sábado, 26 de julho de 2014

Comunidade Ucraniana do Brasil realiza ato contra agressões da Rússia

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A Comunidade Ucraniana do Brasil realizou mais um ato contra as agressões da Rússia na Ucrânia, na manhã deste sábado 19/07.
Links com a repercussão do ato
Reveja: governo brasileiro firma acordos com o megalomaníaco Putin
REVEJA: Avião da Malaysia Airlines com 295 pessoas é derrubado por míssil na Ucrânia
Uma multidão de aproximadamente 300 pessoas se reuniu na Boca Maldita, em Curitiba e protestou em solidariedade ao povo Ucraniano, pela paz, soberania e contra as agressões russas no país, que inclusive resultaram na derrubada de um avião matando mais de 298 pessoas.

O embaixador da Ucrânia Rostyslav Tronenko e a embaixatriz Fabiana Tronenko estiveram presentes no ato.



Os pedidos de 'Putin fora da Ucrânia' ficaram bem claros. A Ucrânia vem sofrendo duros ataques dos separatistas pró-Rússia, tendo aviões militares abatidos e dezenas de mortos em diversas batalhas desde a expulsão do ex-presidente pró-Rússia Viktor Yanukovich.
Por conta da influência negativa, a Rússia está sendo isolada economicamente e sofrendo grandes sanções dos EUA e da União Européia.
Vídeo de Célio Borba
(Fotos e informações da Internauta Fernanda Skalisz Trento)



link:

 http://folhacentrosul.com.br/brasil/5421/comunidade-ucraniana-do-brasil-realiza-ato-contra-agressoes-da-russia

Rússia teria 'eliminado' oito oficiais para abafar derrubada do avião da Malaysia Airlines

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Novos relatos vão surgindo...
Segundo agência de notícias ucranianas, 08 oficiais russos da GRU teriam sido 'mortos', 'eliminados' por ordem de Moscou para 'abafar' o caso, e especialmente, ocultar definitivamente a 'autoria do crime'/dísparo do míssil que derrubou o avião matando 298 pessoas.
Segundo a Ucrânia, o sistema antiaéreo que teria derrubado o avião foi transportado para a Rússia, logo após a tragédia.
Fonte Original/link
LEIA TAMBÉM: Vítimas do avião da Malásia são transportadas em vagões refrigerados



link:
 http://folhacentrosul.com.br/geral/5423/russia-teria-eliminado-oito-oficiais-para-abafar-derrubada-do-aviao-da-malaysia-airlines

EUA afirmam que tropas ucranianas foram bombardeadas a partir da Rússia




Os Estados Unidos possuem evidências de disparos de artilharia efetuados contra posições ucranianas a partir da Rússia, indicou nesta quinta-feira uma autoridade americana.
Moscou também está planejando fornecer plataformas de lançamento de mísseis aos separatistas pró-russos no leste da Ucrânia, declarou à imprensa a porta-voz adjunta do Departamento de Estado, Marie Harf, explicando que as provas tinham sido obtidas pelos serviços de inteligência americanos.
Ainda segundo informações americanas, desde que uma aeronave da Malaysia Airlines foi derrubada em 17 de julho, as armas "continuam a atravessar a fronteira" para a Ucrânia, indicou Marie Harf, que evitou especificar a natureza dessas informações.
"Disparam artilharia a partir da Rússia para atacar o Exército ucraniano", afirmou.
No campo de batalha, os combates entre as forças de Kiev e rebeldes separatistas se concentram no controle da fronteira entre a Rússia e a Ucrânia, parcialmente ocupada por separatistas, o que permite aos insurgentes receber reforços de Moscou.

Pouco antes de sua renúncia nesta quinta-feira, o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, acusou indiretamente a Rússia de ter derrubado, com um míssil disparado por um caça, um dos dois aviões de guerra Sukhoi ucranianos abatidos quarta-feira na região.



link:

https://br.noticias.yahoo.com/eua-afirmam-tropas-ucranianas-foram-bombardeadas-partir-r%C3%BAssia-200016242.html

Nazismo volta a levantar a cabeça na Europa

Nazismo volta a levantar a cabeça na Europa

Em 5 de março de 1933, o partido nazi da Alemanha conseguiu um resultado brilhante nas eleições legislativas – 45%. Este foi o início que permitiu a Adolf Hitler mudar radicalmente o caminho da História mundial.

