segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Como instalar o caos social!


Zumbi era um líder autoritário e tinha escravos? Veja as polêmicas sobre a escravidão no Brasil



Zumbi, considerado o grande herói de Palmares, tinha escravos. Fatos como esse, que ainda passam em branco em muitas aulas de História, fazem parte do lado pouco explorado da escravidão no Brasil. Em vez de meras vítimas, os negros tiveram papel mais complexo na sociedade colonial, às vezes até com status semelhante ao dos portugueses.
Nesta sexta-feira (13), em que se celebram os 123 anos da abolição da escravatura no Brasil, reunimos mitos e verdade mostrados pelo jornalista Leandro Narloch no Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil (Ed. Leya, 2009). O best-seller questiona o que aprendemos até o ensino médio.
Narloch diz que o objetivo não é desmerecer os negros. "Pelo contrário, acho que eles podem se orgulhar de que seus antepassados não eram pobres coitados, mas, em muitos casos, pessoas prósperas, que não abaixavam a cabeça", diz em entrevista ao UOL Educação. O autor lembra que, nos tempos do Brasil colonial, a escravidão era vista como algo natural. Portanto, era de se esperar que negros em ascensão na sociedade, como Zumbi, tivessem escravos também.
Outro erro comum, segundo Narloch, é considerar os africanos um grupo homogêneo. Na verdade, eles vieram de regiões e grupos étnicos diferentes, cada qual com sua cultura e hábitos.
Veja alguns mitos sobre a escravidão no Brasil.
Mito 1: Palmares era um quilombo baseado em princípios democráticos e Zumbi, seu líder, era um mártir da resistência contra a escravidão.
Zumbi estava longe de ser um herói da democracia. "Mandava capturar escravos de fazendas vizinhas para que eles trabalhassem forçados no Quilombo dos Palmares. Também sequestrava mulheres, raras nas primeiras décadas do Brasil, e executava aqueles que quisessem fugir do quilombo". A vocação para o poder de Zumbi vinha de família. Ele descendia dos imbangalas, considerados os "senhores da guerra" na África Centro-Ocidental. Ou seja, nada mais natural que se considerasse no direito de ter seus próprios servos.
Mito 2: Todos os negros eram subjugados pelos portugueses.
Quando chegavam ao Brasil na condição de monarcas, os negros não sofriam os mesmos maus-tratos dos escravos. Alguns vinham até para estudar, como é o caso dos filhos do rei Kosoko, de Lagos, hoje capital da Nigéria. O pai enviou os filhos ao Brasil "provavelmente de carona num navio negreiro cheio de escravos vendidos por ele".
Mito 3: Não havia mobilidade social entre os negros escravos.
Sobretudo em áreas mais prósperas, os negros tinham possibilidade de ascender na sociedade. Após conquistar a alforria, eles poderiam adquirir bens e, inclusive, outros escravos. Essa é uma diferença importante entre o Brasil e os Estados Unidos, onde os negros não tinham direito a agregar posses. Algumas escravas chegaram a atingir certo status.  "Contando com escravos como mão de obra barata, algumas fizeram fortuna. A angolana Isabel Pinheira morreu em 1741 deixando sete escravos no testamento". Mas Narloch adverte: "apesar disso, essas mulheres nunca se livraram do estigma de negras, que sempre as marcaria na sociedade independentemente das posses". 
Mito 4: A Inglaterra tinha só interesses comerciais no fim da escravidão.
Os abolicionistas ingleses tinham motivações mais ideológicas que econômicas. Um grupo de 22 religiosos ingleses se reuniram em 1787 para brigar pelo fim da escravidão e, segundo Narloch, constituem um dos "primeiros movimentos populares bem-sucedidos da história moderna, um molde para as lutas sociais do século 19". E, em vez de prosperar economicamente, a Inglaterra teria perdido lucros com o fim do tráfico negreiro. "Muitas das cidades mais ativas na abolição, como Manchester e Liverpool, eram as que mais lucravam vendendo para reinos escravistas da África e da América".


http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/05/13/zumbi-era-um-lider-autoritario-e-tinha-escravos-veja-as-polemicas-sobre-a-escravidao-no-brasil.htm


