quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Que risco de vida, Dilma Rousseff? Evo Morales é um assassino?


Como assim, Dilma Rousseff? Quer dizer que a reclusão de um senador, sem direito a sol e a caminhadas, é pior do que o DOI-CODI? Por que se doer com esta comparação? Ficou com remorso por ter sido cúmplice de tanta maldade? Que concurso de sofrimento é esse, presidente?
"Um governo age para proteger a vida. Nós não estamos em situação de exceção, não há nenhuma similaridade. Eu estive no DOI-Codi, eu sei o que é o DOI-Codi. É tão distante o DOI-Codi da embaixada brasileira lá em La Paz como é distante o céu do inferno. Literalmente isso."
Como é que é? A presidente da República, Dilma Rousseff, está chamando Evo Morales de assassino? Quer dizer que o senador que foi libertado pelo embaixador brasileiro na Bolívia, depois de mais de 400 dias encarcerado numa verdadeira solitária, seria assassinado de fosse preso? Corria risco de vida? Seria justiçado? Seria fuzilado? Ou seria apenas preso pelo governo boliviano? Se seria assassinado como a presidente sugere, fez bem o nosso embaixador em libertá-lo.
"Nós negociamos em vários momentos o salvo-conduto, não conseguimos. Lamento profundamente que o asilado brasileiro tenha sido submetido à insegurança que ele foi. Um Estado democrático civilizado, primeira coisa que faz é proteger a vida, sem qualquer outra consideração. Protegemos a vida, a segurança e garantimos conforto ao asilado", afirma Dilma.

Ora, Presidente, deixe de tapar o sol com a peneira. A senhora estava em acordo com o presidente daquele paiseco para vencer a resistência do senador preso. No cansaço. Na depressão. Na falta de perspectiva. Confinando-o a uma cela pior do que a sua no DOI-CODI.  Ao arrepio da nossa Constituição. Agora que o sentimento humano de um embaixador do nosso país e de dois fuzileiros navais romperam com este acordo de tortura e violação dos direitos humanos, a senhora vem com esta conversa?
Se Evo Morales assassinaria o senador que o Brasil, a nossa bandeira, a nossa democracia libertou, por favor: rompa as relações diplomáticas com a Bolívia. Não podemos ter acordos e amizade com países que tiram a vida de adversários políticos. Presidente Dilma,  pare de tentar justificar este tremendo absurdo com falsas ilações. Respeite a inteligência e humanidade dos brasileiros.
Link:

EDUARDO SABOIA E ROGER PINTO MOLINA: A FUGA DO INFERNO COMUNISTA BOLIVARIANO.