Hoje, a correlação de forças nos parlamentos europeus faz lembrar cada vez mais a situação existente há 80 anos. Há cada vez mais partidos de direita e de extrema-direita, cujas declarações e ações têm que ser tidas em conta pela maioria.
Nas eleições parlamentares e presidenciais nos países da União Europeia, os partidos de direita têm tido altos resultados.
A líder da Frente Nacional, Marine Le Pen, obteve 18% na primeira volta das eleições presidenciais francesas. Na Grã-Bretanha, o Partido da Independência, conseguiu em média 14% nas eleições locais. Os gregos deram 7% dos votos ao partido de extrema-direita Aurora Dourada nas eleições legislativas antecipadas.
Alguns analistas já comparam a disposição de forças nos parlamentos europeus e também nas ex-repúblicas soviéticas com a República de Weimar.
Por enquanto, os partidos de direita não têm a maioria nos parlamentos europeus mas podem formar coalizões e grupos parlamentares. Tal como há 80 anos, tudo isto acontece numa altura de crise econômica. Foi precisamente a crise que motivou o crescimento das tendências radicais, considera Vladimir Zorin, vice-diretor do Instituto de Etnologia e Antropologia da Academia das Ciências da Rússia:
“A União Europeia não resolve a questão do desenvolvimento equilibrado das várias regiões. Em muitos países, especialmente nos que perderam na Segunda Guerra Mundial, há sentimentos revanchistas. Este revanchismo é o motor do radicalismo e de tentativas de rever a História”.
Hoje, em países como a França, a Finlândia, a Áustria, a Grécia, as forças de direita deram um salto colossal. Elas são apoiadas por 10-15% da população, conforme os países. Estes eleitores, na sua maioria, são jovens e a parte mais ativa da sociedade, diz o vice-presidente do Centro de Comunicações Estratégicas, Dmitri Abzalov:
“A crise europeia levou ao crescimento dos mais diversos partidos radicais. Em grande parte, isso é produto dos padrões duplos em relação à condenação do nazismo. Na Ucrânia e nos países bálticos, o nazismo foi “perdoado” e justificado a nível oficial.
Na França e no Norte da Europa, as hipóteses de partidos radicais de direita terem representação parlamentar aumentaram significativamente, o que era difícil de imaginar há 5 ou 10 anos”.
A crise econômica deu possibilidade às forças políticas de tipo nacionalista de obterem um apoio sério entre a população. A crise também foi a razão do fracasso das ideias de multiculturalismo. Não aconteceu uma interpenetração de culturas e tradições, começou, pelo contrário, uma contraposição entre elas.
Na onda das ideias de direita, cada vez mais populares, começou a erosão do conceito de “nazismo”. Parte dos políticos, apoiados a nível oficial, estão até prontos a rever os resultados da Segunda Guerra Mundial, considera Vladimir Zorin.
“O mundo está no limiar de novas mudanças geopolíticas. Isto tem a ver com os acontecimentos no Norte de África, com o que se passa no mundo árabe. Em muitos lugares, a situação é tensa. Muitos tentam utilizar o nacionalismo e o racismo para resolver os problemas atuais. Isto é muito preocupante e um fator importante de uma destabilização futura. Por isso, todas as forças que defendem a verdade histórica, a continuação do desenvolvimento da Europa e do mundo em geral, devem estar vigilantes”.
A História já mostrou uma vez para onde podem levar as ideias nazistas. Aqueles que tentam construir algo em tão duvidoso fundamento provavelmente não se devem lembrar das palavras de George Santayana: “Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”.


link:
http://portuguese.ruvr.ru/2013_03_05/nazismo-volta-a-levantar-a-cabeca-na-europa/

