sábado, 25 de julho de 2015

24/07/2015
 às 19:21 \ Direto ao Ponto

FHC precisa ensinar a Lula que homens honrados não têm nada a conversar com quem só sabe falar a linguagem da infâmia

Lula anunciou no começo do mês a descoberta da fórmula que garantiria à detentora do recorde mundial de rejeição a reconquista do título de campeã brasileira de popularidade: bastaria abandonar por uns tempos o local do emprego e sair por aí tapeando plateias que amam vendedores de fumaça. “Ela conviveu muito tempo comigo e sabe que, nas horas difíceis, nas horas mais difíceis, não tem outra alternativa a não ser encostar a cabeça no ombro do povo”, pontificou o doutor honoris causa em bravata & bazófia. “É preciso conversar com ele, explicar quais são as dificuldades e quais são as perspectivas”.
Para sorte da afilhada, nem o padrinho onisciente sabe onde fica essa parte da nação: se Dilma conseguisse encostar a cabeça no ombro do mundaréu de indignados, vaias e panelaços nunca antes ouvidos neste país produziriam estragos de bom tamanho no aparelho auditivo presidencial. Prudentemente, o neurônio solitário só se aproximou de plateias que aplaudem até acessos de tosse.  Nem por isso escapou de afundar mais alguns metros na pesquisa divulgada pela Confederação Nacional dos Transportes. A mulher que não diz coisa com coisa talvez adiasse o afogamento se não tivesse dito tanta coisa de assustar doido de pedra.
Entre outros prodígios, saudou a conquista da mandioca, ordenou à homenageada que comungasse com o milho, descobriu a mulher sapiens, inventou o etanol que dá em planta, pintou de verde e amarelo o combustível brasileiríssimo, virou mais uma vez a página do Petrolão que a Operação Lava Jato ainda está escrevendo e enxergou na roubalheira da Petrobras a versão 2015 da Inconfidência Mineira, fora o resto. A bula do remédio receitado por Lula decerto omitiu a lista de efeitos colaterais. Um deles deixa com cara de suplente de vereador presidentes da República reeleitos seis meses antes.
O formidável fiasco não desativou a fábrica de ideias de jerico, revelou aFolha nesta quarta-feira. Acuado pela enxurrada de más notícias procedentes de Curitiba, Lula resolveu transformar Fernando Henrique Cardoso na corda que vai resgatá-lo do buraco negro em que se meteu. Sempre sinuoso, valeu-se de emissários para saber se FHC toparia um encontro clandestino. Gente que mente só se sente à vontade em conversas a dois: a ausência de testemunhas permite a divulgação de versões sem qualquer compromisso com a verdade.
É o que faria o camelô de empreiteira se o alvo do truque não tivesse desmontado a armadilha com um email publicado pela Folha: “O presidente Lula tem meus telefones e não precisa de intermediários. Se quiser discutir objetivamente temas como a reforma política, sabe que estou disposto a contribuir democraticamente. Basta haver uma agenda clara e de conhecimento público”. Os acólitos juram que o chefe da seita estendeu a mão ao inimigo por amor à pátria. Quer ajuda para manter Dilma no emprego. Papo de 171. Lula só pensa em Lula. O que pretende é salvar-se a si próprio — e prorrogar a sobrevida do sonho de voltar ao gabinete presidencial.
O que FHC precisa ouvir é a voz do país que presta. Não se tira para uma valsa quem só sabe dançar quadrilha. E o sentimento da honra não foi revogado pela era da canalhice. Desde 2003, quando acusou o antecessor de ter-lhe repassado uma “herança maldita”, o grande farsante não parou de atribuir ao homem que o derrotou duas vezes (ambas no primeiro turno) todos os males do Brasil. Primo da inveja, o ressentimento nunca passa. Há dois meses, o governante que jamais leu um livro atribuiu ao sociólogo brilhante até a paternidade do escândalo nascido e criado na cabeça baldia do chefão do bando gerenciado por José Dirceu.
“Quem criou o Mensalão foi o governo do FHC, quando estabeleceu a reeleição no país”, fantasiou em 12 de maio o São Jorge de bordel. A invencionice cafajeste foi reprisada uma semana depois: “Se o FHC quisesse falar de corrupção, ele precisaria contar para este país a história de sua reeleição”, reincidiu o palanque ambulante em 20 de maio. “Eu espero que, com a mesma postura com que ele foi agredir o PT ontem à noite na TV, ele diga ─  se não quiser dizer para mim não tem problema, eu sei como foi. Senta na frente do seu neto e conta pra ele”. Caso sobrasse tempo, o avô também deveria confessar que quebrou três vezes o Brasil.
Por que Lula e Dilma querem agora ouvir o que pensa o Grande Satã? Por que o maior dos governantes desde Tomé de Souza anda mendigando encontros com o ex-presidente que o obrigou a reconstruir a nação em frangalhos? Porque sempre que se vê em apuros o espertalhão de ópera-bufa faz qualquer negócio para safar-se da enrascada. Até vender a mãe em suaves prestações e entregá-la em domicílio. Ou fingir que não liga o nome à pessoa quando alguém pergunta se conhece Rosemary Noronha.
Por Ruth Cardoso e por milhões de vítimas da grande farsa, por tudo isso e muito mais, Fernando Henrique tem o dever de ensinar a Lula que gente honrada não desperdiça palavras com quem só sabe falar a linguagem da infâmia.
25/07/2015
 às 12:18 \ Cultura

