domingo, 1 de setembro de 2013


O VERDADEIRO CHE

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Che Guevara, um dos maiores assas
sinos do mundo, que corrompeu e destruiu a vida de milhares de pessoas, e que apesar disso é considerado uma das grandes fontes de inspiração de famosos intelectuais esquerdistas, pseudo-intelectuias esquerdistas e pseudo-artistas revolucionários.


COM O CHE NO CORAÇÃO

James McCurk, 78 anos, canadense, fazia freqüentes viagens a Cuba, onde traçava à vontade menininhas e menininhos de 3 a 10 anos de idade, sem medo de ser feliz à custa da desgraça alheia. Foi condenado por pedofilia não em Cuba, mas no seu país natal.

LULA x DILMA, QUEM É PIOR?

Supremo mantém pena de 10 anos a Dirceu, apontado como 'chefe da quadrilha'



FERNANDA ODILLA, FILIPE COUTINHO e SEVERINO MOTTA - Folha.com


Apontado como "chefe da quadrilha", o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, não conseguiu reduzir sua pena nesta segunda fase do julgamento do mensalão.

Por 8 votos a 3, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitaram os recursos de Dirceu e decidiram nesta quinta-feira (29) manter a punição de 10 anos e 10 meses de prisão, além de multa de R$ 676 mil.

Pela lei, as condenações acima de oito anos devem ser cumpridas inicialmente em regime fechado. Assim, por ora, o ex-ministro continua condenado a cumprir pelo menos um ano e nove meses da pena em regime fechado, provavelmente num presídio de segurança máxima no interior de São Paulo.

Condenado pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha, Dirceu foi o arquiteto do projeto político que levou o Partido dos Trabalhadores ao poder com a eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002.

Para o presidente do STF e relator do mensalão, Joaquim Barbosa, Dirceu foi "o responsável pelo sucesso da empreitada criminosa".

No recurso, o ex-ministro alegou que o fato de ele ser apontado como chefe do esquema foi usado em dois momentos distintos, para aumentar a punição dele. Ele pediu, assim, redução das penas para escapar do regime fechado.

"A dosimetria [cálculo da pena] foi realizada com extrema profundidade, descrição pormenorizada das circunstâncias que não pesaram negativamente, de modo que a pena foi um reflexo de todas as circunstâncias", afirmou Barbosa, justificando como foi calculada a pena de Dirceu.

Do total da pena aplicada contra Dirceu, 2 anos e 11 meses de reclusão se referem ao crime de formação de quadrilha.

'BIS IN IDEM'

Durante o julgamento nesta quinta, o ministro Dias Toffoli rebateu Barbosa e levantou um ponto em defesa do réu. Ele defendeu uma pena menor para o crime de formação de quadrilha: 2 anos, 5 meses e 22 dias.

"Houve a valorização de um único fato em duplicidade. Na primeira fase, foi valorada negativamente em razão de mando e proeminência no PT e no governo. Na segunda fase, teria o relator se valido as mesmas circunstâncias na agravante. Tal fato, valorado duplamente, em sua essência é o mesmo. O que configura o bis in idem [julgado duas vezes pelo mesmo fato]. O verbo é o mesmo: proeminente atuação", disse Toffoli.

O ministro Ricardo Lewandowski também destacou a desproporcionalidade da pena aplicada à Dirceu, em relação à formação de quadrilha. "Essa dosimetria é totalmente imprestável, não pode ser aproveitada", afirmou o ministro, dizendo que está configurado "um claro erro" na fixação da pena.

"Na corrupção ativa, que reconhecidamente é um crime muito mais grave, a corte caminhou apenas 20% na pena [para agravar] e, na quadrilha, pesou a mão, aplicou outro critério utilizando as mesmas circunstâncias judiciais", completou Lewandowski.

Além de Lewandowski, o ministro Marco Aurélio de Mello também acompanhou Toffoli. "A pena de quadrilha está a merecer conserto. Na quadrilha, se majorou em 75% e na corrupção em 25%. Alguma coisa aí não fecha", disse Marco Aurélio. Os três defenderam acolher o recurso de Dirceu.

Em contrapartida, os ministros Celso de Mello quanto Gilmar Mendes se posicionaram no plenário contra alegações da defesa do réu, argumentando que não houve erro, omissão nem obscuridade na publicação do resultado final do julgamento.

Celso de Mello disse Dirceu foi "autor intelectual, o protagonista" do mensalão. Para ele, o ex-ministro tinha uma "posição eminente do comando na estrutura de poder".

"Na verdade, concebeu, idealizou, comandou, fez executar, praticou ações criminosas voltadas à permanência de um determinado grupo no poder. Uma estrutura voltada à manipulação fraudulenta do Congresso", afirmou.

Para Celso de Mello, Dirceu não se mostrou capaz de atuar com "integridade".