COBERTURA DA ELEIÇÃO ARGENTINA PELA GRANDE MÍDIA BRASILEIRA FOI RIDÍCULA E VERGONHOSA

POVO NA RUA: Esta imagem é um fotograma de cena passada pelo canal colombiano NTN24, que deu um show de informação ao vivo que os leitores do blog puderam acompanhar. Muito melhor do que os canais de televisão brasileiros. A verdade é que a imprensa brasileira há muito tempo foi para o vinagre. Não dá mais para ler e assistir. 
Não tem preço ver o jornalismo chulé da grande imprensa nacional choramingando, tentando dourar a pílula e, como sempre, dizendo e escrevendo besteiras quando não descamba para a defesa da imundice comunista que infesta o continente latino-americano e o caribe alcançando a América Central.

Refiro-me aos textos escritos e vociferados nos microfones das redes de televisão sobre a vitória da oposição na Argentina. A Folha de S. Paulo, como sempre, está quase de luto e procura chifres em cabeça de burro. Tenta aplacar a evidente porrada que o Foro de São Paulo levou no pleito argentino. Apressou-se, por exemplo, em informar que a Dilma irá à posse de Maurício Macri, o presidente eleito. 

O Estadão, velho de guerra, também não perde para a indigitada Folha e tascou com destaque no seu site que as classes populares temem perder as bolsas-esmola. Tá bom.

Entretanto, no decorrer da campanha eleitoral fecharam-se em copas. Isso era o indicador mais preciso de que o kircherismo estava com os dias contados. Só voltaram a cobrir a campanha argentina em cima do lance. A correspondente de 
O Globo informou que o clima era favorável ao candidato de Cristina Kirchner. Os institutos de pesquisa, como sempre, largaram pesquisas afirmando que Daniel Scioli, o candidato de Kirchner, seria o vitorioso. 

Portanto, analisando rapidamente o que rolou na grande mídia nacional, dá para se compreender porque jornalões e revistas semanais bóiam adoidado nas bancas. Afinal, os leitores encontram nos blogs e sites independentes e até mesmo nas redes sociais as informações que mais se aproximam da verdade dos fatos. Além de tudo não precisam gastar dinheiro comprando esse jornalismo chulé, velho, carcomido, antigo. Os diletos rapazes e raparigas da dita grande mídia continuam com suas patas fincadas nos albores do século passado. Viram o tempo passar na janela e não se deram conta. 

Muitos se mantêm nessa posição porque são idiotas mesmo. Outros porque mamam nas tetas estatais e estão vendo que mais dia menos dia o PT e suas franjas se reduzirão, no máximo, a partidos nanicos. A fonte vai secar mais do que a Cantareira. Se os Procuradores da Operação Lava Jato investigarem bem teremos o prazer e a satisfação inaudita de ver a cassação dos registros partidários da escumalha esquerdista.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Brasília, a inimiga do Brasil

Malafaia ‘arrebenta’ Dilma ao abordar tragédia em Minas: ‘Governo de por...

“Casamento” gay: Alabama luta contra ativismo judicial do Supremo Tribunal dos EUA

