segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

NÃO TEM MAIS VOLTA. O IMPEACHMENT DA DILMA JÁ É UM FATO IRREVERSÍVEL, APESAR DA MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA.

Este vídeo acima mostra uma cena das manifestações deste domingo. É em Fortaleza, capital do Ceará, outrora um reduto do PT.
Quem acompanha o noticiário político apenas pela grande mídia brasileira não tem ideia do que rolou no Brasil neste domingo nas manifestações pró-impeachment da Dilma e #ForaPT. Os jornalistas da grande mídia, esse bando de sabujos do PT em conluio com mega empresários e banqueiros ladrões, continuam mentindo, distorcendo os fatos, promovendo a desinformação e o boicote a qualquer iniciativa de combate a esse turbilhão de escândalos e roubalheiras bilionárias.

Basta acessar as redes sociais. São centenas de fotos e vídeos colhidos em diferentes regiões deste imenso Brasil. É claro que estas manifestações foram menores em termos numéricos se comparadas com as anteriores. Todavia levando-se em conta o fato de que foram unica e exclusivamente mobilizadas pelas rede sociais em curtíssimo espaço de tempo e ainda por cima às vésperas do Natal realizando-se num domingo ensolarado de altas temperaturas, as manifestações foram um sucesso de ponta a ponta do país já que ocorreram em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal. 
O centrão de Curitiba atolado de gente. Acima o melhor Feliz Ano Novo! Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas.
Entretanto, o grosso do noticiário da grande imprensa nacional tenta de todas as formas minimizar o protesto e promove a desinformação com base em orientações do Feira, o marketeiro do PT instalado dentro do Palácio do Planalto, versão cabocla de Goebbels, o homem que operou o sistema de desinformação do nazismo.

O principal pilar, já corroído pelas evidências, que ainda sustenta o PT no poder é a grande mídia nacional. Basta compulsar os jornais da época em que Collor renunciou para escapar do impeachment. Por que isso? Ora, porque naquele interregno da história política brasileira os fatos correspondiam aos interesses do movimento comunista integrando-se portanto na narrativa esquerdista construída a partir de 1990 quando Lula e Fidel Castro fundaram o Foro de São Paulo, portanto dois anos antes da queda de Collor.
Cenas na Av. Paulista em São Paulo que grande mídia não destaca. Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas
Os fatos atuais diferem fundamentalmente dos eventos que ensejaram o impeachment de Collor. Já nem falo sobre os motivos do impeachment que, no caso da Dilma, são tão consistentes quanto estarrecedores, já que levaram o Brasil à débâcle econômica, hoje listado pelas agência de risco como um país caloteiro. Acrescente-se a isso o esgarçamento do tecido social derivado do transformismo dos valores morais e éticos e da impunidade que transformaram o Brasil num caldeirão de violência.

Toda esta realidade é zelosamente escamoteada e/ou edulcorada pelos jornalistas à soldo do PT que controlam todas as redações da grande imprensa nacional. 

Por tudo que acabei de discorrer de forma muito sintética, as manifestações que cobriram o Brasil de verde e amarelo neste domingo, as cores da nossa Bandeira até então esmaecidas pelo funesto ataque vermelho, foram um sucesso total.

Quanto ao processo do impeachment. Ora, seguirá em frente. Os fatos acabaram confluindo para o Supremo Tribunal Federal, por obra e graça de Edson Fachin, um ministro lacaio do PT que carregou a lama do petrolão para dentro da mais alta Corte do Judiciário. 

Ao que parece os ministros que honram a toga dentro da dita egrégia Corte já sentiram o cheiro acre de carne queimada. Se anuírem ao ato solerte do chicaneiro do PT, sabem que terão o troco da Nação enfurecida. Passarão os resto de suas vidas se escondendo e com medo da própria sombra.

O impeachment da Dilma está posto. Não tem mais volta.


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Entrevista exclusiva com William J. Murray, defensor dos cristãos perseguidos