OUTRA CHANCE

A sessão desta quinta-feira faz parte da segunda fase do julgamento, na qual os ministros apreciam os recursos chamados de embargos declaratórios. Nesses recursos, os réus questionam apenas erros e eventuais pontos obscuros e omissões do texto final como resultado do julgamento (acórdão).

Não cabe, na avaliação da maioria dos ministros do STF, discutir nesse momento a redução das penas.

José Dirceu e outros réus, contudo, podem ter uma segunda chance.

Como o placar da condenação de Dirceu por formação de quadrilha foi apertado, ele pode ter direito a um segundo julgamento, chamado de embargo infringente no jargão jurídico.

Se Dirceu for absolvido por esse crime, a pena cairia para sete anos e 11 meses, tirando o chefe do esquema do regime fechado. O STF ainda vai decidir esse o embargo infringente é válido, uma vez que não é previsto em lei desde a década de 1990, mas está no regimento interno da corte.

Além do caso de José Dirceu, o STF já analisou nesta segunda fase recursos de outros 18 dos 25 condenados pelo mensalão. Apenas Marcos Valério conseguiu ver sua multa ser reduzida, em razão de haver dois valores distintos no documento com o resultado final do julgamento do mensalão, o maior da história do STF.

Nesta quinta, os ministros também decidiram manter a pena de Cristiano Paz, ex-sócio de Valério.

Tráfico de órgãos humanos: Mais um "produto" socialista.


            A Sra. Zhang pagou quase 75.000 euros (R$ 225.000 aprox.) a fim de obter em Xangai um fígado para seu marido alcoólatra. Ela não ignora que esse órgão foi tirado de um condenado à morte: “A maioria dos órgãos provém de criminosos e nós o obtivemos por decisão de um tribunal de Justiça”, explicou ela, segundo notícia do jornal Le Monde.
            A esposa de outro paciente do hospital Ruijin acabava de pagar por volta de 36.000 euros por um fígado e também respondeu: “O doutor disse que o órgão era de um prisioneiro”.
            Todo ano há oficialmente na China 10.000 transplantes de órgãos, 65% dos quais, em 2009, provinham de condenados a morte. Um chefe de serviço de um grande hospital de Xangai contou, sob anonimato, que a proporção atingia 80%.
            O regime procura abafar as críticas com anúncios “humanitários” do gênero de classificação eletrônica dos doentes para evitar favoritismos, etc.

            Huang Jiefu, personagem ambíguo, ex-Vice Ministro da Saúde e atual diretor do Comitê Chinês de ‘Doação’ de Órgãos, garante que o governo exige “o consentimento escrito do prisioneiro e de sua família”, mas acenou para uma estranha obrigação do condenado de “devolver sua dívida social” com órgãos.
            É mínimo o número de execuções praticadas na presença de um médico. A Corte Suprema exortou os juízes a aplicar nesses casos uma “justiça misturada com compaixão”. Mas, o que isso quer dizer na China?
            Após a exortação, o número oficial de condenações diminui um terço. Mas os métodos de execução ficaram misteriosos. Os hospitais de Xangai são informados em cima da hora. Quando os médicos podem chegar e ver o condenado, a morte é aplicada num local contíguo ao Tribunal.
            Mas quando o Tribunal “não está equipado”, o condenado é morto numa van especialmente concebida para o “serviço” e parecida com um furgão da polícia.
            A Jinguan Automobiles, empresa fabricante dessas vans-matadouro de homens, respondeu por e-mail: “A respeito da unidade móvel de execução da pena de morte, podemos certamente produzi-la e exportá-la para o exterior. Até o presente, nossos clientes estão constituídos somente por Varas Penais em todos os níveis da China (a Alta Corte de Chongqing comprou uma nova há poucos meses). Nosso modelo SLT 5040XZXE1 (chassi Ford), preço: 87.600 dólares/unidade”.
            Segundo Nicholas Bequelin, da organização humanitária Human Rights Watch, de Hong Kong, essas vans “permitem realizar execuções químicas onde a Justiça não possui competência técnica e também podem servir de locais de detenção num efeito em escala”.
           
            Embora em tese o comércio de órgãos esteja interditado, a obtenção destes depende das amizades do médico na Justiça e de transações financeiras entre os interessados, e, por isso, a mulher de um paciente do hospital Ruijin de Shangai diz que o bom médico se define pelos seus contatos com Varas e Tribunais.
            O cirurgião-chefe de um grande hospital conta que o esquartejamento do corpo é feito às pressas, muitas vezes sem testes sanguíneos, e o próprio médico leva as partes de avião até sua cidade.
            E o atestado de consentimento da vítima exigido pela lei? “Não se pergunta, não se sabe”, reconhece o chefe do serviço citado. “O tribunal representa a lei, nós não temos outra opção senão confiar nele”.

