fases anteriores e posteriores ao emprego da tropa (mobilização, preparo e desmobilização) são, em geral, arcados pelo país contribuinte, como no caso do Brasil", diz o texto do ministério.
Não há previsão oficial para a saída das tropas brasileiras do Haiti --hoje são 1.120 militares na missão.
Em ao menos duas ocasiões, o ministro da Defesa, Celso Amorim, já manifestou sua preocupação sobre evitar "uma zona de conforto" no Haiti. Em maio último, disse que o Brasil pretende "progressivamente deixar para o Haiti a responsabilidade por sua segurança e pela manutenção da lei e da ordem".

Indagado pela Folha sobre os benefícios da presença brasileira no Haiti, o Exército disse, em nota, que a missão "traz crescente prestígio à política externa e às Forças Armadas brasileiras, aumentando a projeção nacional no cenário mundial". Da Folha de S. Paulo desta terça-feira

MEU COMENTÁRIO: Essa aventura idiota no Haiti faz parte do esquema do Foro de São Paulo que pretende ter um assento para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU. Trata-se de uma ação estratégica que os comunistas já ocupam na OEA, onde o Conselho de Direitos Humanos fecha os olhos para a perseguição de dissidentes em Cuba, Venezuela, Equador e Bolívia.

O protagonismo brasileiro com sua presença no Haiti, interessa ao avanço do comunismo na América do Sul. Esta é a verdade dos fatos e quem arca com essa despesa astronômica é o povo brasileiro, já que os cofres públicos são nutridos com a arrecadação de impostos representados por uma carga tributária violenta.

O responsável por essa gastança no Haiti é o Lula, o chefão e fundador do Foro de São Paulo que, aliás, inicia nesta quarta-feira uma reunião em São Paulo que se estenderá até o próximo dia 4.

Outra parcela de culpa recai sobre os senadores e deputados federais que sempre flertaram com os mensalões e negociaram o apoio a essa histriônica presença brasileira como corpo de segurança internacional no Haiti.

Como se pode constatar na foto acima, Lula estufa o peito passando em revista a tropa brasileira, logo ele, o mentor da Comissão da (in)Verdade cujo objetivo é desacreditar e enxovalhar as Forças Armadas.

E tanto é verdade que os bate-paus do PT dia desses num dos ataques à cidade de São Paulo queimaram as Bandeiras do Brasil e do Estado de São Paulo. 

Concluindo: o governo do PT é um azar, uma desgraça desgraçada que se abate sobre o povo brasileiro.

Um país que não possui nem mesmo esgoto sanitário em suas cidades motivo para doenças como a dengue, febre amarela, diarréia além de outras enfermidades decorrentes da total falta de higiene, não tem as mínimas condições de enviar qualquer tipo de ajuda ao exterior.

O Lula é um fanfarrão, um mentiroso desgraçado, uma pústula!
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RUI FALCÃO, O PRESIDENTE DO PT, CONFIRMA QUE A ONG 'FORA DO EIXO' DO ATIVISTA CAPILÉ FAZ PARTE DA MILITÂNCIA PETISTA.

Em recente entrevista que concedeu ao program Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo, o presidente do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), confirmou que a ONG Fora do Eixo, de propriedade de ativista político Pablo Capilé, está no esquema da militância jovem do PT que atua principalmente nas redes sociais.
O vídeo acima mostra o momento em que Rui Falcão diz estar muito interessado no esquema de Pablo Capilé e cita também os denominados "blogs da esgotosfera", normalmente financiados com publicidade das empresas estatais, como Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, dentre outras, para atacar todos aqueles que não se curvam à ditadura comunista do PT.

