quarta-feira, 6 de janeiro de 2016


Mario Negromonte, ex-ministro de Dilma, caiu porque embolsava propina do PP, afirma delator



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Delator na Operação Lava-Jato, Carlos Alexandre de Souza Rocha, o Ceará, revelou que ouviu do doleiro Alberto Youssef que o ex-deputado Mário Negromonte (PP-BA) perdeu o cargo de ministro das Cidades no governo Dilma Rousseff, em 2012, por não destinar dinheiro de propinas para o partido, mas para o próprio bolso.
“Não estava fazendo caixa” para o Partido Progressista, uma vez que estaria “roubando apenas para ele próprio”, disse Ceará em seu Termo de Colaboração número 5 diante da Procuradoria-Geral da República.
Ceará fez dezenove depoimentos, entre 29 de junho e 2 de julho de 2015. Ele era o entregador de dinheiro de Youssef, operador de propinas no Petrolão, esquema de corrupção que funcionou de forma deliberada durante uma década na Petrobras.
Um dos relatos trata especificamente de Negromonte, que foi ministro de Dilma entre 2011 e 2012. “Alberto Youssef comentava com o declarante que Mário Negromonte, entre os políticos, era ‘o mais achacador’. Negromonte tinha um telefone ‘ponto a ponto’ para falar com Alberto Youssef”.
O delator ainda afirmou que Youssef lhe contou que, na campanha de 2010, repassou R$ 5 milhões a Negromonte. O ex-ministro de Dilma atualmente é conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia.
Ceará revelou ter entregue dinheiro em espécie para o ex-ministro em um apartamento funcional em Brasília, onde também se encontravam outros parlamentares à época, hoje réus e presos na Lava-Jato, como Luiz Argôlo e Pedro Corrêa.
O delator confirmou que Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro, trabalhava para Youssef também para “transporte de valores em espécie”. Segundo depoimento, Adarico virou empregado do doleiro a pedido do ex-ministro. Ceará relatou que fez entregas de dinheiro vivo para Negromonte em um apartamento funcional em Brasília, no ano de 2010.
“O declarante tomou conhecimento que Alberto Youssef enviava dinheiro para Salvador, destinado a Mário Negromonte, o transporte desses valores era feito pelo próprio irmão de Mário Negromonte, Adarico, tendo Rafael Ângulo Lopez (carregador de malas do doleiro) também realizado viagens àquela capital com o mesmo propósito”.
Em 2012 ou 2013, o declarante tomou conhecimento, por Alberto Youssef, que este custeou a compra de um veículo Kia Soul, de cor vermelha (e também a instalação de blindagem), destinado à filha de Mário Negromonte, que residia em São Paulo, em apartamento que era de José Janene (apontado pela Polícia Federal como mentor do esquema Lava-Jato e morto em 2010).
Ceará também destacou que um “certo dia”, Adarico Negromonte saiu do escritório de Youssef, em São Paulo, “com dinheiro em espécie para pagar o carro ou a blindagem”.
De acordo com o delator, “mesmo depois que Alberto Youssef perdeu o ‘caixa’ do Partido Progressista em 2012, alguns políticos mantinham contato com ele, indo inclusive ao seu escritório e recebendo dinheiro, porque havia débitos de empreiteiras em atraso, relativos ao esquema de corrupção na Petrobrás que estavam sendo pagos ao longo do tempo”.
O ex-ministro já foi citado também na delação de Rafael Ângulo, outro entregador de dinheiro enviado pelo doleiro Alberto Youssef. Nos depoimentos, o emissário do doleiro disse que um dos endereços funcionais de Brasília onde realizava entregas de dinheiro era o de Negromonte, que recebia entre R$ 100 e R$ 150 mil entre uma e duas vezes por mês.
Negromonte também é alvo de ao menos três inquéritos relacionados à Operação Lava Jato. O ex-ministro é investigado perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ) por suspeita de ter operado um esquema que renderia vantagens econômicas de R$ 25 milhões a serem repartidos entre partidos políticos. Ele é suspeito de conduzir tratativas, enquanto ministro, para implementar no País um sistema de rastreamento de veículos que renderiam repasses irregulares ao PP e ao PT.
No Supremo Tribunal Federal, Negromonte é um dos políticos sob suspeita no inquérito que investiga a formação de quadrilha no âmbito da Operação Lava-Jato e recentemente foi incluído em inquérito já existente que apura a participação do ex-deputado João Pizzolatti no esquema de corrupção na Petrobras. Neste último inquérito, também é investigado o deputado federal Mário Silvio Negromonte Jr., filho do ex-ministro das Cidades.


