domingo, 2 de agosto de 2015

Exclusivo: Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel



Governo Dilma tenta apagar decisão histórica de Oswaldo Aranha

por Jarbas Aragão

O moderno Estado de Israel reconhece que a articulação do diplomata brasileiro Oswaldo Aranha foi fundamental. Ele foi nomeado Presidente da Assembleia Geral da ONU, quando foi votada e aprovada a independência do Estado Judeu, após quase dois mil anos. A gratidão dos judeus é grande até hoje, sendo que existe uma rua em Tel Aviv com o nome dele.
Durante muitos anos os dois países tiveram boas relações. Contudo, desde o primeiro mandato de Dilma, isso foi se deteriorando. Ano passado, o Brasil foi um dos 29 países no Conselho de Direitos Humanos da ONU que votaram para a ONU investigar as ações de Israelcontra terroristas islâmicos em Gaza (17 países se abstiveram, e apenas os EUA se opuseram).
Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas. Cogitou-se que os países poderiam romper as relações diplomáticas. Após o imbróglio, o porta-voz do Ministério do Exterior, Yigal Palmor decretou: “Esta é uma demonstração lamentável porque o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um ‘anão diplomático’”.
Agora, o portal Gospel Prime teve acesso ao passaporte de crianças brasileiras nascidas em Jerusalém. Estranhamente, cita-se a cidade, mas o espaço para o país é deixado em branco. Trata-se de um documento oficial, o que revela ser essa uma decisão federal.
Passaporte em Jerusalém
Embora não tenha afirmado isso publicamente, o Brasil parece estar seguindo os passos dos Estados Unidos, que no mês passado parou de emitir passaportes de filhos de americanos nascidos em Jerusalém com a identificação que a cidade, de fato, fica em Israel.
Conforme previam analistas, essa decisão parece ter criado um efeito dominó, influenciando outras nações. Desde sua vitória na Guerra dos Seis Dias (1967), Israel reivindica Jerusalém como sua a capital “histórica e indivisível”. Os palestinos consideram a parte oriental da cidade como “território ocupado” e objeto de disputa.
Existem fortes indícios que o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução para estabelecer definitivamente um Estado palestino. A atitude do Itamaraty indica que desta vez, o povo de Israel não poderá contar com o apoio dos diplomatas brasileiros.
A denúncia foi encaminhada ao Gospel Prime pela pastora Jane Silva. Ela conta que ligou para a Embaixada do Brasil em Tel Aviv e falou com o Conselheiro Sergio Pena. Ele confirmou a ordem do governo brasileiro e justificou que Jerusalém não pertence ao Estado Israel.


link:


http://noticias.gospelprime.com.br/brasil-nao-jerusalem-capital-israel/

02/08/2015
 às 9:05

Marina acha golpismo pedir o impeachment de Dilma, mas defende a saída de Cunha

Marina Silva concedeu uma entrevista à Folha deste domingo. Como de hábito, seu pensamento parece ter atingido o lugar da santidade, só permitido aos mártires. Ela é contra o impeachment de Dilma Rousseff, mas quer o afastamento de Eduardo Cunha. E lamenta, coitadinha!, que tenha de enfrentar tanta incompreensão.
Diz a pensadora, depois de constatar que o país, sob Dilma, sofre perdas econômicas e sociais:
“Não podemos, em hipótese alguma, colocar em xeque o investimento que fizemos na democracia. Você não troca de presidente por discordar dele ou por não estar satisfeito. Se há materialidade dos fatos, não há por que tergiversar. Se não há, o caminho doloroso de respeito à democracia tem que prevalecer.”
Pela ordem:
1: quem está tentando trocar de presidente “só por discordar dela”?:
2: quem está disposto a pôr em xeque o investimento na democracia?;
3: os que pedem a saída de Dilma o fazem apontando “a materialidade dos fatos”.
Marina Silva já leu a Lei 1.079?
E que papo é esse de “caminho doloroso da democracia”? Doloroso, minha senhora, é abrir mão das faculdades que a democracia oferece — entre elas, o impeachment.
E ela prossegue:
“Alguns políticos estão tentando instrumentalizar a crise, em vez de resolvê-la. Na democracia, não se resolve a crise passando por cima do processo constitucional.”
É?
Marina é minha candidata, a partir de agora, a “resolver a crise, em vez de instrumentalizá-la”. E está obrigada a dizer quem está tentando “passar por cima do processo constitucional”. Ela não empregou a palavra “golpistas” para classificar os que defendem o impeachment, mas é o que acha que são: golpistas. Ou merece outra designação quem “passa por cima do processo constitucional”?
Com Eduardo Cunha, no entanto, ela é mais severa. Diz: “Uma vez denunciado, é óbvio que ele deve ser afastado, sem que isso seja um pré-julgamento”. Entendi. Não é pré-julgamento, mas ele tem de sair. Noto que Marina nem mesmo esperaria o Supremo aceitar ou recusar a denúncia: bastaria Rodrigo Janot estalar os dedos.
O mesmo Janot que não demonstrou, até agora, nem coragem nem autonomia para pedir ao menos a abertura de um inquérito contra Dilma, conforme autorizam a Constituição e a jurisprudência do Supremo. E Marina deve pensar o mesmo sobre Renan Calheiros, presidente do Senado. Nota à margem: ainda que o tribunal aceite denúncia contra ambos, não são obrigados a deixar os respectivos cargos.
Dilma deveria demitir Aloizio Mercadante e levar Marina para a Casa Civil. Ela saiu do PT, mas o PT obviamente não saiu dela.
E falta que a líder do ainda inexistente “Rede” aponte uma saída, certo? Sim, ela tem a resposta. Há, segundo disse, dois trilhos:
1: o da investigação, que tem de continuar autônoma…;
2: “o outro trilho é dos rumos da nação”.
Ah, bom! Agora ficou fácil!
Marina acha que, caso se encontrem os “rumos da nação”, o resto está resolvido.
Que bom!
Deve ser a isso que ela chama não ser sem nem situação nem oposição, mas “ter posição”.
Como diz a minha mulher, “dê um problema difícil para Marina, que ela lhe devolve um trocadilho”.
Por Reinaldo Azevedo