No que respeita à ONG Fora do Eixo (veja só o nome da coisa) o site Tribuna da Imprensa revelou que Capilé é que financia a tal Mídia Ninja, equipe que filma todos os protestos de rua que vêm ocorrendo no Brasil. Note-se que a ONG de Capilé, como todas as demais organizações não governamentais, são mantidas com verbas públicas.
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Ibope: protestos derrubam credibilidade das instituições

José Roberto de Toledo | Agência Estado



 
 

Todas as principais instituições perderam boa parte da confiança dos brasileiros após os protestos de junho. Mas, entre elas, nenhuma perdeu mais do que a presidente da República: três vezes mais do que o resto. É o que mostra uma pesquisa nacional do Ibope, chamada Índice de Confiança Social. Feita anualmente desde 2009, a edição de 2013 foi divulgada nesta quinta-feira. Entre 2012 e julho passado, todas as 18 instituições avaliadas pelo Ibope se tornaram menos confiáveis aos olhos da opinião pública. É um fato inédito nas cinco edições da pesquisa. O índice de confiança nas instituições caiu 7 pontos, de 54 para 47, e, pela primeira vez, ficou na metade de baixo da escala, que vai de 0 a 100. Na primeira edição, em 2009, marcava 58. "É uma crise generalizada de credibilidade. Está refletindo o momento do país, os protestos de rua. Já havia uma queda leve nos anos anteriores, mas agora a perda de confiança se acentuou", diz a CEO do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari. Nenhuma instituição passou incólume pela onda de protestos. Dos bombeiros aos partidos políticos, das igrejas aos sindicatos, todas as instituições se tornaram menos confiáveis para a população - inclusive os meios de comunicação, governo federal, prefeituras, Congresso e Judiciário. Uns mais, outros menos. Presidência A confiança na instituição "presidente da República" foi a que mais sofreu. Perdeu 21 pontos em um ano. É três vezes mais do que a perda média de confiança das 18 instituições pesquisadas. Em 2010, com Lula no cargo, a Presidência era a 3º instituição mais confiável, atrás apenas dos bombeiros e das igrejas. No primeiro ano de governo de Dilma Rousseff, seu índice de confiança caiu de 69 para 60. Recuperou-se para 63 no ano seguinte, e despencou agora para 42 - uma nota "vermelha". Em um ano, saiu da 4ª posição no ranking para a 11ª. Nenhuma outra instituição perdeu tantas colocações em tão pouco tempo. O grau de desconfiança em relação à Presidência varia regionalmente. A queda foi pior no Sudeste, onde a instituição desabou de 60 para 34 pontos em um ano. Menos ruim foi no Nordeste, onde caiu de 68 para 54 pontos. Há diferenças entre as classes de consumo: 36 pontos na classe A/B contra 54 na D/E. Para Marcia Cavallari, "a Presidência cai mais por conta da personificação dos protestos". Segundo a diretora do Ibope, havia uma grande expectativa na economia que não se realizou. "Isso acaba se refletindo mais na instituição Presidência". O resultado é ainda mais preocupante para o Congresso e para os partidos políticos. Mesmo sendo os piores do ranking de confiança das instituições, caíram ainda mais: de 36 para 29 pontos, e de 29 para 25, respectivamente. Mantêm-se nos dois últimos lugares da classificação desde 2009. Saúde e Judiciário A confiança no sistema público de saúde sofreu a terceira maior queda, de 42 para 32, e segue na 16ª posição. Daí candidatos de oposição que sonham disputar a sucessão presidencial em 2014 começarem a articular suas candidaturas em torno do tema. A confiança no Judiciário também caiu, de 52 para 46 pontos, mas como as outras instituições caíram ainda mais, a Justiça foi da 11º para a 10º posição no ranking. "O Judiciário havia se recuperado em 2012 por causa do julgamento do mensalão", lembra a CEO do Ibope. Sinal de que nem toda queda é irreversível. "Reversível sempre é, desde que ocorram mudanças perceptíveis, concretas para que essa credibilidade seja recuperada", avalia.

Link:

http://atarde.uol.com.br/politica/materias/1522769-ibope-protestos-derrubam-credibilidade-das-instituicoes


A bagunça vai se instalando




Editorial
 O Estado de S.Paulo

As manifestações que começaram no mês de junho não só perderam envergadura, como se tornaram mais raras, mas os atos de vandalismo promovidos por pequenos grupos, que nelas se infiltram, continuam com o mesmo ímpeto.