O site Mídia Sem Máscara, publicou um artigo de Júlio Severo, que resume a via crucis do Senador boliviano Roger Pinto Molina, que é evangélico e seu libertador, o diplomata brasileiro católico Eduardo Sabóia. Severo constrói sua narrativa a partir de reportagens que a Folha de S. Paulo realizou. Pensando bem, olha que está aí uma boa história para um filme. Parece ficção, mas não é. Infelizmente, a maioria dos cineastas é completamente idiota. Como essa formidável fuga conduzida por Saboia até o Brasil serve para escancarar os regimes comunistas bolivarianos, não vai interessar  a esses “famosos” cineastas, vermes que preferem parasitar os culhões dos comunistas.
Seja como for, o fato é que o texto de Júlio Severo está ótimo. Tanto é que jamais seria publicado pelos jornalões dominados pela canalha comunista mentirosa, picareta, comedora de caraminguás estatais, aduladora do Lula, da Dilma e demais pilantras safados instalados no Palácio do Planalto, no Itamaraty, enfim, em todas as instâncias do Estado brasileiro.
Transcrevo na íntegra o texto de Severo e lembro que vale a pena passar diariamente lá no site Mídia Sem Máscara. Leiam:
Eduardo Saboia e Roger Pinto Molina: fuga espetacular.
O senador boliviano Roger Pinto Molina havia pedido asilo à Embaixada do Brasil na Bolívia em 2012, permanecendo num quartinho trancado, com muitas restrições, literalmente como se fosse um criminoso. O diplomata Eduardo Saboia, responsável pela Embaixada do Brasil, estava incomodado com o que o boliviano estava sofrendo: “O senador estava havia 452 dias sem tomar sol, sem receber visitas. Eu me sentia como se fosse o carcereiro dele… O asilado típico fica na residência [do embaixador], mas ele estava confinado numa sala de telex, vigiado 24 horas por fuzileiros navais.”
O senador estava também com sérios problemas de saúde, mas não podia sair da embaixada para se consultar numa clínica médica, sob risco de ser preso pelo governo comunista boliviano.
Roger Pinto Molina é um líder político batista conservador e é considerado a principal oposição ao comunista Evo Morales, presidente da Bolívia. Depois de denunciar escândalos do governo de Evo, Molina passou a ser perseguido, em seguida buscando refúgio na Embaixada do Brasil, que acabou se tornando uma prisão “informal” para ele.
O tratamento dado a ele contrasta com os privilégios que o governo do Brasil deu a Manuel Zelaya, político socialista de Honduras que foi exilado depois de tentar dar um golpe e derrubar o governo em 2009. Nesse caso, o governo brasileiro sob Lula participou de um esquema para trazer Zelaya do exterior e levá-lo escondido diretamente à Embaixada do Brasil em Honduras.
Na Embaixada, Zelaya gozou muitas regalias, amplo espaço e facilidades, inclusive fazendo discursos políticos, afrontando a honra de Honduras, sem que as autoridades hondurenhas nada pudessem fazer, pois Zelaya provocava as autoridades hondurenhas de dentro da embaixada, que é território protegido.
O embaixador brasileiro não foi punido por transformar a embaixada em palanque político, quartel-general e hotel de luxo para um vigarista comunista.
O azar do senador boliviano é não ser terrorista nem comunista.
Sua sorte foi que Eduardo Saboia é católico e não se conformou com a injustiça do governo de Dilma Rousseff. Saboia disse que o governo do PT não tinha nenhuma intenção de ajudar o senador evangélico preso na embaixada. Ele disse: “Tenho os e-mails das pessoas, dizendo ‘olha, a gente sabe que é um faz de conta, eles fingem que estão negociando (a saída do senador da embaixada) e a gente finge que acredita.’”
Em entrevistas aos jornais do Brasil, Saboia chorou ao dizer que “ouviu a voz de Deus” para tirar Molina da embaixada.
Ele contou detalhes da tensa viagem de La Paz até a fronteira com o Brasil. Molina passou muito mal, vomitou e todos começaram a rezar quando a gasolina do carro estava quase acabando. Saboia conta: “Foram 22 horas, 1.600 quilômetros. Pegamos névoa, gelo, frio. Saímos de 4.600 metros [de altitude] até 400 metros. Não paramos para nada, foi tudo direto. Só tinha umas nozes e umas bananas para comer, mais nada..”
Não puderam parar em nenhum banheiro nem lanchonete, para evitar riscos do governo comunista boliviano.
“Na reta final, fomos ficando sem gasolina e aí começamos a, literalmente, rezar. Eu, católico, e o senador, evangélico. Peguei a Bíblia, abri nos Salmos e li. Foi o milagre da multiplicação da gasolina,” disse Saboia.
Como a maioria dos brasileiros emburrecidos, Saboia também votou em Dilma para presidente. Mas emburrecimento tem limite quando entra em choque violento com valores cristãos e éticos, e ele viu que o tratamento dado ao senador boliviano na embaixada violava os direitos humanos.
O esquema de empurrar com a barriga o caso do senador até ele sair da embaixada não funcionou. Dilma está de cara feia com a presença do senador evangélico no Brasil. Dilma está de cara feia para Eduardo Saboia, pelo fato de que ele preferiu ouvir a voz de Deus a ouvir as ordens do PT.
Saboia fez sua parte: trouxe um refugiado ao Brasil dos brasileiros. Mas como em outras vezes, o PT de Dilma mostrará que o Brasil é mais deles do que nosso.
Saboia está sendo punido. Seu crime é não entender que a missão do governo do Brasil é acobertar Zelayas e outros criminosos comunistas.
O senador evangélico não está a salvo no Brasil do PT, que agora está torcendo a lei para dizer que a permanência do boliviano no Brasil é ilegal. O governo do PT já está trabalhando nos bastidores para dar um “final feliz” para alegrar a cara feia de Evo Morales e Dilma.
O azar do senador boliviano é não ser terrorista nem comunista.
Cesare Battisti, um terrorista comunista condenado à prisão perpétua na Itália por assassinato, vive sossegado no Brasil, asilado e protegido pelo PT desde 2010.
O PT sabe proteger seus cúmplices e terroristas. Mas faz cara feia para qualquer cristão que ousar ouvir a voz de Deus e pedir asilo depois de fazer oposição a um governo comunista.
Oposição a governos comunistas é crime e quem fizer isso será tratado como criminoso, mesmo que peça asilo na Embaixada do Brasil na Bolívia.
Graças a Deus o diplomata Eduardo Saboia não aguentou continuar fazendo o jogo sujo do PT, que propositadamente dificultou a presença do senador na embaixada a fim de que ele “voluntariamente” escolhesse sair. Saboia colocou a vida e a saúde de um evangélico perseguido acima da ideologia maligna do PT. Saboia colocou sua carreira diplomática em risco para salvar uma vida das artimanhas de Evo e do PT.
Católicos e evangélicos, orem por Saboia e Molina, pois Evo Morales e Dilma Rousseff, que estão com cara feia nesse caso, e com certeza têm intenções feias para o senador perseguido e para o católico que ouviu a voz de Deus. O Deus que multiplicou a gasolina da fuga pode jogar gasolina e fogo nas más intenções dos comunistas que governam a Bolívia e o Brasil. Do site Mídia Sem Máscara
link:
 