O senso do ridículo: a geração “Facebook” não se importa com suas gritantes contradições

Poser. É esse o nome que se dá aos que usam as redes sociais para posarem de bonzinhos, para mostrarem aos mil “amigos” como são engajados, abnegados, “conscientes”. Só andam de bike pois querem preservar o planeta, seus filhos só pensam em como salvar as baleias ou as crianças africanas, são super esclarecidos e “tolerantes”, pensam 24 horas por dia em “justiça social” e detestam a insensibilidade dos gananciosos, que são sempre os outros. Mas claro que, na prática, não é nada disso.
Em artigo de hoje na Folha, Ricardo Mioto fala desse “duplipensar” orwelliano dos que perderam o senso do ridículo, incapazes de perceber suas gritantes contradições. Pondé os chama de “inteligentinhos”, e eu os dissequei em Esquerda Caviar. Sem eufemismo, o fenômeno lida com a velha e conhecida hipocrisia. Mioto cita alguns exemplos engraçados:
Em tempos de economia na vala, é achar que juros altos da dívida pública são uma desgraça que só favorece uma classe de rentistas, mas não ver problema se governo gasta mais do que arrecada, adiando a conta.
É ligar o mercado financeiro à voz da elite, mas defender generosos subsídios a empresários bilionários via BNDES.
É crer que cabe ao Estado decidir taxas de retorno da iniciativa privada, forçá-la a ser sócia da Petrobras (que parceira!) e depois lamentar que interessados em investir… ué, sumiram.
No campo social, é achar que a mulher que aborta é dona do seu corpo e destino, mas desdenhar a herege que faz cesárea (parto “não humanizado”) ou desacelera a carreira porque é feliz cuidando dos filhos.
É mudar a análise do crime conforme a conveniência ideológica. É dizer, com óbvia razão, que estupradas não podem ser responsabilizadas pelo ocorrido, mas atribuir roubos à ostentação do paulistano, como faz Leonardo Sakamoto.
É atacar o machismo entre nós, mas, por relativismo cultural, calar ante atrocidades contra mulheres por islâmicos.
[...]
É papagaiar sua opção política pelos pobres, mas demonizar o agronegócio, cuja produtividade significa comida mais barata no mercado –quanto menos dinheiro tem uma família, maior o impacto da alimentação no orçamento.
É dizer que a criança deve ser alfabetizada quando se sentir pronta, sem “opressões”, mas saber que isso só vale para os filhos dos outros –os nossos vão ao colégio Bandeirantes, estudar norma culta e tabuada.
[...]
Para ficar na Folha, sei que pega melhor no Facebook compartilhar, digamos, o Gregorio Duvivier do que o Alexandre Schwartsman. Aliás, Alexandre quem? Tem canal de humor no YouTube? Não, é o cara que escreve sobre… superavit. Uau.
O único porém é que botar a carência a serviço da lógica não costuma dar muito certo.
Não costuma dar nada certo. Mas quem liga para os resultados efetivos, não é mesmo? Com certeza essa turma não dá a mínima. O lance é só a aparência, a imagem, tanto aquela para os outros, como aquela refletida de forma deturpada no próprio espelho. Essa gente, só porque repete chavões sensacionalistas e compartilha textos ridículos de Sakamoto e Duvivier, já se sente a alma mais nobre que vagou pelo planeta. Estão contra os “gananciosos”, a “elite”, os “insensíveis”. Como é fácil a vida dos hipócritas!
O monopólio dos fins nobres dispensa o chato debate calcado em argumentos e fatos. A demonização dos adversários ideológicos, tratados como inimigos, é suficiente para a sensação de regozijo pela suposta superioridade moral. A repetição de slogans elimina a necessidade de estudo aprofundado sobre os assuntos. Os aplausos dos pares, todos em busca dos mesmos objetivos, garante o peso da quantidade, e a manada sempre compensou parcialmente a mediocridade individual.
A turminha perdeu mesmo qualquer senso do ridículo. O negócio é ser ganancioso, da elite, insensível e intolerante com qualquer divergência, mas depois acusar os outros de tudo isso, diante de um espelho, e seguir a vida como se Madre Tereza de Calcutá devesse se curvar diante de tanta nobreza e altruísmo, enquanto o papa Francisco deveria logo de uma vez pedir sua canonização urgente. Amém!
Rodrigo Constantino