http://ucho.info/mario-negromonte-ex-ministro-de-dilma-caiu-porque-embolsava-propina-do-pp-afirma-delator


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016



Ator petista propõe que brasileiros façam vaquinha para ajudar Dilma: “Cada um dá o que pode”


De acordo com informações publicadas em um jornal carioca, Betti estaria disseminando a idéia de que os brasileiros façam uma vaquinha para ajudar Dilma a colocar os cofres públicos em ordem

Paulo Betti é um ator gente boa, gosta da Lei Rouanet e de incentivos para a cultura. Ele é intelectual. É amigo de Chico Buarque, Zé de Abreu, Marieta Severo e Gregório Duvivier.
O ator global vota no PT, acha o Lula um ícone da política e é contra os golpistas que querem o impeachment da presidenta. Por isso, sugeriu uma saída “inteligentíssima” para a crise que estamos enfrentando:
” Pessoas físicas e jurídicas doariam dinheiro para o governo – cada um daria o que pode. Assim o país faria superávit, seria uma grande vaquinha em prol do Brasil. ” declarou Betti.
Será que o ator global está de sacanagem com o povo brasileiro? Ou será que a demência petista tomou conta do seu cérebro?
confira abaixo o texto divulgado na coluna de Ancelmo Gois (Globo):
O querido Paulo Betti, 63 anos, explica, meio à brinca, meio a sério, sua ideia, exposta aqui, quinta, de fazer uma vaquinha pelo Brasil:
— Cada um dá o que pode. Pessoas físicas ou jurídicas. Fazemos superávit. Unimos a nação. Recuperamos a confiança do mercado internacional. Como fiz campanha da Dilma, farei um depósito de valor bom! Creio que Chico Buarque e outros farão o mesmo.
Nos livramos desse problema chato de caixa e vamos nos divertir com outras coisas — conta o ator.
http://www.diariodobrasil.org/ator-petista-propoe-que-brasileiros-facam-vaquinha-para-ajudar-dilma-cada-um-da-o-que-pode/

Após ser demitido da Veja e ter todos os artigos excluídos, Constantino ...


Jaques Wagner abusa da insensatez ao tentar travestir a crise econômica e minimizar o caos




(Arisson Marinho - Secom-BA)
(Arisson Marinho – Secom-BA)

Definitivamente os integrantes da cúpula do governo de Dilma Rousseff sofrem de autismo político e esquizofrenia administrativa. Isso porque os palacianos não se rendem à grave crise econômica que chacoalha o País e tira o sono dos brasileiros em todos os cantos do território nacional.
Ministro-chefe da Casa Civil, o petista baiano Jaques Wagner insiste em um discurso que foge da realidade quando o assunto é a crise econômica. Nesta segunda-feira (4), primeiro dia útil de 2016, Wagner usou as redes sociais para discorrer sobre os dois assuntos que preocupam o governo neste início do ano: o impeachment e a crise econômica.
Por meio de suas contas no Twitter e no Facebook, Jaques Wagner afirmou que a presidente da República está confiante em relação ao processo de impedimento que tramita na Câmara dos Deputados e que o governo não apenas reconhece os erros que cometeu na economia, mas está trabalhando para solucioná-los.
“Temos plena consciência de alguns erros que cometemos e das dificuldades que precisamos vencer na economia, mas impopularidade não é crime. É um defeito, um problema que vamos seguir trabalhando para resolver”, escreveu o ministro da Casa Civil.
Após o conjunto de medidas do ajuste fiscal, o Palácio do Planalto prepara um pacote de medidas para tentar tirar o País da crise e fazer a economia voltar a crescer. Uma das iniciativas será retomar as atividades do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o chamado “Conselhão”, que serve para nada, exceto para enganar os empresários e acalmar os ânimos dos sindicalistas.
Sobre o impeachment, Jaques Wagner afirmou que o processo “não sobreviverá aos primeiros testes na Câmara”. Para o petista, o rito estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as “manobras” do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o que “acabou com a banalização e a tentativa de uso político do impeachment”.
“Vamos obter muito mais dos que os 171 votos necessários para barrá-lo, porque esse processo não tem fundamentação jurídica para seguir em frente”, disse.
Considerado o fato de que o Brasil ainda é uma democracia, que como tal garante de forma clara o direito à livre manifestação do pensamento, Jaques Wagner pode postar o que quiser nas redes sociais, mas boa parte da opinião pública não acredita na enxurrada de mentiras palacianas, que servem apenas para ludibriar os incautos.
O anúncio feito por Wagner faz parte da estratégia do PT, cujo objetivo é impedir o derretimento do partido, em especial em 2016, ano de eleições municipais. Ao contrário do que afirma o chefe da Casa Civil, a presidente não reconhece os erros crassos cometidos na condução da política econômica, pois a admissão da culpa seria um suicídio político.
Em relação a medidas para solucionar a crise, o governo caminha na contramão da lógica, uma vez que o Banco Central deve aumentar ao longo do ano a taxa básica de juro, a Selic, que, segundo os economistas, deve encerrar 2016 na casa de 15,25%.
Nesse cenário de antagonismos vale ressaltar que a elevação da Selic, sob a desculpa de conter a inflação, é uma medida obtusa, pois a alta do IPCA em 2015 se deu no vácuo da majoração dos preços da energia elétrica e da gasolina, temas diretamente relacionados ao governo. No momento em que a inflação sobe por conta dos chamados preços administrados, não pelo excesso de demanda, há na equipe econômica do governo uma tremenda dificuldade de enxergar o óbvio.
Mantida a decisão do BC de elevar a Selic, a economia brasileira tende a sangrar ainda mais, o que culminaria em recuo do PIB além dos 2,95% já previstos pelo mercado financeiro. A situação é tão crítica, que o Banco Central descartou a possibilidade de a inflação convergir para o centro da meta (4,5%) em 2017, o que poderá ocorrer em 2018, caso Deus realmente seja brasileiro, como prega o folclore fanfarrista que sobra nessa barafunda chamada Brasil.