Apoiado por Sérgio Moro, procurador da Lava Jato publica vídeo pedindo a...

A Campanha das ONGs para Destruir Israel

Denis MacEoin
O mundo ocidental está repleto de voluntários que não fazem nada além do bem, como combater doenças, ajudar os menos favorecidos e proporcionar assistência jurídica. Mas há diversos tipos de voluntariados, as assim chamadas Organizações Não Governamentais (ONGs), estas, não raramente, trabalham no cenário internacional, hipoteticamente em defesa dos direitos humanos, ajuda humanitária e em prol da paz. Essas ONGs são financiadas por fundações, comércio, pessoas físicas e ah, governos. O número de ONGs é espantoso: 1,5 milhões nos EUA, 2 milhões na Índia e milhares na Europa, mais de 500 delas são formadas por lobistas no Parlamento Europeu. O total da receita das ONGs ligadas à OCDE é de aproximadamente US$16 bilhões. Infelizmente algumas dessas ONGs traem seu amor pela humanidade adotando políticas discriminatórias.
Muitas delas, principalmente aquelas excessivamente dependentes de dinheiro do governo são, ao que parece, norteadas por comprometimentos ideológicos ou políticos, sendo inevitavelmente arrastadas para o engajamento político.
Na ânsia de ajudar os menos favorecidos, onde quer que eles se encontrem, muitas ONGs optam de forma ideológica sobre quem cairá na categoria dos menos favorecidos e quem cairá na categoria do "opressor". Essa maneira de ver as coisas muitas vezes significa que o bom trabalho de determinadas ONGs pode ser usado como "proteção" para pessoas e ações menos dignas de admiração.
Não é raro encontrar ONGs que ignoram violações dos direitos humanos em países onde elas procuram ter aliados ou com os quais são obrigadas a trabalhar. Às vezes as ONGs adotam posturas políticas deliberadamente preconceituosas ou prejudiciais. A grande maioria das ONGs politizadas, independentemente da sua área de atuação original, são aquelas que condenam somente um país e o fazem sempre que o tema volta à baila. Esse país, obviamente é Israel. Dentro de Israel, a comunidade que eles atacam é sem exceção, a comunidade judaica. Os israelenses, ao que tudo indica, nunca fazem a coisa certa em suas fronteiras, enquanto os palestinos vistos como pobres coitados e vítimas, jamais erram.
Os Quakers, por exemplo, são famosos por sempre terem apoiado a não violência. No entanto ONGs dos Quakers que alegam trabalhar em prol da paz no Oriente Médio, ignoram flagrantemente a violência palestina ao mesmo tempo em que condenam o direito de Israel de se defender dela. Em cooperação com o Conselho Mundial de Igrejas, organização liderada pelos Quakers autodenominada Programa Ecumênico de Acompanhamento nos territórios palestinos e em Israel (EAPPI), repetidamente desfere violentas criticas contra Israel por este fazer uso de postos de controle, ao mesmo tempo em que nada diz sobre palestinos ávidos em se tornarem homens bomba, que são os responsáveis do porquê da segurança israelense ser um imperativo dessa grandeza, uma hipocrisia que não parece incomodar muito a consciência deles. E é exatamente aí que essas ONGs politizadas causam estragos. A contribuição dessas ONGs ao recente relatório da ONU sobre a guerra de 2014 de Israel em Gaza o distorceu de tal forma que ele se tornou inútil para qualquer averiguação mais séria.
O restante deste artigo está neste link: http://bit.ly/1Ircnw9
Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês: The NGO Campaign to Destroy Israel
Divulgação: www.juliosevero.com



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http://juliosevero.blogspot.com.br/2015/07/a-campanha-das-ongs-para-destruir-israel.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+JulioSevero+(Julio+Severo)

Ministro da Defesa chama rojão no Insituto Lula de "atentado terrorista".

Jacques Wagner é o ministro da Defesa do Brasil. Ele aproveita um factóide para esconder o escândalo que emerge da compra de submarinos franceses, com suspeitas de superfaturamento, contratação fraudulenta sem licitação, projeto que teve a sua participação desde o início. Isso sim pode virar mais um ato terrorista contra os cofres públicos. Resta saber se o ministro da Defesa fala em nome das FFAA ou apenas como mais um baba-ovo de Luiz Inácio Lula da Silva.

link:

http://coturnonoturno.blogspot.com.br/2015/08/ministro-da-defesa-chama-rojao-no.html