sábado, 3 de janeiro de 2015

Bolsonaro alerta: "nós estamos marchando para uma ditadura."

Como fazer Passeatas de Protesto - Olavo de Carvalho

Menino Jesus de presépio é substituído por cabeça de porco





A polícia ainda não encontrou o suspeito, mas lembra que algo semelhante aconteceu a alguns anos atrás

Menino Jesus de presépio é substituído por cabeça de porco
A imensa maioria das cidades americanas apresenta entre o período de Natal e o início no novo ano faz alguma representação do nascimento de Jesus. Parte da tradição cristã, os presépios são uma forma bastante antiga de celebração.
A polícia de Haverhill, no Estado de Massachusetts, está investigando quem roubou a imagem do menino Jesus de um presépio que ficava em frente a uma igreja. Além disso, substituiu a figura pela cabeça de um porco. Para o prefeito James Fiorentini trata-se de uma profanação que apresenta “todos os elementos de um crime de ódio”.
O crime aconteceu logo após o Natal e, de acordo com a polícia, a cabeça do animal parece ter sido cortada recentemente. Os responsáveis não foram identificados. Muitos cidadãos da cidade estão indignados, exigindo uma ação dura.
Além de roubo, caso sejam identificados, os culpados poderão enfrentar acusações por crueldade contra animais.  O estado da cabeça comprova que não é do mesmo tipo que pode ser encontrada em açougues. Além disso, foi cortada nas vésperas do crime, o que pode dar algum tipo de pista sobre sua origem. É possível que seja de alguma fazenda local, acredita o tenente Robert P. Pistone, porta-voz do Departamento de Polícia de Haverhill.
Presépio e a cabeça de porco
O pastor John Delaney, líder da igreja afirma que foi algo “Muito doloroso para a sociedade”.  “Saber que alguém fez isso é realmente chocante.”  Ele explica que os membros da igreja ficaram feridas ofendidos. “Eles estão horrorizados, indignados com este ato”, explicou. Ele diz não saber o que isso significa, se é apenas uma brincadeira de mau-gosto ou faz parte de algum ritual. Com informações de Daily Mail