            Nada é feito para que familiares ou advogados possam tomar conhecimento desse consentimento. A vítima deve assinar um papel concedendo a doação. Mas, segundo Liu Changqiu, investigador da Academia de Ciências Sociais de Xangai, “acontece que não há papel ou que o papel é falso”.
            O citado diretor do hospital Ruijin diz ter ouvido falar que “talvez na última hora as vítimas dissessem sim, quem sabe, porque lhes prometeram passar dinheiro a seus familiares”.
            Em certos casos, o supliciado assina antes do veredicto, diz o advogado Zhang Peihong, na esperança de evitar a morte. Para as famílias dos condenados, tudo isso é impossível de ser verificado. Yao Jiaxin, estudante do conservatório de música, atropelou em outubro de 2010 uma jovem em Xi'an (região Centro), tendo sido executado em 7 de junho de 2011.
            Yao Weiqing, pai do rapaz, escreveu em seu microblog que naquele dia “nós aguardamos para identificar seu cadáver, mas a Vara não nos autorizou. Só nos disseram para preparar uma urna para as cinzas. Eu sempre disse a meu filho que eu não doaria seus órgãos”.

            Num outro caso, a família só pôde ver a vítima 30 minutos antes de sua morte; os advogados jamais puderam saber o que aconteceu com seu corpo.

            Achar vendedores de órgãos por Internet é fácil. Eles alegam que querem vender um rim para comprar um iPad ou um iPhone. Mas há riscos de que a história verdadeira seja diferente.

            O governo marxista continua alegando que deseja um sistema puramente voluntário, sem dinheiro pelo meio. Mas os médicos do hospital Ruijin acham isso muito difícil, pois ninguém quer correr o risco de doar voluntariamente algum órgão.


            Mais recentemente, o governo voltou a prometer que proibirá que os órgãos de executados sejam destinados a transplantes. Se acontecer como nas outras promessas, na prática nada mudará, embora no papel alguma coisa possa ficar “para inglês – ou humanitário 'ingênuo' – ver”.
* Francisco Vianna, com mídia internacional.
Link:

Jornal Folha de S. Paulo diz que governo do PT promove "farsa na saúde"

O editorial a seguir é da Folha deste sábado. Leia a íntegra:

O governo federal lançou o Mais Médicos para resolver o problema da falta de profissionais em cidades como Anamã, Barbalha, Camaragibe, Canindé, Cascavel, Coari, Jeremoabo, Lábrea, Nova Soure, Santa Bárbara e Sapeaçu. Nos gabinetes refrigerados do Planalto, porém, talvez não se faça muita conta do que realmente se passa nessas localidades do Amazonas, da Bahia, do Ceará e de Pernambuco. Ou em qualquer outro Estado do Brasil. Como mostrou esta Folha, prefeitos das 11 cidades citadas já demitiram ou pretendem demitir profissionais contratados para substituí-los pelos bolsistas do Mais Médicos. O motivo era previsível: quem paga os R$ 10 mil mensais do programa federal é Brasília. Razão irresistível para alcaides oportunistas se livrarem de despesa sem se indisporem com eleitores. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou há duas semanas que sua pasta monitoraria as prefeituras para impedir essa manobra, tão deletéria para o programa quanto a hostilidade de associações médicas aos bolsistas. A esse respeito, é incompreensível que um profissional cubano tenha sido vaiado e chamado de "escravo". O programa Mais Médicos é uma iniciativa que enfim busca solução para a inaceitável carência de médicos e tenta pôr para funcionar a atenção básica de saúde onde ela se apresenta mais necessária.
Importar profissionais tem sido recurso usual noutros países, e não haveria por que descartá-lo no Brasil. A rejeição a esse expediente resulta de puro corporativismo --a luta por melhores condições de atendimento não muda com a presença desses médicos.Isso não significa, é claro, que o Planalto esteja conduzindo bem todo o processo. Antes o contrário.Encenou-se em Brasília um primeiro ato de prioridade para profissionais brasileiros --formados aqui ou no exterior-- e para os interessados de Portugal e Espanha. Nos bastidores, descortinou-se no segundo ato, eram 4.000 cubanos que se preparavam para adentrar o proscênio. O terceiro ato se abre agora com as farsas municipais, comprovadas em 11 prefeituras. Decerto são representativas de muitas outras Brasil afora. Falta o público descobrir se o governo federal de fato vai desligar essas e outras cidades do programa, como agora promete em tom dramático. Ou, então, se tolerará esse barateamento da saúde pública para não melindrar possíveis aliados nas eleições de 2014.
link:

sábado, 31 de agosto de 2013

Uma decisão que honra a Justiça e o Estado de Direito.

 

Leia AQUI a íntegra da decisão do Juiz da 5ª Vara da Justiça Federal do Maranhão que suspendeu o funcionamento dessa aberração universitária que é o Centro de Difusão do Comunismo instalado na Universidade Federal de Ouro Preto.