DIPLOMACIA BRASILEIRA DE TERCEIRA CATEGORIA por Jair Messias Bolsonaro.

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Aonde estão os parlamentares socialistas do PSOL (Chico Alencar e Ivan Valente) e do PT (Suplicy e Luiz Couto) que defenderam asilo político com unhas e dentes a Cesare Battisti no Brasil? Na época não quiseram entrar nos detalhes dos crimes cometidos pelo terrorista na Itália, utilizando a desculpa de que a Convenção de Genebra favorecia o asilo ao ”ser humano” Cesare Battisti.
Por que não ocorre o mesmo empenho em ajudar o senador boliviano Roger Molina, que denunciou a Evo Morales o comando do narcotráfico exercido por assessores próximos ao presidente boliviano? 
Será que era preciso o senador Roger Molina, cometer atos de terrorismo para ser apoiado por estes partidos? Já que da mesma maneira que Cesare Battisti era ”perseguido” pela democracia italiana, o senador Molina após as denúncias passou a sofrer todo tipo de perseguição possível por parte do governo boliviano, sendo obrigado a pedir asilo à embaixada brasileira, permanecendo 455 dias num cubículo em La Paz. Situação totalmente diferente da de Battisti que antes passeou por Paris, e que de maneira fraudulenta, utilizando-se de documentos falsos, desembarcou no Brasil. Aonde será que começa o céu e o inferno para o senador Molina?
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Yoani Sánchez comenta a VERDADE sobre a tal medicina de CUBA



"A qualidade diminuiu e a doutrinação aumentou”. disse a jornalista Yoani Sánchez. “Hoje, quando um cubano vai a um hospital, leva um presente para o médico. É um acordo informal para que o atendam bem e rápido. Levam também desinfetante, agulha, algodão, linha para as suturas”.
 