link:
http://noticias.gospelprime.com.br/jesus-presepio-cabeca-de-porco/



quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

O que a Direita Brasileira deve fazer - pt 4-5

Seqüestrando o cérebro — como funciona a pornografia

Comentário de Albert Mohler
2 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Estamos rapidamente nos tornando a sociedade pornográfica. Durante o curso da última década, imagens explicitamente sexuais se infiltraram lentamente nos anúncios comerciais, no marketing e praticamente em todo vão da vida americana. Essa pornografia de ambiente está agora em quase todos os lugares, desde o shopping mall local ao horário nobre da televisão.
Pelos cálculos de alguns, a produção e venda de pornografia explícita agora representam a sétima maior indústria dos Estados Unidos. Novos vídeos e páginas de internet são produzidos a cada semana, com a revolução digital trazendo um grande número de novos sistemas de distribuição. Toda nova plataforma digital se torna uma oportunidade de marketing para a indústria pornográfica.
O que não é surpresa para ninguém é que a vasta maioria daqueles consumidores de pornografia são homens. Não é nenhum segredo de comércio que as imagens visuais, quer fotos ou vídeos, estimulam muito os homens. Isso não é nenhum avanço novo, conforme atestam antigas formas de pornografia. O que é novo é o acesso em toda parte. Os homens e meninos de hoje não estão olhando para quadros desenhados em paredes de cavernas. Eles têm acesso quase que instantâneo a inumeráveis formas de pornografia numa grande quantidade de formas.
Mas, enquanto a tecnologia tem trazido novos meios para a transmissão da pornografia, o conhecimento moderno também traz uma nova compreensão de como funciona a pornografia no cérebro masculino. Embora essa pesquisa não faça nada para reduzir a culpabilidade moral dos homens que são consumidores de pornografia, ajuda a explicar como o hábito acaba viciando tanto.
Como explica William M. Struthers da Faculdade Wheaton, “Os homens parecem ter sido feitos de tal maneira que a pornografia seqüestra o funcionamento adequado de seus cérebros e tem efeito de longo prazo em seus pensamentos e vidas”.
Struthers é um psicólogo com formação em neurociência e especialidade de ensino nas bases biológicas da conduta humana. No livro “Wired for Intimacy: How Pornography Hijacks the Male Brain” (Programado para a Intimidade: Como a Pornografia Seqüestra o Cérebro Masculino), Struthers apresenta percepções fundamentais da neurociência que fazem uma longa explicação do motivo por que a pornografia é uma tentação grande para a mente masculina.
“A explicação mais simples da razão por que os homens vêem pornografia (ou procuram prostitutas) é que eles são levados a procurar intimidade”, explica ele. O impulso para obter intimidade sexual foi dado por Deus e é essencial para os homens, reconhece ele, mas é facilmente mal direcionado. Os homens são tentados a buscar “um atalho para o prazer sexual por meio da pornografia” e agora acham que dá para se acessar esse atalho com facilidade.
Num mundo caído, a pornografia se torna mais do que uma distração e uma distorção da intenção de Deus para a sexualidade humana. Torna-se um veneno viciador.
Struthers explica:
Ver pornografia não é uma experiência emocional ou fisiologicamente neutra. É fundamentalmente diferente de olhar para fotos em preto e branco do Memorial Lincoln ou olhar um mapa colorido das províncias do Canadá. Os homens são reflexivamente atraídos para o conteúdo de material pornográfico. Como tal, a pornografia tem efeitos de grande repercussão para estimular um homem à intimidade. Não é um estímulo natural. Atrai-nos para dentro. A pornografia é indireta e voyeurística em sua essência, mas é também algo mais. A pornografia é uma promessa sussurrada. Promete mais sexo, melhor sexo, infinito sexo, sexo conforme os desejos, orgasmos mais intensos, experiências de transcendência.
A pornografia “atua como uma combinação de múltiplas drogas”, explica Struthers. Conforme afirma o Dr. Patrick Carnes, a pornografia é “um relacionamento patológico com experiência de alteração do humor”. O tédio e a curiosidade levam muitos meninos e homens a experiências que se tornam mais como vício de drogas do que muitas vezes se admite.
Por que os homens em vez das mulheres? Como explica Struthers, o cérebro da mulher e do homem são feitos de forma diferente. “O cérebro de um homem é um mosaico sexual influenciado por níveis de hormônio no útero e na puberdade e moldado por sua experiência psicológica”. Com o tempo, a exposição à pornografia leva um homem ou menino mais profundamente “numa super-estrada neurológica de mão única onde a vida mental de um homem é fica restrita a uma sexualização excessiva. Essa super-estrada tem inúmeros acessos de entrada, mas muito poucas saídas”.
A pornografia é “visualmente magnética” para o cérebro masculino. Struthers apresenta um exame fascinante da neurologia envolvida, com hormônios de prazer sendo conectados a e liberados pela experiência de um homem vendo imagens pornográficas. Essas experiências com pornografia e hormônios de prazer criam novos padrões na programação do cérebro, e experiências repetidas formalizam a programação.
E então, nunca acaba. “Se eu tomo a mesma dose de uma droga repetidas vezes e meu corpo começa a tolerá-la, precisarei tomar uma dose mais elevada da droga a fim de que tenha o mesmo efeito que tinha com uma dose mais baixa na primeira vez”, recorda-nos Struthers. Por isso, a experiência de ver pornografia e praticá-la cria uma necessidade no cérebro de mais e mais, só para alcançar o mesmo nível de prazer no cérebro.
Enquanto os homens são estimulados pelas imagens sexuais do ambiente ao redor deles, a pornografia explícita aumenta o efeito. Struthers compara isso à diferença entre a televisão tradicional e as novas tecnologias de alta definição. Tudo é mais claro, mais explícito e mais estimulante.
Struthers explica isso com força e persuasão:
Algo sobre a pornografia influencia e arrasta a alma masculina. A influência é fácil de identificar. A forma da mulher nua pode ser hipnotizante. A disposição de uma mulher de participar de um ato sexual e expor sua nudez é sedutora para os homens. A consciência da própria sexualidade, o desejo de saber, experimentar algo como bom brota do profundo lá de dentro. Uma imagem começa a ficar maior em importância quanto mais a olhamos, ganhando força máxima e podendo chegar a um ponto em que nos sentimos como se estivéssemos num caminhão sem freios descendo uma montanha.
“Wired for Intimacy” é um livro oportuno e importante. Struthers oferece perspectivas profundas e estratégicas da neurobiologia e psicologia. Mas o que torna este livro realmente útil é o fato de que Struthers não deixa seu argumento para a neurociência, nem usa a categoria de vício para suavizar a pecaminosidade de ver pornografia.
Os pecadores naturalmente procuram um jeito de esconder seu pecado, e a causa biológica é muitas vezes citada como meio de evitar responsabilidade moral. Struthers não permite isso, e sua perspectiva da pornografia tem base bíblica e teológica. Ele responsabiliza o pecado de ver pornografia naqueles que voluntariamente se tornam consumidores de imagens explícitas. Ele conhece sua audiência — afinal, suas aulas são cheias de estudantes universitários do sexo masculino. O viciado é responsável por seu vício.
Ao mesmo tempo, qualquer compreensão de como o pecado opera seu mal enganador é uma ajuda para nós, e entender como a pornografia atua na mente masculina é um conhecimento poderoso. A pornografia é um pecado que rouba Deus de sua glória no presente do sexo e sexualidade. Há muito sabemos que o pecado faz reféns. Conhecemos agora outra dimensão de como esse pecado seqüestra o cérebro masculino. Conhecimento, como dizem, é poder.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês:http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10020205.html
link:


http://noticiasprofamilia.blogspot.com.br/2010/02/sequestrando-o-cerebro-como-funciona.html

Ex-atriz pornô dá uma mensagem para os homens: parem de ver pornografia ou vocês destruirão suas vidas

HOLLYWOOD, EUA, 7 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Jennifer Case deixou a indústria do sexo três anos atrás pela graça de Deus, diz ela, e a mensagem dela para os homens é muito clara: “Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela”.
Jennifer Case
Numa entrevista para “The Porn Effect” (O Efeito Pornô), Case testifica de sua própria experiência pessoal acerca dos malefícios que a indústria pornográfica provoca nas mulheres envolvidas. Ela diz que ficou traumatizada, oprimida e abusada, e ficou viciada em drogas e precisava de dinheiro da pornografia para continuar tendo condições de comprá-las. Fisicamente ela tinha de lidar com doenças sexualmente transmissíveis: “Tive tantas infecções diferentes o tempo inteiro. Deixei Hollywood porque fiquei muito doente de clamídia. Meu abdome doía tanto que tive de voltar para casa”, disse ela.
A indústria pornográfica é alimentada pelos seus consumidores — eles e seu dinheiro impulsionam o destrutivo negócio — e daí dá para se atribuir os danos feitos a essas mulheres aos consumidores bem como produtores. Contudo, a ex-atriz pornô não guarda amargura contra os homens pela vida passada dela. Ela possui um discernimento profundo da natureza viciadora da pornografia e diz que compreende que só com a ajuda de Deus os homens conseguem sair do vício, assim como foi com a ajuda de Deus que ela deixou essa indústria.
“Homens, Deus ama vocês! Eu amo vocês também e sempre orarei por todos vocês, para que as cadeias sejam quebradas”, diz ela. “Você é escravo da pornografia tanto quanto qualquer atriz pornô. Se você está vendo pornografia ou está viciado à pornografia, você está tentando encher um vazio dentro de você que só Deus pode preencher. Toda vez que você olha pornografia, você está aumentando o vazio, e você destruirá sua vida”.
Ela diz que a pornografia é “maligna” e “é uma droga, veneno e mentira”.
“Se você pensa que poderá guardá-la no escuro, Deus a tirará para fora, para a luz, para deter você e curar você”.
Num apelo muito franco, Case concluiu a entrevista dizendo: “Essas mulheres são preciosas e merecem ser amadas exatamente como vocês merecem. Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela. Em toda pornografia existe a filha de alguém. E se fosse a sua filhinha? Você pode realmente estar ajudando na morte de alguém! Atores e atrizes pornôs morrem o tempo todo de AIDS, overdoses de drogas, suicídios, etc. Por favor, parem de olhar pornografia”.
Veja a entrevista completa aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

link:
http://noticiasprofamilia.blogspot.com.br/2011/01/ex-atriz-porno-da-uma-mensagem-para-os.html

99 por cento das músicas nas paradas de sucesso são “pornografia sutil”