Julio Severo
William J. Murray, que é conhecido nos Estados Unidos por seu incrível trabalho de ajudar cristãos perseguidos, é o filho de uma das ateístas e marxistas mais famosas dos Estados Unidos, Madalyn Murray O’Hair, fundadora da organização Ateus Americanos. Quando ela matriculou William na escola no início da década de 1960, ela ficou enfurecida com orações e menções a Deus no ambiente escolar. Ela processou a escola. O processo legal dela levou a uma decisão histórica do Supremo Tribunal dos EUA oficialmente proibindo a leitura da Bíblia em escolas americanas em 1963.
Mike Huckabee e William J. Murray
Se há um americano hoje que pode explicar sobre o efeito maligno do ateísmo e marxismo é William Murray. Sua história é de tragédia marxista e redenção cristã.
Tenho a honra de ter o Dr. Murray como meu convidado especial para esta entrevista exclusiva para o público brasileiro. Ele é o presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa em Washington, DC, a capital dos Estados Unidos. Por mais de três décadas, ele está na vanguarda da defesa da liberdade religiosa dos cristãos. No início da década de 1980, ele foi diretor de Freedom’s Friends (Amigos da Liberdade), uma organização que dava ajuda para as vítimas do comunismo no mundo inteiro. Na década de 1990 ele fundou a primeira editora comercial de Bíblias na União Soviética. Durante muitos anos suas organizações operavam turismo evangelístico na União Soviética para distribuir Bíblias e pregar o Evangelho.
William J. Murray e Ted Cruz
Quando a União Soviética se desmoronou e países foram libertos do governo comunista William Murray alertou sobre uma grande guerra santa islâmica que estava para vir contra o Ocidente secular. Em 11 de setembro de 2001, ele estava dirigindo seu carro e passando pelo prédio do Pentágono em sua ida a uma coletiva de imprensa em apoio à Lei da Paz no Sudão quando um avião da American Airlines, voo 77, atingiu aquele prédio. Antes do final de setembro, Murray publicou anúncios nos jornais dos EUA apontando para o fato de que não havia nenhuma diferença perceptível entre o governo saudita e o governo talibã.
De seu escritório na capital dos EUA, William J. Murray continua a trabalhar pelos direitos dos cristãos nos EUA e cristãos perseguidos no mundo inteiro. Sob sua orientação, a Coalizão de Liberdade Religiosa ajuda refugiados cristãos do Iraque e Síria e também famílias cristãs palestinas e escolas cristãs na Margem Ocidental. Ele faz muitas viagens ao Oriente Médio e África. Ele tem feito parte de uma missão de levantamento de dados em regiões como Kosovo, Sudão, Marrocos, Iraque, Síria, Líbano, Jordânia e China.
Ele também dirige o programa Natal para os Refugiados que conduz banquetes de Natal para crianças refugiadas cristãs do Iraque e Síria.
Rand Paul e William J. Murray
William J. Murray tem sido entrevistado nas grandes redes de televisão dos EUA, inclusive ABC, CBS, CNN e NBC e também em vários programas da Fox News. Ele é um convidado regular em muitos programas de rádio nos EUA. Ele dá também palestras em muitas conferências e eventos cristãos anualmente. Ele é autor de sete livros, inclusive sua autobiografia best-seller “My Life Without God” (Minha Vida Sem Deus), mostrando em detalhes sua infância no lar problemático da líder ateísta marxista Madalyn Murray O’Hair.
A opinião dele é que os EUA deveriam trabalhar com a Rússia para combater a maior ameaça à civilização ocidental: o islamismo radical — conforme relatado por ele num artigo do WND (WorldNetDaily) intitulado “A principal ameaça para os EUA e a Rússia: O islamismo radical, não os EUA ou a Rússia.” Franklin Graham, presidente da Associação Evangelística Billy Graham, tem a mesma opinião.
Agora, eis a entrevista dele:
Julio Severo: Você tem uma organização para ajudar cristãos perseguidos pelo Estado Islâmico na Síria e Iraque. Você poderia falar sobre o que está acontecendo com esses cristãos?
William J. Murray: Não só o Estado Islâmico, mas grupos ligados à al-Qaeda tais como o al-Nusra perseguem os cristãos na Síria. Em casos extremos, homens e meninos cristãos no início da adolescência são degolados por recusarem se converter para o islamismo. Alguns são crucificados. Muitas mulheres cristãs casadas são forçadas em casamentos temporários com combatentes. Muitos desses tão chamados “casamentos” duram não mais que uma hora. Algumas mulheres enfrentam até dez desses “casamentos” por dia, os quais são realmente estupros com a permissão dos líderes religiosos muçulmanos. Meninas cristãs mais novas que são virgens são forçadas em casamentos permanentes com combatentes islâmicos.
Na Síria e nas regiões controladas pelo Estado Islâmico do Iraque, os cristãos são expulsos de seus lares. Em Mosul, no Iraque, cristãos foram expulsos e seus lares foram dados a seus vizinhos muçulmanos. A população de cristãos no Iraque havia sido reduzida em 75% na década passada.
Julio Severo: Você já viajou e conversou pessoalmente com cristãos perseguidos na Síria e Iraque? Como é essa experiência?
William J. Murray: Viajei para a Jordânia, Líbano e Iraque em muitas ocasiões. Minha última visita à Jordânia e Iraque ocorreu em setembro de 2015. Eu viajei para as regiões curdas do Iraque perto de Irbil de onde muitos dos cristãos de Mosul e a Planície de Nínive fugiram. Ouvi pessoalmente depoimentos de horror de assassinato, roubos e estupros cometidos contra cristãos por vários grupos islâmicos, alguns dos quais são grupos sírios apoiados pelos Estados Unidos num esforço de derrubar o governo secular da Síria e estabelecer um governo sunita aprovado pela Arábia Saudita.
Julio Severo: Em nossa conversa telefônica, você disse que a igreja muitas vezes se esqueceu da caridade porque o governo vem dominando a “assistência aos pobres,” sem amor e atos voluntários, mas forçando os cidadãos a pagar por seus programas de bem-estar social. Você poderia falar mais sobre isso?