“A medicina cubana é uma das mais atrasadas do mundo”, constata a repórter Nathalia Watkins na edição de VEJA desta semana. “”A maioria dos seus profissionais se forma sem nunca ter visto um aparelho de ultrassom, sem ouvir falar em stent coronário e sem poder se atualizar pela internet”. Vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital completa o diagnóstico sombrio. “Cuba gradua médicos em escala industrial com formação incompleta”, informa. “Pelos padrões do Brasil, os cubanos não poderiam sequer realizar procedimentos banais como ressuscitação ou traqueostomia”.

Link:
http://gracanopaisdasmaravilhas.blogspot.com.br/2013/08/yoani-sanchez-comenta-verdade-sobre-tal.html

Médicos cubanos: esbirro de Lula é o advogado-geral de Fidel Castro.

Nem sempre concordo com o que escreve o Elio Gaspari, mas desta vez acertou. Todavia, o que deixa transparecer o texto de Gaspari, como os demais da maioria dos jornalistas da grande mídia brasileira é tratar o PT e seus sequazes como se fizessem parte de um partido democrático. Ora, o PT é um partido comunista e o seu objetivo é transformar o Brasil numa república comunista. A vinda dos médicos é mais um passo nesse sentido. Entretanto, essa verdade é escamoteada. Tanto é que a palavra "comunista" foi banida da grande imprensa, como se o comunismo tivesse acabado para sempre, quando na verdade está mais vivo do que nunca.

A nota da coluna de Gaspari que transcrevo é a prova disso, quando esse esbirro de serviçal do Lula, o Luiz Inácio Adms, faz picadinho do Direito, embora ostente títulos acadêmicos. 
Leiam:
O doutor Luís Inácio Adams informou que os médicos cubanos que vêm para o Brasil não terão direito a asilo político caso queiram se desvincular da ilha comunista. Nas suas palavras: “Me parece que não têm direito a essa pretensão. Provavelmente seriam devolvidos.”
Num país que teve um presidente asilado (João Goulart) e centenas de cidadãos protegidos pelo instituto do asilo, Adams nega-o, preventivamente, a cubanos. Isso numa época em que o russo Vladimir Putin concedeu asilo a um cidadão acusado pelo governo americano de ter praticado crimes, e a doutora Dilma tem um asilado na embaixada brasileira em La Paz. Noves fora a proteção dada a Cesare Battisti, acusado de terrorismo pelo governo italiano.

A tradição petista vai na direção desse absurdo. A Polícia Federal já deportou dois boxeadores cubanos durante a gestão do comissário Tarso Genro no Ministério da Justiça. (Eles foram recambiados e fugiram de novo.)
O próprio governo cubano já permitiu a saída de cidadãos para a Espanha. A vigorar a Doutrina Adams, o Brasil transforma-se numa dependência do aparelho de segurança cubano. Do site de O Globo
Link:
 




No “Entre Aspas”, senador petista confessa que programa para trazer cubanos estava em curso havia um ano e meio; se é assim, Padilha mentiu ao anunciar sua suspensão. E Antonio Patriota, o que tem a dizer? Qual é seu papel na patranha petralha?