Julio Severo
O Supremo Tribunal dos EUA criou o “casamento” homossexual para os americanos, praticamente impondo esse casamento fajuto e tirania gay real nos EUA em junho passado.
Supremo Tribunal dos EUA
E, como Franklin Graham disse sobre a reação de Obama a essa criação: “Logo depois da decisão do Supremo Tribunal de legalizar o casamento de mesmo sexo, ele teve o descaramento de envergonhar a Casa Branca iluminando-a com as cores do arco-íris do orgulho gay para celebrar. Isso é conduta que ostenta de forma arrogante o pecado na face do Deus Todo-poderoso.” Graham é o presidente da Associação Evangelística Billy Graham.
Mat Staver, presidente do Liberty Counsel, disse que há “um número crescente de vozes pedindo resistência à decisão ilegal sobre casamento.”  
“Os juízes do Supremo Tribunal fazem o juramento de defender a Constituição, não de inventar uma nova,” ele disse. “Quando eles colocam suas opiniões pessoais por escrito sem uma vírgula de apoio constitucional, as pessoas têm o direito de questionar a autoridade deles.”
Quando a decisão do Supremo Tribunal foi anunciada em junho, diferente dos outros estados americanos, o Alabama não declarou a questão resolvida. Os juízes do Supremo Tribunal do Alabama estão fazendo resistência ao ativismo judicial do Supremo Tribunal dos EUA defendendo uma lei que restringe o casamento a parceiros do sexo oposto. Para mais informações, leia a reportagem em inglês do WND “Alabama gets serious in fight against ‘gay’ marriage,” escrita pelo jornalista Bob Unruh.
Resistência tem sido uma marca oficial dos juízes do Alabama. No ano passado, a ativista pró-aborto Nina Martin rotulou Tom Parker, juiz do Supremo Tribunal do Alabama, como um homem que “descobriu como desmantelar Roe versus Wade,” a decisão federal dos EUA que legalizou em 1973 o aborto desde o primeiro até o último mês de parto. De acordo com as críticas dela, Parker é a maior ameaça ao aborto nesta geração nos EUA.
O aborto ganhou aceitação legal federal, por meio do Supremo Tribunal dos EUA, durante o governo do presidente republicano Richard Nixon em 1973. Desde então, o aborto é permitido nos EUA em todos os nove meses de gravidez e já matou legalmente mais de 60 milhões de americanos inocentes. Nixon não lutou ferozmente contra esse ativismo judicial que impôs a pena de morte nos bebês em gestação. Mas ele foi o primeiro presidente dos EUA a renunciar por causa de escândalos políticos.
O maior escândalo de Nixon foi que ele não foi a maior ameaça ao aborto em sua geração. Mas agora Deus tem levantado o Juiz Parker como uma resistência melhor ao aborto no Supremo Tribunal dos EUA.
E agora Deus está também levantando Parker e sua companhia digna de juízes do Alabama como uma resistência melhor ao “casamento” gay no Supremo Tribunal dos EUA.
Roy Moore, que preside atualmente o Supremo Tribunal do Alabama, é famoso por não seguir as ordens de juízes federais para remover um monumento dos Dez Mandamentos do Edifício Judicial do Alabama em 2003. Tanto Moore quanto o monumento foram removidos do prédio. Mas hoje ele está de novo na resistência.
Moore abraça de forma intensa o conservadorismo. Em julho passado, ele reagiu quando o Facebook lançou um aplicativo chamado “Vamos Celebrar o Orgulho,” que permitiu que os usuários cobrissem sua foto de perfil com o arco-íris homossexual. A celebração do Facebook foi em honra da decisão do Supremo Tribunal dos EUA criando o “casamento” gay.
A resistência mais forte veio de conservadores russos, conforme noticiado por mim no meu artigo “Conservadores russos dão lição de moral para a propaganda homossexual do Facebook.”
Como um bom conservador, o Juiz Moore divulgou a versão em inglês do meu artigo em seu perfil de Facebook. Sua mensagem era clara: Ele estava contra o ativismo judicial pró-sodomia do Supremo Tribunal dos EUA. Ele apoiou a resistência russa a esse ativismo e à celebração do Facebook.
Eu apoio a resistência conservadora do Supremo Tribunal do Alabama ao Supremo Tribunal dos EUA em suas medidas esquerdistas para matar os bebês em gestação e o casamento real.
Com informações do WND.


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Boneca Barbie agora é vendida também para meninos

Douglas Ernst
A empresa americana Mattel tem um novo mercado para suas bonecas Barbie: os meninos.
O primeiro comercial da Barbie da história apresentando um menino foi produzido pela empresa de brinquedos para a Barbie Moschino, noticiou a CBS San Francisco na segunda-feira.
“A Barbie Moschino é tão feroz!” exclamou um menino.
Quando o telefone celular da Barbie toca, o menino diz: “É para você, Barbie Moschino.” Ele dá uma piscadela e o comercial termina.
Jeremy Scott, diretor-criativo da Moschino, projetou a boneca, que está sendo vendida pelo preço de 150 dólares, noticiou o International Business Times em 7 de novembro.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês: Barbie now marketed to boys: “Ssso fierce!”





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