William J. Murray: Como cristãos somos instruídos pelo Novo Testamento a cuidar dos que estão em necessidade. Com esse intuito, em toda a história a igreja tem provido para os pobres, as viúvas e os órfãos até o século XX. Os Estados Unidos têm centenas de hospitais com nome de santos ou com nomes denominacionais neles. A maioria deles foi aberta como iniciativas de caridade. Esses hospitais foram vendidos para empresas particulares, são hoje operados por prefeituras ou são operados por igrejas em favor do governo. Os hospitais cristãos agora recebem a maior parte de seu financiamento do sistema público de saúde. Como consequência, esses hospitais são obrigados a trabalhar conforme a orientação do governo.
Falando sem rodeios: A igreja abdicou da responsabilidade dada por Jesus e seus discípulos. Em vez de ministrar para os pobres, agora as igrejas dão aulas para ensinar os pobres como receber mais do governo. Algumas igrejas hoje dirigem creches e outros serviços financiados pelo governo mediante um lucro para a igreja. A preocupação é o financiamento do governo federal manter elevado número de funcionários, não o Evangelho.
Julio Severo: Como é que a igreja poderia ajudar as viúvas e os órfãos sem depender do governo?
William J. Murray: Uma igreja deveria prover as necessidades dos pobres em sua comunidade conforme melhor puder com os recursos que tem. Contudo, a igreja não deveria se tornar um instrumento de César na comunidade.
Julio Severo: Como foi que você ficou conhecendo os perigos do governo substituindo a caridade voluntária e atos de amor?
William J. Murray: Só precisamos olhar para o resultado quando as igrejas são orientadas que uma cruz não pode ser exibida numa sala de aula e que uma oração não pode ser oferecida antes de as crianças comerem a merenda paga pelo governo. Se é preciso excluir o Evangelho por causa do dinheiro do governo, então as verbas ou serviços governamentais se tornaram um deus para a igreja, em vez do Deus a quem servimos.
Julio Severo: Então no passado, você achava que o controle governamental sobre tudo, inclusive assuntos de família e Cristianismo, era a solução. Poderia você falar mais sobre suas opiniões socialistas passadas sobre intrusão governamental?
William J. Murray: Fui criado num lar marxista e na minha infância, aulas de marxismo-leninismo eram minha escola dominical. Minha família não era socialista, mas marxista e existe uma diferença imensa, pois há vários tipos de socialismo, inclusive o nacional socialismo, que é a espécie nazista. O socialismo da Europa é um socialismo cultural que é financiado pelo capitalismo. Isso não é marxismo. Na sociedade verdadeiramente marxista, todas as propriedades e meios de produção pertencem ao Estado. A definição mais pura de marxismo é “De cada um de acordo com sua capacidade, para cauda um de acordo com sua necessidade.” Explicando de outra forma: “Trabalhe o máximo que puder e coloque tudo que você fizer numa grande panela. Quando você tiver ‘necessidades,’ tire da panela ainda que você não tenha colocado nada nela.”
Minha família era problemática e, em grande parte, incapaz de cuidar de si, de modo que o marxismo era uma solução para eles. Quando sai da adolescência eu era produtivo e o marxismo não mais fazia nenhum sentido para mim. Comecei então a me aproximar de conceitos racionais e do Evangelho.
Julio Severo: Sua mãe, Madalyn Murray O’Hair, fundadora da organização Ateus Americanos, era mais bem conhecida por seu processo que levou a uma decisão histórica do Supremo Tribunal dos EUA oficialmente proibindo a leitura da Bíblia em escolas americanas em 1963. Qual era sua opinião sobre a Bíblia naquela época? Como o marxismo moldou sua opinião sobre a Bíblia?
William J. Murray: A queixa inicial de minha mãe não era apenas sobre oração, mas também o Juramento de Lealdade à bandeira dos EUA. Ela tinha descoberto isso nas escolas por acaso quando me rematriculou depois de uma tentativa de desertar para a União Soviética. Fui totalmente doutrinado a ver a Bíblia como uma visão distorcida da história. Você pode ler mais sobre isso no meu primeiro livro “My Life Without God” (Minha Vida Sem Deus), que ainda é impresso depois de 30 anos.
Julio Severo: Quão radicais eram você e sua mãe no marxismo?
William J. Murray: Minha mãe havia sido gerente da livraria do Partido Comunista em Baltimore, Maryland. Ela era também presidente da Fair Play for Cuba Committee [entidade marxista de apoio a Fidel Castro] em Maryland. O membro mais famoso dessa entidade era Lee Harvey Oswald [assassino do presidente americano John F. Kennedy]. O radicalismo marxista dela é claro derivava de sua incapacidade de ter um emprego. Contrário à crença comum, os comunistas não recrutam agressivamente em universidades, mas em filas de desempregados.
Julio Severo: O que mudou você?
William J. Murray: A mudança na minha vida foi uma transformação que foi se desenvolvendo, em vez de ser algo súbito. O marxismo foi a primeira coisa, pois descobri suas falhas e exigências. Diferente de minha família problemática, consegui prosperar no setor privado trabalhando quase desde minha adolescência em administração. Tive vários cargos administrativos em empresas de linhas aéreas. De repente, me vi na posição de só colocar meus ganhos na panela na equação socialista, em vez de só tomar da panela. Minha mudança política foi rápida, adotando a perspectiva libertária de Ayn Rand que também é ateísta. Minha posição se transformou em darwinista social, acreditando que os que não têm capacidade de se alimentar deveriam provavelmente morrer de fome para deixar o planeta melhor para nós os que somos produtivos.
Julio Severo: Depois que você conheceu Jesus Cristo, como essa experiência espiritual mudou sua perspectiva sobre o governo, caridade, assuntos de família e outras questões?
William J. Murray: Meu relacionamento com Jesus Cristo ocorreu por causa do estilo de vida egoísta e destrutivo que eu havia aprendido com minha família e meu novo estilo de vida darwinista social ateísta recém descoberto que incluía álcool e drogas. Felizmente, o Senhor me alcançou e me tirou do horror desse estilo de vida.
Julio Severo: Quando você era marxista, como era que você via a situação difícil de cristãos perseguidos? Como era que você via os EUA? Como era que você via a União Soviética?