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Obama Redefinirá a Família para o Mundo?

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 24 de julho (C-Fam) O fato de que o governo de Obama colocou direitos LGBT como prioridade da política externa dos EUA tem provocado repercussão negativa contra os direitos LGBTs em muitas partes do mundo. Mas depois de fracassos frequentes para redefinir a família para incluir a homossexualidade, algo pode estar para mudar na sede da ONU.
A campanha de vários anos de Obama para descartar a antiga tradição da Declaração Universal de Direitos Humanos que diz que a família é a “unidade natural e fundamental da sociedade” poderá surtir efeito enquanto a ONU celebra o aniversário de 70 anos de sua fundação em setembro deste ano, e um novo acordo sobre desenvolvimento for adotado pelos líderes mundiais.
Os delegados da ONU estão mergulhados nas duas semanas finais de negociações para lançar um enorme plano novo de desenvolvimento da ONU para lidar com a pobreza e promover desenvolvimento econômico e social que seja favorável ao meio-ambiente. Os assuntos para negociação são muitos, mas no fundo da mente de todos está também o destino da família.
A Declaração Universal de Direitos Humanos e outros acordos obrigatórios e não obrigatórios da ONU reconhecem a família como resultante da união de um homem e uma mulher que livremente casam. As leis e políticas internacionais estabelecem normas para crianças nascidas em situações irregulares ou fora do casamento para que não sofram discriminação, e proteções especiais para mães solteiras, mas não reconhecem relações de mesmo sexo como capazes de constituir uma família.
Em anos recentes os países membros da ONU têm rejeitado a frase “várias formas da família” em acordos da ONU, pois os países da América do Norte e da Europa a veem como reconhecendo “famílias” de mesmo sexo, e não parece que tal linguagem pode terminar num acordo da ONU tão cedo.
Delegados do mundo todo disseram ao C-Fam, que publica o Friday Fax, que os diplomatas dos EUA nos níveis mais elevados estão pressionando capitais e missões para pedir que os países suavizem sua postura sobre linguagem de família em resoluções da ONU. As delegações que não conseguem apoiar direitos LGBT são geralmente solicitadas a se abster e não comparecer para as votações sobre resoluções. Nesse caso, elas são solicitadas para se abster de propor linguagem da Declaração Universal de Direitos Humanos.
Até mesmo os inimigos ferrenhos de direitos LGBT parecem prontos para rejeitar linguagem enraizada que declara a família como a “unidade natural e fundamental da sociedade.” Uma exceção são as declarações fortes de países africanos.
Um delegado de Camarões disse na Assembleia Geral que sua delegação queria ver “família” e “cultura” reconhecidas no acordo final.
O embaixador Usman Sarki da Nigéria estava também inflexível na postura de ver a família natural refletida no resultado final e não “várias formas da família.”
Sarki disse: “Não existe justificativa racional possível para os países membros se sentarem num conclave sobre questões que não darão para ser implementadas em nível nacional.” Numa referência à pressão em favor de direitos LGBTs, ele disse: “O aborto, por exemplo, ou reconfiguração da família, ou endossar conduta que vai contra a convicção de práticas tradicionalmente aceitas.”
O reconhecimento de “famílias” de mesmo sexo pode ainda estar longe, mas se o governo de Obama conseguir o que quer e convencer os países membros da ONU a abandonar a Declaração Universal de Direitos Humanos, pode preparar o caminho para o reconhecimento futuro de relacionamentos homossexuais como família nas leis e políticas internacionais.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax


link:

http://juliosevero.blogspot.com.br/2015/07/obama-redefinira-familia-para-o-mundo.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+JulioSevero+(Julio+Severo)

Pergunta aos “progressistas”: vocês realmente acham que um moleque estupra e mata porque não teve aulas de matemática?


link:

http://gracanopaisdasmaravilhas.blogspot.com.br/2015/07/pergunta-aos-progressistas-voces.html

Popularidade do governo Dilma cai e apoio a impeachment aumenta, diz CNT/MDA

Maria Carolina Marcello
Comentário de Julio Severo: Como diz a reportagem do serviço noticioso internacional Reuters, a economia elege e derrota, independente se o governo é de esquerda ou direita. O governo conservador da Espanha está passando por apuros e sofreu grandes derrotas municipais nas últimas eleições, por causa da economia enfraquecida. Nas próximas eleições, o povo espanhol vai querer votar na esquerda para sair da crise econômica e, se não funcionar, volta a votar na direita, e assim por diante. A Guatemala, um dos únicos países com governo direitista na América Latina, tem um presidente que já foi chefe do Estado maior das forças armadas. Seu governo tem tido posturas públicas, até mesmo na ONU, contra o aborto e a agenda gay, sendo por isso criticado pelo governo dos EUA. Além disso, o governo desse presidente (Otto Pérez Molina), que já foi um dos grandes líderes militares de seu pais, tem sido marcado por uma das menores cargas tributárias do continente americano. Mas os constantes escândalos e corrupções, inclusive pedidos de impeachment do presidente direitista, fazem lembrar o Brasil, embora seus presidentes estejam em polos ideológicos opostos. O exemplo do Brasil, Espanha e Guatemala mostra que se a economia não está bem, os eleitores pouco se importam se o presidente é contra ou a favor do aborto e da agenda gay. O povo vota mais pensando no bolso e benefícios do que em valores morais imutáveis. Eis a reportagem completa da Reuters:
BRASÍLIA (Reuters) — A avaliação do governo Dilma Rousseff sofreu nova queda devido principalmente à piora do quadro econômico, mostrou pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, que apontou ainda um aumento do percentual de entrevistados favoráveis ao impeachment da presidente.
Segundo a pesquisa, a economia teve papel central na percepção que a população tem do governo, mas a instabilidade política e as denúncias de corrupção também tiveram peso. Para 60,4 por cento, a crise econômica é a mais grave, enquanto 36,2 por cento consideram que a crise política está mais séria.
“A crise econômica elege, a crise econômica derrota, isso é histórico para todo mundo”, disse a jornalistas o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade. “A economia vai eleger, a economia vai derrotar.”
Apenas 7,7 por cento dos entrevistados veem o governo Dilma como ótimo ou bom, enquanto 70,9 por cento têm uma avaliação negativa. Em março os números eram, respectivamente 10,8 e 64,8 por cento.
A avaliação positiva do governo atual é a pior da série histórica das pesquisas de opinião da CNT, ficando abaixo dos 8 por cento registrados para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em setembro de 1999.