http://ucho.info/jaques-wagner-abusa-da-insensatez-ao-tentar-travestir-a-crise-economica-e-minimizar-o-caos



Corrupção sistêmica!


Salário Mínimo em 2016!!! (FAIL)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Israel para Brasil: aprove embaixador israelense ou enfrente crise diplomática

Do jornal Jerusalem Post
A persistência contínua do Brasil em não aprovar a nomeação de Dani Dayan, ex-líder de assentamento, como embaixador de Israel levará a uma crise diplomática entre os dois países, avisou Tzipi Hotovely, vice-ministra das Relações Exteriores, no domingo.
Tzipi Hotovely
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu anunciou a nomeação de Dayan em agosto, mas o Brasil tem desde então recusado aprová-la, com o governo brasileiro sofrendo pressão de palestinos e de círculos da extrema esquerda em Israel e no Brasil, para não aceitar a nomeação porque Dayan vive em Ma’aleh Shomron — além da Linha Verde — e é ex-líder do Conselho das Comunidades Judaicas da Judeia e Samaria.
Hotovely disse que nunca houve um caso em que a nomeação de um embaixador israelense não tivesse sido aceita por um país anfitrião por causa das posições ideológicas do candidato.
Ela atribuiu a situação à profunda crise política em que o Brasil se acha atualmente, com a presidente Dilma Rousseff enfrentando processos de impeachment e precisando de todos os votos — inclusive da extrema esquerda que está defendendo a medida de rejeitar Dayan — para permanecer no poder.
Hotovely disse que Israel vai agora tornar pública sua campanha para que Dayan seja aprovado, e usará todos os meios disponíveis para a aprovação, inclusive fazendo uma campanha pública no Brasil, mobilizando a comunidade judaica ali.
Essas medidas serão tomadas, ela afirmou, para dizer ao governo do Brasil que Dayan é “um homem que é respeitável, digno e aceito entre todas as classes políticas de Israel.” O governo israelense, ela disse, usará essas medidas para dizer ao Brasil: “Aprove-o, pois se não aprovar, haverá uma crise entre os dois países, e não vai valer a pena chegar a esse ponto.”
Depois de haver permanecido em silêncio durante meses sobre o assunto, Dayan disse na noite de sábado numa entrevista no Canal 2 que a questão não era uma questão bilateral entre Israel e Brasil, mas em vez disso uma questão clássica de BDS (boicote, desinvestimento e sanções contra Israel), usada e abusada por ativistas BDS em Israel, entre palestinos e no Brasil.
Dayan disse que embora Israel tenha adotado uma abordagem silenciosa sobre o assunto, os palestinos estão em plena atividade tentando sabotar a nomeação dele, com Saeb Erekat, o principal negociador da OLP (Organização para a Libertação da Palestina [entidade terrorista islâmica]), “envolvido até o pescoço no assunto.”
Traduzido e editado por Julio Severo do original em inglês do jornal israelense Jerusalem Post: Hotovely to Brazil: Approve Dayan, or face “crisis in relations” with Israel

http://juliosevero.blogspot.com.br/2015/12/israel-para-brasil-aprove-embaixador.html