William J. Murray: Mantendo em mente que eu era adolescente na época em que eu estava sendo criado num lar marxista, na União Soviética e outros países comunistas só havia, de acordo com minha mãe, cristãos contrarrevolucionários agitadores, que precisavam ser controlados e até presos. Quanto aos Estados Unidos, nossa família os via como um Estado fascista como a Espanha de Franco com liberdade falsa que só dava espaço para as pessoas votarem num de dois partidos políticos controlados pelos capitalistas de Wall Street.
Julio Severo: Agora como cristão, como você vê a situação difícil de cristãos perseguidos? Como é que você vê os EUA? Como é que você vê a Rússia?
William J. Murray: “Como cristão” é uma abertura interessante para uma pergunta numa nação que permite que qualquer um declare o que é independente de convicções reais. A maioria dos “cristãos” nos Estados Unidos hoje não acredita nos princípios básicos do Cristianismo tais como o nascimento virginal de nosso Senhor ou num inferno literal. Como cristão que realmente acredita que a Bíblia é a real Palavra de Deus vejo os Estados Unidos e a Rússia como tendo trocado de papéis. Hoje o governo dos Estados Unidos ameaça os cristãos a aceitar uma cosmovisão secular, inclusive a sodomia como um direito humano. Por outro lado, o governo da Rússia hoje encoraja a igreja ao ponto de permitir instrução cristã nas escolas públicas e proibir a distribuição de material homossexual para quem tem menos de 18 anos de idade. O presidente Obama e os meios de comunicação citam a Rússia como sendo “não democrática” por seguir uma política social mais bíblica.
Julio Severo: Como você vê o presidente americano Barack Obama em seu relacionamento com valores cristãos e cristãos perseguidos? Obama é amigo ou inimigo de valores conservadores? Qual é o relacionamento dele com o marxismo e principalmente o islamismo, que vem matando cerca de 100.000 cristãos por ano?
William J. Murray: Os números são estarrecedores. Cristãos das várias tradições católicas, ortodoxas e protestantes na Síria constituíam 10 por cento da população da Síria antes que os “rebeldes” financiados pelos sauditas tivessem começado seus ataques contra o governo secular. Mas só 2,6 por cento dos 2.003 refugiados sírios que os Estados Unidos aceitaram desde então são cristãos. A única conclusão é que o governo de Obama está deliberadamente bloqueando os cristãos, que enfrentam a pior perseguição do Estado Islâmico na Síria!
Durante os cinco anos passados da guerra civil síria patrocinada pelos sauditas, os Estados Unidos só aceitaram um total de 53 refugiados cristãos sírios e só um yazidi, apesar de toda a atenção dos meios de comunicação sobre a situação dos yazidis no ano passado. Enquanto isso, Obama deportou 27 cristãos caldeus [iraquianos] que entraram nos Estados Unidos ilegalmente e pediram asilo no ano passo, enquanto ele importou dezenas de milhares de muçulmanos somalis porque eles enfrentam “perseguição” num país muçulmano.
Obama é um utopista, não necessariamente um marxista. A vasta maioria das pessoas não entende a doença social da utopia que vem causando morte e destruição na Terra por dois mil anos. Os piores exemplos de totalitarismo utopista foram exibidos no século XX e incluíam não só os governos marxistas, mas também o governo nacional socialista (nazista). Tenho um capítulo sobre a utopia moderna, inclusive sobre Barack Obama, em meu livro novo “Utopian Road to Hell” (Utopia: a Estrada para o Inferno), que será lançado em março de 2016.
Julio Severo: Como você vê o presidente russo Vladimir Putin em seu relacionamento com valores cristãos e cristãos perseguidos? Obama é amigo ou inimigo de valores conservadores? Qual é o relacionamento dele com o marxismo e principalmente o islamismo?
William J. Murray: O único relacionamento que existe entre islamismo e marxismo é concordar com um poder central e acreditar numa ideia utópica na Terra. Uma ideia é centrada no pensamento mágico econômico e a outra é um sistema religioso social-econômico intolerante. O presidente Putin, acredito, tem uma compreensão melhor da ameaça islâmica para o mundo civilizado do que tem Barack Obama. Não é só Obama que não tem uma visão racional do islamismo. O senador republicano John McCain tem a mesma visão de islamismo que Obama tem.
O exemplo disso é o fato de que a maioria dos líderes republicanos, com a exceção do senador Rand Paul, concorda com Obama em que o rei saudita Salman, que crucificou um jovem xiita em novembro por participar de uma manifestação contra o governo, é um bom muçulmano. Por outro lado, eles veem os muçulmanos do Estado Islâmico que têm crucificado pessoas por blasfêmia como “muçulmanos maus.” Obama e McCain também acreditam, ou dizem acreditar, que a meta da revolta sunita patrocinada pelos sauditas contra o governo secular da Síria tem como objetivo estabelecer uma democracia. Vladimir Putin não sofre desse tipo de pensamento mágico. A diferença pode bem ser o impacto econômico das riquezas da Arábia Saudita nos Estados Unidos, enquanto a Rússia é competidora da Arábia Saudita.
Julio Severo: Os neocons dizem que o marxismo soviético é o único culpado do atual papel dos EUA impondo imoralidades, inclusive o aborto e a sodomia, no mundo inteiro. Eles também dizem que as posturas conservadoras da Rússia são uma estratégia para enganar e dominar o mundo. Você concorda com eles?
William J. Murray: A questão real é “ordem mundial,” conforme foi recentemente resumida pelo ministro da Defesa dos EUA, Ash Carter. Os neocons, a elite militar e a maioria dos líderes do Partido Republicano e Partido Democrático veem o domínio econômico e militar dos EUA como a “ordem mundial.” Qualquer ameaça a esse domínio é “incitação à guerra.” Por isso, a expansão econômica da China e a resistência da Rússia à expansão da OTAN nas fronteiras da Rússia é vista como uma ameaça à “ordem mundial.” O conflito entre os Estados Unidos e nações como China, Rússia e Irã tem a ver com questões estratégicas de domínio militar e econômico, não moralidade. As questões morais, por outro lado, representam geralmente o enfraquecimento de um império. Os impérios como potências dominantes únicas sempre se corrompem moralmente e impõem sua imoralidade nos outros. O atual império dominante, os Estados Unidos, não é diferente.
Visite o site da Coalizão de Liberdade Religiosa, presidida por Murray, em inglês e se envolva em seu incrível trabalho: www.religiousfreedomcoalition.org