No dia 21, publiquei aqui um post, às 21h48, cujo título era este:

Transcrevo trechos:
É uma pantomima! O governo tinha um plano de importar 6 mil médicos cubanos, que passariam (como passarão!) a atuar no Brasil sem qualquer exame ou validação do diploma. Para resolver um problema do nosso país? Mais ou menos. Há, com efeito, falta de médicos. Mas é certo que o governo do PT vai mesmo é repassar R$ 40 milhões por mês à ditadura comunista. (…) Quando Padilha anunciou a decisão, a classe médica brasileira reagiu. O governo, então, fingiu um recuo — mas era só uma tática, vê-se agora. Afirmou que a prioridade seria importar médicos da Espanha e de Portugal e apresentou sua esdrúxula proposta de aumentar em dois anos a graduação, obrigando os estudantes, nesse tempo, a atuar no sistema público de saúde. Sem isso, nada de diploma. (…) Atenção! É importante notar que o governo não criou um miserável programa para incentivar a interiorização dos médicos brasileiros. Foi tudo na base do gogó. O que Padilha preparou, nesse tempo, foi mesmo a criação das condições objetivas para que voltasse a seu plano original: trazer os cubanos.
(…)
A confissão
Aqueles mequetrefes de sempre vieram aqui torrar a paciência: “Como é você sabe? Você está chutando etc.”. Pois é. Eu sempre conto com alguém com a inteligência superior do senador Humberto Costa (PT-PE), ele próprio ex-ministro da Saúde, para revelar a verdade que eu lhes havia antecipado.
Costa participou de um debate com Emanuel Fortes, vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, no programa “Entre Aspas” (GloboNews), comandado pela jornalista Mônica Waldvogel. O link está aqui.
A partir dos 8min49s, o petista afirma com todas as letras:
“Esse programa já vem sendo trabalhado há um ano e meio. Boa parte desses cubanos já trabalharam em países de língua portuguesa, não têm dificuldade com a língua. E, ao longo desse um ano e meio, eles vêm tendo conhecimento sobre o sistema de saúde no Brasil, doenças que existem aqui e não existem lá…”
Pronto!
Eis aí a confissão. Então já havia um programa em curso, assegura o petista. Os cubanos, ele garante, já vinham estudando até o sistema de saúde no Brasil. Assim, quando o ministro Alexandre Padilha veio a público, no dia 6 de julho, para anunciar que o governo havia desistido de importar os escravos de Fidel e Raúl Castro, estava, deixem-me ver que verbo usar… Já sei: o ministro, segundo Humberto Costa, estava mentindo.
Havia, pois, um programa secreto em curso, e isso explica a desídia no governo federal para criar incentivos para a interiorização de médicos brasileiros. Todas as circunstâncias foram criadas, isso agora está claríssimo — e há uma confissão —, para trazer os cubanos. Quando Aloizio Mercadante e o próprio Padilha defenderam aqueles dois anos a mais no curso de graduação de medicina — depois, houve o recuo —, tratava-se de mera ação diversionista.
Agora fica claro, também, por que o governo sempre evitou o diálogo aberto com as associações médicas e decidiu implementar um programa ignorando a categoria. Seu interlocutor privilegiado era a ditadura cubana.
E Patriota?
E o Ministério das Relações Exteriores? Qual é o seu papel nessa patranha petralha? Cumpre lembrar que o Itamaraty participou dessa negociação. Também ele pôs suas digitais num acordo que se fazia na surdina e que resultará na reintrodução do trabalho escravo no Brasil, ainda que muitos possam ser servos voluntários de uma ideologia. Encerro lembrando que os jornalistas investigativos têm aí uma bela pauta. Que programa era esse? Que material foi produzido para que os estrangeiros conheçam as doenças da pobreza brasileira e dos rincões? Quem preparou esse material? Por que se fez tudo à socapa? E por que, finalmente, Padilha mentiu?
Por Reinaldo Azevedo
Link:
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/no-entre-aspas-senador-petista-confessa-que-programa-para-trazer-cubanos-estava-em-curso-havia-um-ano-e-meio-se-e-assim-padilha-mentiu-ao-anunciar-sua-suspensao-e-antonio-patriot/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ReinaldoAzevedo+(Reinaldo+Azevedo)

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Siete médicos cubanos demandan a Cuba y Venezuela por “esclavitud moderna”





Foto de Archivo no relacionada con la noticia
Siete médicos y un enfermero cubanos demandaron a Cuba, Venezuela y a la empresa estatal de este último país PDVSA por presunta conspiración para obligarles a trabajar en condiciones de “esclavos modernos”, como pago por la deuda cubana con el Estado venezolano por suministro de petróleo.
Los demandados, “intencional y arbitrariamente”, colocaron a los profesionales de la salud en “condición de servidumbre por deuda” y éstos se convirtieron en “esclavos económicos” y promotores políticos, según el documento de la demanda presentada en EE.UU., al que Efe tuvo acceso.