O levantamento apontou, por exemplo, que apenas 6,8 por cento consideram que será possível resolver a crise econômica em até um ano. A maioria dos entrevistados, 61,7 por cento, responderam que a resolução da crise levará pelo menos três anos.
Metade dos consultados, exatos 50 por cento, respondeu que teme ficar desempregado, enquanto 43,7 por cento negaram ter essa preocupação.
LAVA JATO
A fragilidade econômica e as turbulências na seara política provocaram o aumento do apoio a um eventual impeachment de Dilma. De acordo com o levantamento, agora são 62,8 por cento a favor, ante 59,7 por cento na pesquisa anterior. A margem de erro da pesquisa divulgada nesta terça-feira é de 2,2 pontos percentuais.
As investigações conduzidas pela Polícia Federal para apurar denúncias de corrupção na Petrobras contam com o conhecimento de boa parte da população, segundo a sondagem – 78,3 por cento responderam que “têm acompanhado” ou que “ouviram falar” da operação Lava Jato. Segundo o presidente da CNT, as denúncias ajudaram a puxar para baixo a avaliação do governo.
Andrade, que foi vice do senador Aécio Neves (PSDB-MG) quando o parlamentar governou Minas Gerais, cita ainda a dificuldade de articulação de Dilma com o Legislativo e as turbulências que enfrenta no Congresso como fatores que contribuem para que as pessoas tenham uma avaliação negativa do governo no âmbito político.
Entre os que têm acompanhado ou ouviram falar do noticiário sobre a Lava Jato, 69,2 por cento consideram a presidente Dilma culpada pela corrupção investigada pela Polícia Federal. Na pergunta seguinte, se consideravam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva culpado pelas irregularidades, 65 por cento responderam afirmativamente.
Em seguida, o MDA perguntou ao universo de entrevistados que têm acompanhado a Lava Jato quem consideram "o maior responsável" pela corrupção. A maior parte, 40,4 por cento, apontou o governo, enquanto outros 34,4 por cento acreditam que os maiores responsáveis são os partidos políticos.
AÉCIO À FRENTE DE LULA
A pesquisa simula ainda cenários eleitorais. Em um deles, Aécio teria uma liderança folgada sobre Lula se a eleição presidencial fosse hoje.
O senador mineiro teria 35,1 por cento das intenções de voto, contra 22,8 por cento de Lula e 15,6 por cento da ex-senadora e terceira colocada na disputa de 2014, Marina Silva.
Segundo a sondagem, 44,8 por cento acreditam que se Aécio tivesse vencido no ano passado seu governo estaria melhor do que o de Dilma. Mas 36,5 por cento acham que o governo do tucano estaria igual ao da petista, enquanto apenas 10,9 por cento imaginam que estaria pior.
O instituto MDA ouviu 2.002 pessoas entre os dias 12 e 16 de julho, na pesquisa encomendada pela CNT.
Fonte: Reuters
Divulgação: www.juliosevero.com




link:


http://juliosevero.blogspot.com.br/2015/07/popularidade-do-governo-dilma-cai-e.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+JulioSevero+(Julio+Severo)

Luciana Genro e Coronel Telhada discutem redução da maioridade penal