http://juliosevero.blogspot.com.br/2015/12/entrevista-exclusiva-com-william-j.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+JulioSevero+(Julio+Severo)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Suécia: com maioridade penal aos 15 anos e população amplamente armada, presídios do país ficam vazios por falta de criminosos

Devemos imitar a Suécia? Sim, mas então copiemos todas as medidas que repercutem na segurança pública, como a redução da maioridade penal e a possibilidade de uma população civil armada.



A Suécia fechou presídios por falta de prisioneiros. Isso é mesmo verdade. O problema é que a notícia circula geralmente acompanhada de comentários dizendo que se trata de uma vitória do abrandamento de penas e um triunfo de políticas públicas esquerdóides. Seria isso mesmo?
Claro que não.
O país é um dos recordistas mundiais de porte de arma, com taxa de 31,5%. Só há oito no mundo com taxa de cidadãos armados superior à da Suécia. E mais: adolescentes suecos, a partir dos 15 anos, já podem ser julgados criminalmente como adultos.
Esses são os fatos concretos.
Na hora de bater bumbo sobre o fechamento de presídios por “falta de criminosos”, é preciso citar o essencial: o país tem um número altíssimo de cidadãos armados e por ali os indivíduos são julgados criminalmente como adultos a partir dos 15 anos.
Mas claro que a esquerda malandramente não divulga os dados essenciais, fazendo assim parecer que os suecos atingiram tal patamar de segurança pública apenas pelas medidas X ou Y. É a velha desonestidade de sempre, que deve também sempre ser combatida com fatos reais.
E que tal comparar os números da Suécia com os do Brasil? Ao contrário de lá (31%), aqui temos proporcionalmente poucas armas (8%) e os indivíduos são julgados criminalmente como adultos apenas a partir dos 18 anos (a esquerda garante que essa mudança não resolverá nada).
Ah, mas o Brasil não é uma Suécia! Não é, mesmo! Mas, se querem que sejamos, então devemos, acima de tudo, adotar as medidas suecas mais diretamente ligadas à segurança pública, não?
E, se estamos assim tão atrasados e não por influência desses fatores, então a culpa seria do governo e sua ineficiência na adoção de medidas eficazes. Mas aí a militância se mete numa sinuca de bico, pois a culpa recairia justamente sobre os governantes que ela apoia.
Então decidam aí: ou nossos números são piores porque nossas leis são piores e nossa impunidade é maior, ou porque nosso governo foi e é uma tragédia no gerenciamento nacional de segurança pública.
Meu palpite: talvez uma soma desses dois fatores, o que exigiria mudança na leis, na punição, e também na forma de o estado lidar com a segurança pública (essa é a hora que a militância sai correndo de verdade).
É pura desonestidade dizer que há presídios vazios na Suécia e, ao mesmo tempo, esconder fatores tão importantes e diretamente atrelados à segurança pública.
Nossas leis são mais “liberais”, nossa maioridade penal é menos restritiva, temos proporcionalmente menos armas por aqui. E são mais de 50 mil homicídios por ano, taxa de 25,2 por 100 mil habitantes. Lá, são 68, o que corresponde a 0,7 por 100 mil pessoas.
Devemos, portanto, imitar a Suécia, usá-la como exemplo. Mas justamente naquilo que a esquerda acha ruim e, não por acaso, é também determinante para o sucesso daquele país na segurança pública.
http://www.implicante.org/artigos/suecia-com-maioridade-penal-aos-15-anos-e-a-populacao-amplamente-armada-presidios-do-pais-ficam-vazios-por-falta-de-criminosos/

A imprensa enfim mostra o que já sabíamos: quem manda no #OcupaEscola são grupos partidários