Governo dos EUA quer deportar família cristã

Julio Severo
O governo americano está contestando a decisão de um tribunal que havia concedido asilo a uma família alemã que educa os filhos em casa. Autoridades americanas argumentam que a família cristã alemã, que estava sofrendo perseguição religiosa de autoridades alemãs, deveria ser deportada de volta para a Alemanha.
Família Romeike
Uwe e Hannelore Romeike fugiram da Alemanha em 2008 depois que as autoridades os multaram em milhares de euros e tiraram seus filhos à força porque eles estudam em casa. Em 2010, um juiz de imigração dos EUA concedeu asilo politico aos Romeikes — a primeira vez que um asilo foi concedido por causa de leis compulsórias de escolarização. O juiz comprovou que a família tinha medo legítimo de perseguição na Alemanha, onde um pequeno grupo de famílias que educam filhos em casa já foi preso e multado, até mesmo perdendo a guarda dos filhos.
Mas o Ministério de Segurança Nacional imediatamente se opôs à decisão do juiz. O ministro da Justiça dos EUA Eric Holder também entrou para a oposição, argumentando que a lei da Alemanha que proíbe a educação de filhos em casa não viola os direitos fundamentais da família cristã.
Será que a liberdade religiosa não mais é importante para os EUA? Ao que parece, não, principalmente se a vítima for seguidora de Jesus Cristo.
Semanas atrás o secretário de Estado John Kerry mal saiu do avião na Alemanha e envergonhou os Peregrinos e os fundadores dos EUA com o que é talvez a pior declaração sobre liberdade religiosa já feita. Kerry disse que os Estados Unidos protegem a liberdade religiosa porque “Nos EUA, as pessoas têm o direito de ser burras.”
Essa é uma declaração muito interessante vindo do governo americano. O Departamento de Estado dos EUA não só tem transformado os direitos homossexuais em sua prioridade máxima, mas vem também defendendo esses direitos no mundo inteiro. E se nações do Terceiro Mundo não os aceitarem, a assistência dos EUA lhes é negada. Os EUA estão determinados a impor seu imperialismo homossexual no mundo porque enxergam a perversão homossexual como mais importante do que a perseguição aos cristãos. E se você não vê tais interesses como prioridade máxima, a máquina de guerra cultural dos EUA rotulará você de “burro.”
O problema é que os Romeikes não fugiram da Alemanha por causa de tais interesses. Eles fugiram porque o governo alemão insiste em defender uma antiga lei do Terceiro Reich que proíbe os pais de educar os filhos em casa. A lei nazista está sendo usada agora para perseguir famílias cristãs que dão aulas escolares para seus filhos em casa.
Se for forçada a voltar para a Alemanha, a família cristã enfrenta multas imensas e penas criminais, e pode perder a guarda de seus cinco filhos em idade escolar.
Michael Farris, presidente fundador da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa, está processando o Ministério da Justiça dos EUA em favor dos Romeikes. Ele disse: “Fico realmente pensando no que aconteceria com os Peregrinos sob o atual governo dos EUA.”
Os Peregrinos têm muita sorte de não estarem vivos hoje para solicitar asilo nos EUA. Felizmente para eles, eles chegaram aos EUA num século que não era politicamente correto.
Eles queriam que os EUA fossem um porto seguro para cristãos perseguidos. Em vez disso, os EUA têm cada vez mais se tornado um porto seguro para ativistas homossexuais de outras nações. Li sobre ativistas gays do Brasil que obtiveram asilo nos EUA afirmando que há perseguição aos gays no Brasil.
O governo brasileiro concede milhões para grupos gays e seus projetos políticos. Eles têm o governo, os meios de comunicação e outras instituições poderosas — até mesmo a ONU — prostrados aos seus pés. Em contraste, os cristãos que pregam contra a conduta suja deles são ameaçados e perseguidos pelo governo e mídia do Brasil.
Mesmo assim, os homossexuais brasileiros conseguem obter asilo nos EUA.
Na “América livre” de hoje (livre para a sodomia), só Peregrinos gays receberiam as boas vindas. Autoridades de imigração lhes perguntariam: “Por que vocês estão vindo para os EUA?”
E eles poderiam responder: “Porque o governo brasileiro tem recusado nos dar bilhões de dólares para nossa abrangente causa de mudança da sociedade. Só recebemos alguns milhões. Isso é perseguição! Isso é ‘homofobia!’”
Entretanto, a absoluta burrice não é gays brasileiros recebendo asilo para se juntar a seus amantes americanos nos EUA e aumentarem seu poder de militância ideológica. O direito de ser burro, de acordo com Kerry, pertence às pessoas famintas pela liberdade de adorar a Deus e educar os filhos em casa, não aos indivíduos depravados famintos por imundos atos sexuais homossexuais.
Nessa perspectiva progressista, o amor ao sexo anal torna o indivíduo brilhante e inteligente, merecedor de boas vindas aos EUA para gozar todos os benefícios.
Nessa perspectiva, os Peregrinos — e qualquer cristão fiel ao Senhor Jesus Cristo e Sua Palavra — são simplesmente burros.
Por favor, orem pela família Romeike. Eles chegaram aos EUA no século errado!
Com informações de Daily Mail, World Magazine, Charisma e WND.
Leitura recomendada:
Sobre o Ministério de Segurança Nacional:
Governo americano e imperialismo homossexual:
Governo americano e asilo:



link:


http://juliosevero.blogspot.com.br/2013/04/governo-dos-eua-ameaca-deportar-familia.html