Hilary White
LONDRES, Inglaterra, 20 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Embora os líderes religiosos tenham estado avisando acerca dos efeitos morais no cenário da moderna música popular há décadas, agora até mesmo alguns líderes da indústria musical estão expressando suas preocupações. Hoje o produtor musical Mike Stock disse para os meios de comunicação britânicos que ele crê que a cultura popular está “sexualizando” as crianças.
“A indústria musical foi longe demais. Não é sobre eu ser antiquado. É sobre manter valores que são importantes no mundo moderno. Nesta época, você não consegue assistir às estrelas modernas — como Britney Spears ou Lady Gaga — com uma criança de dois anos”.
“Noventa e nove por cento das listas de músicas de sucesso é música popular e 99 por cento disso é pornografia sutil”, acrescentou ele.
Stock é membro do trio dos “legendários” produtores musicais que constituem Stock Aitken Waterman, cujas propriedades de talentos têm incluído Cliff Richard, Debbie Harry, Donna Summer, La Toya Jackson e Kylie Minogue. O trio foi uma das mais bem sucedidas parcerias de composição e produção de músicas na história do negócio das músicas, com mais de 40 das 100 paradas de sucesso da Inglaterra, e ganhando uma fortuna estimada em 60 milhões de libras.
Stock disse para o jornal Daily Mail, “As crianças estão sendo forçadas a virar adultas numa fase em que são novas demais. Olhe para os vídeos. Eu não ia querer, por necessidade, que meus filhos pequenos assistissem a esses vídeos. Com certeza eu ficaria envergonhado de ficar sentado ali com minha mãe”.
Na Inglaterra “Hit Parade”, a primeira lista de vendas de discos ingleses no começo da era da música popular, foi publicada em novembro de 1952, e era medida pelas vendas de partituras musicais. A primeira música número 1 na Hit Parade da Inglaterra foi “Here in My Heart” (Aqui está o meu coração) de Al Martino, o “cantor romântico popular” e ator ítalo-americano que é também conhecido por sua atuação como personagem Johnny Fontane no filme “The Godfather” (O Poderoso Chefão) de 1972.
Nesta semana, a Rádio BBC 1 declarou em reportagem que a posição número 1 na Inglaterra estava sendo mantida pelo cantor de rap Tramar Dillard, mais bem conhecido por seu nome artístico “Flo Rida”, por sua composição musical de rap “Club Can’t Handle Me” (O clube não consegue me suportar). A música, feita em grande parte em duas notas da escala musical, inclui um vídeo em que uma multidão frenética de frequentadores de clube noturno sai do clube tempestivamente e vai para as ruas, destruindo um loja de esquina e terminam fazendo giros numa lavandeira automática.
A amplamente criticada música de Lady Gaga “Alejandro” caiu para número 22 na lista das músicas mais populares. O vídeo apresenta Lady Gaga, exibida em peças íntimas bem curtas e traje debochador de freira, simulando sexo sadomasoquista e engolindo um rosário. Mostra também uma equipe de dançarinos seminus simulando atos homossexuais, temas que são tão comuns que estão começando a ser considerados ultrapassados na cultura popular britânica.
“Antes de as crianças chegarem a colocar o pé na escola, elas já têm todas essas imagens — os vídeos populares e jogos de computador como Grand Theft Auto — as confrontando, e os pais não conseguem impor controle”, continuou Stock.
Ele respondeu às preocupações dos pais produzindo o que ele chamou de “programa dirigido à família”. O “Go! Go! Go! Show” é um programa de música popular e danças realizadas por cantores quase adolescentes que está recebendo críticas positivas em Londres.
Brian Clowes, diretor de pesquisas da organização pró-vida e pró-família Human Life International, expressou surpresa que haja ainda alguém que “não creia que a indústria musical corrompa os valores morais, sexualize as meninas e desrespeite as mulheres”.
Tais pessoas, ele disse para LSN, “deveriam simplesmente visitar o YouTube e selecionar qualquer meia dezena de vídeos musicais para assistir”.
“Há só um punhado de artistas que chega a tentar promover bons valores morais, já que isso é considerado ‘maçante’ e, ainda mais importante, inútil. Muitos cantores fazem de seu alvo meninas pré-adolescentes com suas mensagens, e então essas meninas seguem o conselho e letras que ouvem e terminam arruinando suas vidas” comentou Clowes.
“É verdade que não somos forçados a assistir a esse lixo; mas somos também responsáveis por assegurar que nossas crianças cresçam santas, saudáveis e felizes. Se elas seguirem os vídeos e programas musicais, elas não conseguirão ser santas, saudáveis e felizes”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês:http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10082007

link:


http://noticiasprofamilia.blogspot.com.br/2010/08/99-por-cento-das-musicas-nas-paradas-de.html