E, sim, são das "linhas auxiliares" do PT


Já falamos aqui algumas vezes sobre o tema. Primeiro, explicando o porquê de não ser uma demanda por ensino ou educação, mas sim partidária. Depois, mostrando que já seria hora de um recuo, que não aconteceu (comprovando que se trata de movimento eleitoral). Também mostramos até mesmo as escolas depredadas (houve até caso de furto).
Agora, a imprensa também traz os fatos reais, mostrando quem são as “lideranças” que usam a molecada inocente como massa-de-manobra mirim com objetivos políticos e eleitorais. Antes tarde do que nunca, não é? OBVIAMENTE todo mundo já tinha reparado naquelas pessoas mais velhas, algumas barbadas e até calvas, e algumas reportagens dizendo que eram “estudantes secundaristas”. Apareceu até uma do Paraná, com 19 anos, que nem em São Paulo estuda.
Agora, enfim, a referida reportagem do Estadão revela, por exemplo, que o movimento é liderado por entidades vinculadas ao PSOL e ao PC do B (sim, as famosas linhas auxilares do PT, faltou só o “Rede”, da Marina). Também mencionam a UBES e o Sindicato dos Professores de SP, cuja presidente é ligada diretamente ao PT (nem mesmo a PSOl, PC do B, Rede ou alguma ONG).
Ocupa Escola - Escola Depredada
Enfim, a verdade aparece.

http://www.implicante.org/blog/a-imprensa-enfim-mostra-o-que-ja-sabiamos-quem-manda-no-ocupaescola-sao-grupos-partidarios/

Duro golpe no Foro de São Paulo?


Com exclusividade, Graça Salgueiro conta como a oposição impediu que os comunistas fraudassem mais uma eleição na Venezuela.

dc

Diosdado Cabello chora, pois perdeu o poder e poderá ser julgado como chefe de cartel de drogas nos EUA.