Shimon Peres entrega presidência de Israel a Reuvin Rivlin





O presidente israelense, Shimon Peres, símbolo do diálogo com os palestinos, deixou suas funções nesta quinta-feira, em plena ofensiva contra a Faixa de Gaza.
Seu sucessor, Reuven Rivlin, eleito pelos deputados em 10 de junho, fez seu juramento em uma cerimônia discreta na Knesset, o parlamento.
"Em vosso nome e sob vossa autoridade, assumo a partir de hoje a função de décimo presidente do Estado de Israel", declarou Rivlin, ante o governo israelense, depois de ter prestado juramente sobre o Antigo Testamento.
Os prefeitos e outros dirigentes municipais de localidades expostas aos disparos de foguetes de Gaza foram convidados para o ato para "mostrar que o mais importante hoje em Israel é a operação 'Barreira Protetora'", a operação militar israelense contra o Hamas palestino, afirmaram em um comunicado conjunto o novo presidente Rivlin e o presidente da Knesset, Yuli Edelstein.
Reuven Rivlin, do Partido Likud, foi eleito o 10º presidente de Israel com 63 votos contra seu adversário, o centrista Meir Sheetrit, que recebeu o apoio de 53 dos 120 deputados do parlamento.
Rivlin, conhecido pelo caráter afável e por seu extravagante senso de humor, faz parte da ala mais radical do Likuk, rejeita a criação de um Estado palestino e apoia a política de colônias nos territórios palestinos ocupados.
Advogado de profissão e com 74 anos, também é famoso por sua defesa da democracia e dos direitos civis, que lhe valeram o respeito da esquerda e, inclusive, da minoria árabe israelense.
Duas vezes presidente do Parlamento, ele substituirá Peres, que, com seu carisma e popularidade, aproveitou os sete anos de mandato para promover uma mensagem a favor da paz.
Os analistas consideram que a saída de Peres implicará uma mudança de rumo na presidência, que priorizará os assuntos internos do país, e não a política internacional.
"Rivlin não será o presidente do Estado de Israel, e sim da 'Grande Israel'. Aproveitará o cargo de presidente para fazer avançar a colonização na Cisjordânia", lamentou recentemente um analista do jornal de esquerda Haaretz.
Apesar de suas divergências públicas, Rivlin recebeu finalmente o apoio do primeiro-ministro e companheiro de partido, Benjamin Netanyahu, que havia tentado convencer o Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto Elie Wiesel a se candidatar para o cargo contra ele.
A função de presidente é basicamente protocolar em Israel, já que o poder executivo está nas mãos do chefe de Governo.
Apesar disso, Shimon Peres, de 90 anos, soube utilizar seus sete anos de mandato para promover uma mensagem a favor da paz e em várias ocasiões rompeu sua neutralidade institucional a ponto de ser visto como o único opositor de Netanyahu.
Peres expressou a todo momento sua opinião em questões sensíveis como o processo de paz com os palestinos, as relações estratégicas com seu aliado americano ou o programa nuclear iraniano.

Nesta linha, o Nobel da Paz 1994 acusou publicamente em maio passado Netanyahu de ter feito fracassar, em 2011, o acordo de paz negociado em segredo com os palestinos.



link:

https://br.noticias.yahoo.com/presidente-israel-deixa-cargo-meio-ofensiva-131312451.html

Após críticas, Israel afirma que Brasil é 'anão diplomático'




Após críticas à postura israelense no conflito com palestinos na Faixa de Gaza, o Ministério das Relações Exteriores de Israel, por meio de seu porta-voz Yigal Palmor, afirmou que o Brasil é um "anão diplomático".



"Essa é uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua sendo um anão diplomático", afirmou Palmor ao The Jerusalem Post ao comentar as declarações do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, que considerou "inaceitável" o conflito na Faixa de Gaza, ponderando que Israel usou "força desproporcional" nas ofensivas.

Ainda sobre as afirmações brasileiras, Palmor afirmou que esse tipo de declaração tem "relativismo moral que faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante". O Brasil foi um dos 29 países que votou na última quarta-feira (23) pela investigação das ações de Israel em Gaza.






link:

https://br.noticias.yahoo.com/ap%C3%B3s-cr%C3%ADticas--israel-afirma-que-brasil-%C3%A9--an%C3%A3o-diplom%C3%A1tico-144717498.html