Muitas vezes eles agem sozinhos, sem buscar a cobertura da grande maioria dos manifestantes pacíficos. Como não são reprimidos pela polícia - ou só o são, e ainda assim de forma tímida, quando sua violência ameaça escapar a todo controle -, sua ousadia vem num crescendo.

Eles voltaram a atacar na sexta-feira, deixando em São Paulo um rastro de destruição por onde passaram e, no Rio, amedrontando peregrinos reunidos à noite na Praia de Copacabana, onde se realizava um show promovido pela Jornada Mundial da Juventude.

Na capital paulista, a manifestação - em apoio aos jovens que no Rio protestam contra o governador Sérgio Cabral - começou pacífica por volta das 18 horas no vão livre do Masp, na Avenida Paulista.

Mas logo desandou, quando entrou em ação um grupo de participantes dos Black Blocks, que se intitulam anarquistas.

Eles ignoraram os apelos dos organizadores da manifestação para que não houvesse vandalismo e logo começaram um quebra-quebra. Depredaram 13 agências bancárias e picharam as Estações Trianon e Brigadeiro do metrô. Os poucos PMs ali presentes assistiram a tudo passivamente. Um tenente disse à reportagem do Estado que a ordem era não intervir.

Quando um manifestante pediu a outro PM que agisse contra os vândalos, ouviu como resposta: "Se você for até a delegacia e identificar (o suspeito de vandalismo) eu levo. Senão, não posso". Os Black Blocks se dirigiram em seguida para a Avenida 23 de Maio, onde usaram um ônibus biarticulado para interromper o trânsito. Só então a PM interveio, liberando o trânsito, e conseguiu dispersar o grupo quando ele retornou à Paulista.

No Rio, dessa vez não houve destruição, mas em compensação o susto foi grande. Cerca de 300 manifestantes, gritando "Fora Cabral" e "Não vai ter Copa", tentaram invadir a área que dá acesso ao palco onde pouco antes estivera o papa Francisco. Os peregrinos reagiram com medo e, se o show que se realizava ali no momento não tivesse sido encerrado antes da hora por causa dos gritos dos manifestantes, favorecendo sua dispersão, eles poderiam ter provocado pânico, com as consequências facilmente previsíveis.

A agressividade crescente desses grupos e o comportamento hesitante da polícia, que só intervém em último caso, quando o mal já está feito, criam uma situação altamente perigosa. Ela combina o medo da população - que, quando não presencia, assiste pela televisão às cenas impressionantes de destruição - com a ousadia dos vândalos, alimentada pela impunidade de seus atos.

A essa altura, nada mais justifica a hesitação e a timidez da polícia. Se a própria maioria dos manifestantes deixa clara sua discordância com a violência, o que os governantes ainda esperam para determinar às forças da ordem que ajam com o rigor que a situação exige? Ao contrário do que afirmaram algumas autoridades policiais, não há dificuldade alguma em distinguir os grupos violentos dos demais manifestantes. Basta ver o que fazem.

A passividade da polícia só se explica pelos receios dos governantes de serem acusados de violentos. O que se exige deles é a firmeza que tem faltado, porque a violência hoje está do outro lado - o dos grupos de vândalos. Nenhum deles - sejam os autoproclamados anarquistas como os Black Blocks, os skinheads, os funqueiros ou os simples bandidos - esconde sua clara adesão aos atos violentos para atingir objetivos tão vagos que a violência em si parece satisfazê-los.

Como o governo pode tolerar isso? Sua omissão só estimula os quebra-quebras e, a continuar assim, é grande o risco de que a situação fuja ao controle nas grandes cidades. Evitar isso, mantendo a ordem, é a atitude mais democrática a ser adotada pelos governantes. A bagunça não combina com a ordem democrática. É o seu oposto.

30 de julho de 2013


Link:

http://resistenciademocraticabr.blogspot.com.br/2013/07/a-bagunca-vai-se-instalando.html