O ano de 2015 fecha com um grande revés para o comunismo e o Foro de São Paulo (FSP) na nossa região. Primeiro, com a eleição do conservador Mauricio Macri na Argentina em 22 de novembro, pondo fim à nefasta dinastia Kirchner, e agora, com a derrota do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) para a MUD (Mesa de Unidade Nacional) nas eleições parlamentares de 6 de dezembro na Venezuela.
Mas se a eleição venezuelana não foi para presidente, por que essa importância e por que é um golpe para o FSP? Quando Chávez alterou a Constituição através de uma Assembléia Nacional Constituinte logo depois de assumir seu primeiro mandato, as duas casas legislativas foram dissolvidas e criada apenas a Assembléia Nacional (AN), unicameral, que conta com 167 deputados. Em decorrência de sucessivas fraudes, o PSUV e coligados ocupavam praticamente todo o parlamento e aprovavam todas as propostas vindas de Chávez (e agora Maduro) e do número dois do governo, Diosdado Cabello, presidente da AN.
A MUD é uma coalizão de partidos de centro-direita, social-democratas, conservadores, liberais e cristãos, mas há também partidos como “Bandera Roja”, “Movimiento al Socialismo” e “Vanguardia Popular” pertencentes à Internacional Socialista, que se uniram desde 2008 com a finalidade de derrotar Chávez e seu projeto ditatorial comandado desde Havana pelos Castro. O que os une é o amor à Venezuela e o desejo de vê-la livre do domínio cubano.
Durante anos a oposição denunciou com fartas provas as grotescas fraudes de que foram vítimas, mas com todos os poderes seqüestrados e subjugados às ordens de Chávez e Maduro, nada acontecia. Apenas no Referendo Revocatório de 2007 (http://notalatina.blogspot.com.br/2007_12_02_archive.html) a fraude não pôde se consolidar plenamente e o “Não” venceu porque, apesar de fraudar o resultado, não foi possível reverter os números em favor de Chávez.
Então a MUD resolveu mudar de tática e, em vez de denunciar as fraudes, iria impedí-las de acontecer. Através do Sistema de Inteligência Eleitoral, elaborado por uma equipe de profissionais especializados em temas eleitorais e informáticos da ESDATA (http://esdata.info/Quienes-Somos), foi criado o “Projeto Canta Claro”, onde 7.000 eleitores foram treinados para atuar em 4.500 centros de votação como “garantidores” da transparência do processo eleitoral.
Dois dias antes das eleições o Alto Comando Militar reuniu-se com Maduro e Cabello para informar os números das pesquisas de intenções realizadas pelo SEBIN e a Direção Geral de Contra-Inteligência Militar, e naquela altura todos já conheciam as enormes vantagens da MUD sobre o PSUV. Foi então que montou-se a fraude.
No domingo 6 de dezembro 70% dos eleitores acorreram às zonas de votação que deveriam encerrar suas atividades às 18 horas. Entretanto, para realizar a fraude o tempo foi estendido em até duas horas sem qualquer explicação do CNE (Conselho Nacional Eleitoral). Segundo informou um desses fiscais da MUD, assim foi feita a fraude: o encarregado do caderno de votação passava os dados das pessoas que não haviam votado, duas horas antes de fechar a mesa. As mensagens eram apenas os números das cédulas dessas pessoas. Com esses números faziam novas cédulas, usurpando a identidade do ausente, porém com a foto do militante. Cédulas falsas mas “legalizadas”. 
O CNE insistia em fazer cadernos eleitorais eletrônicos porque era a única maneira de que as impressões digitais desses usurpadores de identidade não ficassem como prova, entretanto, os fiscais da MUD insistiram - e conseguiram - que os votos impressos fossem anexados aos cadernos de votação com as digitais. Às 18 horas a militância governista mandou os fiscais da MUD se retirarem para não presenciar a fraude, mas eles se recusaram, insistiram e conseguiram ficar até o fechamento.
A estratégia do governo não funcionou, por uma lado porque a vantagem da MUD era evidente demais e irreversível, e por outro, porque esses “garantidores” instalaram inibidores de sinal em 1.600 centros eleitorais, de modo que as comunicações entre os psuvistas não puderam acontecer. Diante disso, Diosdado Cabello quis ativar o plano B que era mobilizar a Unidade de Batalha Hugo Chávez e outros “coletivos” para causar distúrbios nas ruas. O plano foi abortado quando o general Vladimir Padrino López, ministro da Defesa e chefe do Comando Estratégico Operacional, disse que se via “obrigado” a impedir qualquer manifestação de rua para garantir que se cumprisse o que reza a Constituição.
Enquanto isso no CNE a reitora Tibisay Lucena travava uma batalha com os números, uma vez que a cada voto contado a MUD aumentava o número de eleitos enquanto os do PSUV minguavam. No Forte Tiuna se realizava uma reunião entre Maduro, Cabello, Padrino López, o comandante da Armada almirante Frank Montplaisier, e o comandante a Guarda Nacional, major-general Néstor Reverol. Cabello, Reverol e Montplaisier estavam dispostos a tudo. Então Padrino López disse que seu compromisso era “salvar a institucionalidade da Força Armada Nacional com a correta execução do Plano República (o deslocamento de militares para garantir a tranqüilidade das eleições) e depois, em caso de graves distúrbios públicos, restituir a ordem”, lembrando que o que estava em jogo era o cumprimento da Constituição. 
Padrino López havia garantido à Casa Branca em um telefonema dado pelo Pentágono, de que “se respeitaria a democracia e não haveria banho de sangue”, entretanto, suas ponderações pela legalidade se deviam unicamente a salvar a própria pele. Padrino López é chavista e defensor da “revolução bolivariana” desde a primeira hora, um assassino implacável e repugnante de estudantes indefesos. Ele não fez isso por “crise de consciência” mas porque está em fim de carreira e é um dos que está na mira da justiça americana por ligações com o tráfico de drogas e enriquecimento ilícito (http://pancaliente.info/los-secretos-que-el-general-vladimir-padrino-lopez-no-quiere-que-sepas/). 
Já era madrugada quando finalmente o CNE anunciou a vitória acachapante da MUD sobre o PSUV e em seguida Maduro fez um pronunciamento “aceitando” a derrota. Nada mudou no comportamento do usurpador mandatário venezuelano e esta aceitação deveu-se à necessidade de demonstrar que na Venezuela vige uma perfeita democracia, onde os poderes são independentes e respeitados, em resposta ao presidente Macri que, ao ser eleito, afirmou que uma de suas primeiras medidas seria afastar a Venezuela do MERCOSUL por não respeitar as cláusulas democráticas.
Macri é um conservador mas como todo político necessita usar de diplomacia e engolir sapos de seus parceiros comerciais. Sua primeira visita a outro país foi ao Brasil, onde teve encontro reservado com a senhora Rousseff. Não se conhece o teor da conversa mas, certamente, a presidente brasileira lhe pediu um “voto de confiança” à Venezuela que foi prontamente dado logo após se conhecer o resultados das eleições e a aceitação de Maduro, como se eleições livres fossem sinal de democracia.
Atualmente a MUD já tem asseguradas 112 cadeiras no Parlamento contra 51 do oficialismo, e 4 ainda estão por definir. Mesmo que a MUD não alcance essas vagas, com maioria de 2/3 seus poderes são enormes: além de poder aprovar uma lei de anistia para os presos-políticos - que Maduro já disse em cadeia de televisão que não concederá -, eleger os magistrados do Tribunal Superior de Justiça, Controlador Geral da Nação e Defensor do Povo, pode promover voto de censura ao vice-presidente e ministros, o que provocaria suas destituições, e propor referendos (para destituir Maduro, por exemplo).
Maduro, por sua vez, poderia aproveitar o que lhe resta desse ano e fazer uso das Leis Habilitantes e pôr em prática uma lei que foi aprovada em 2010 e com a ordem de “execute-se” pelo falecido Chávez, chamada “Lei Orgânica do Poder Popular” e que até então ficou no limbo. Essa lei convoca a criação de um sistema eleitoral ao estilo cubano, com a criação de 18.000 “comunas” para o exercício direto do poder, e com isso criar uma assembléia paralela, a “Assembléia do Poder Popular”, anulando assim - ou desconhecendo - os poderes constitucionais da Assembléia Nacional, dos governos de estado e prefeituras.
Nos Estados Unidos dois ministérios públicos federais, do leste de Nova York e do sul de Miami, prevêem anunciar em breve acusações formais contra os militares venezuelanos do “Cartel dos Sóis” por narco-tráfico, que foi suspensa para não serem acusados de tentar “interferir no processo eleitoral”, bem como dos sobrinhos de Maduro e Cilia que deverá ter a primeira audiência no próximo 17 de dezembro. Diosdado Cabello “necessitava” da fraude para lhe garantir o posto de presidente da AN, pois com a perda do cargo ele passa a ser um simples deputado dando ao Departamento de Estado dos Estados Unidos o direito de julgá-lo como a qualquer cidadão comum.
Evidentemente que a vitória da MUD não derruba o FSP mas faz um estrago considerável, uma vez que as FARC, por exemplo, já não vão poder circular com tanta desinibição na Venezuela, não contarão com o conchavo de políticos e magistrados para operar dentro do território venezuelano como fazem até agora, pois a MUD pretende fazer uma grande faxina no país e restituir os poderes usurpados à Justiça, colocando nos atuais postos pessoas honradas e cumpridoras das leis. 
Tudo isso parece utópico mas, apesar das distintas orientações dos partidos integrantes da MUD, ninguém agüenta mais ver tanta violência impune (no fim de semana que antecedeu as eleições houve 180 assassinatos), quebra da PDVSA, inflação a mais de 300% só esse ano (estima-se que para 2016 a inflação chegará aos 800%!), desabastecimento geral mas, sobretudo, viver sob o jugo de uma ditadura comunista totalitária comandada desde Cuba.
O Foro de São Paulo fará de tudo para impedir que os novos deputados exerçam seus papéis mas, espero que Deus ajude a esse bravo povo e restitua a democracia na Venezuela. Amanhã seremos nós, se aprendermos a lição que nos deu a Venezuela nesse histórico 6 de dezembro de 2015.