La demanda fue interpuesta el pasado viernes ante un tribunal federal de Miami (EEUU) por los médicos Julio César Lubian, Ileana Mastrapa, Miguel Majfud, María del Carmen Milanés, Frank Vargas, John Doe y Julio César Dieguez, y el enfermero Osmani Rebeaux.
Con la acción legal, que fue asignada a la juez Patricia A. Seitz, los demandantes buscan una indemnización que sobrepasa los 50 millones de dólares, dijo Pablo de Cuba, uno de los abogados defensores.
Queremos sentar el precedente de la responsabilidad patrimonial de los estados sobre sus ciudadanos. Esto es una conspiración predeterminada y dolosa de estos gobiernos y de la empresa para someter a trabajo forzoso y servidumbre por deuda a estos médicos”, informó a Efe el letrado.
En la demanda, el abogado Leonardo Arístides Cantón, que lidera la defensa, argumentó que los demandantes viajaron a Venezuela bajo “engaño” y “amenazas” y fueron forzados a trabajar sin límite de horas en la misión “Barrio Adentro”, en lugares con una alta tasa de delitos comunes y políticos, incluyendo zonas selváticas y la “beligerante” frontera con Colombia.
Subrayó también que “el convenio de los gobiernos de Cuba y Venezuela constituye una flagrante confabulación comparable al comercio de esclavos en la América colonial”.
Los dos países, según el abogado, se han unido en una conspiración sin precedentes en la historia contemporánea, con la única excepción de la esclavitud de la Alemania nazi, en el uso de trabajo forzado.
Subrayó también que “el convenio de los gobiernos de Cuba y Venezuela constituye una flagrante confabulación comparable al comercio de esclavos en la América colonial”.
El gobierno venezolano persigue, intima, captura y hace regresar a Cuba a médicos y otros profesionales de la salud que se niegan a realizar trabajos forzados o que intenten obtener su libertad para salir del país suramericano, según el documento judicial.
Los demandantes afirmaron que vivían hacinados en residencias alquiladas o en casas de personas afectas al régimen venezolano, mientras trabajaban sin la debida licencia para ejercer la medicina en la nación andina violando las leyes de ese país.
Los médicos y el enfermero fueron sometidos por funcionarios de seguridad de Cuba y Venezuela a una estricta vigilancia y control de sus movimientos, de sus relaciones, además de ser intimidados y coaccionados, de acuerdo con la demanda.
Los demandantes lograron escapar y llegar a Estados Unidos, país que les otorgó visas.
Esta sería la segunda demanda por presunta “esclavitud moderna” que se interpone en un tribunal de Miami.
En octubre de 2008, un juez dictaminó que el astillero Curacao Drydock Company debía indemnizar con 80 millones de dólares a tres cubanos que alegaron que fueron enviados por Cuba a trabajar en la reparación de barcos y plataformas marinas de Curazao bajo condiciones “inhumanas y degradantes” para pagar deudas.
Los abogados dijeron en esa ocasión que el fallo representaba la “primera vez que un tribunal de EE.UU. responsabilizó a una compañía que negocia con Cuba por trabajos forzados y abusos a los derechos humanos incurridos en forma concertada con el régimen cubano”.
Vía EFE

Link:

http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/144581/siete-medicos-cubanos-demandan-a-cuba-y-venezuela-por-esclavitud-moderna/