PS: Eu já havia entregue o artigo quando me chegou esse vídeo que confirma minhas suspeitas acerca de um 'poder popular paralelo’ para impedir que os novos deputados possam cumprir com seu mandato.

Assistam ao vídeo abaixo e confiram.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

CNBB sai em defesa de Dilma e ataca Cunha

Em nota, bispos questionam os motivos que levaram Cunha a aceitar o pedido de abertura do processo 

Comentário de Julio Severo: Quando a CNBB emite uma nota rotineiramente esquerdista, católicos conservadores (que são minoria absoluta) buscam desqualificá-la como se não fosse católica, tentando descolar seu longo histórico esquerdista da Igreja Católica. Ora, se a CNBB não é católica, deveriam reclamar para o Papa Francisco, que nunca se queixou da CNBB. Aliás, todos os papas, inclusive João Paulo 2, que visitaram o Brasil foram acolhidos pela CNBB e nunca reclamaram de nada. O que quero dizer é que a Igreja Católica no Brasil tem um grande problema de esquerdismo que precisa ser confrontado. Negar o problema só piora. É muito bom que a Dilma esteja sob processo de impeachment. Agora, quem pedirá o impeachment da CNBB, que ajudou a fundar o PT? E para alguns católicos que proclamam que o Papa Francisco já está excomungado por ser marxista, quem pedirá o impeachment dele? Eis o artigo do Jornal Opção que, no que se refere a posturas esquerdistas da CNBB, não traz novidade alguma:
A Comissão Brasileira Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), criticou nesta quinta-feira (3/12) o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), que autorizou a abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Em nota, a CNBB questiona os motivos que levaram Cunha a aceitar o pedido de abertura do processo.
Manifestando “imensa apreensão”, a comissão da CNBB diz que a atitude de Cunha “carece de subsídios que regulem a matéria” e que a sociedade está sendo levada a crer que “há no contexto motivação de ordem estritamente embasada no exercício da política voltada para interesses contrários ao bem comum”. Para a CNBB, Cunha agiu por interesse pessoal.
A entidade católica afirma em comunicado  que “o impedimento de um presidente da República ameaça ditames democráticos, conquistados a duras penas”. “É preciso caminhar no sentido da união nacional, sem quaisquer partidarismos, a fim de que possamos construir um desenvolvimento justo e sustentável”, acrescenta a comissão da CNBB.
O anúncio da aceitação do pedido de abertura do processo de impeachment foi feito no fim da tarde da última quarta-feira (2)  por Cunha. Poucas horas depois, Dilma fez um pronunciamento no qual disse que não tem contas no exterior, nem participa de “barganhas” com o Congresso.
Cunha, que quando anunciou ter aceitado o pedido de abertura do processo disse não estar feliz por tomar a decisão, rebateu as declarações da presidente. Ele disse nesta quinta-feira que Dilma “mentiu à nação” quando disse que seu governo não barganhava com o Congresso.
Uma comissão especial formada para analisar o processo terá seus membros anunciados nas próximas horas. Serão 65 deputados, representando todos os partidos da Casa.
Divulgação: www.juliosevero.com


http://juliosevero.blogspot.com.br/2015/12/cnbb-sai-em-defesa-de-dilma-e-ataca.html

Partido de Marina é contra o impeachment de Dilma. Alguém surpreso?

PC do B e PSOL ficarão com ciúme ou prevalecerá o poliamor? Enfim, o neopetismo - ou pós-PT - mostra a cara.


O novo partido de Marina Silva, o tal “Rede”, écontra o impeachment de Dilma. Ok, agora diga que o sol é quente e a água é molhada. Pois é, sem novidades. Mas vale deixar o registro, não é mesmo? Lembrando que a própria Marina, durante décadas, fez parte do mesmo PT – do qual, aliás, vieram também muitos dos que agora militam na nova legenda.
Quem sai aos seus não degenera, diria o ditado. Mas a coisa é menos superficial do que se imagina.
O PT está desgastado, na verdade está mesmo é devastado. A popularidade do partido chegou ao subsolo e, com isso, muita gente que pretende concorrer nas próximas eleições acabou “saindo” do PT. Mas, claro, o PT jamais saiu ou sairá desses políticos.
Marina Silva - Dilma Rousseff
Não há “jeito novo” de fazer política, mas sim novos truques para a velha políticagem. Apenas isso.
E os fatos não nos deixam nem sequer supor o contrário.


http://www.implicante.org/blog/partido-de-marina-e-contra-o-impeachment-de-dilma-alguem-surpreso/?utm_content=bufferff085&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer