quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

DONALD TRUMP E OS BURROS DINÂMICOS

Quando leio um artigo de Demétrio Magnoli em O Globo desancando Donald Trump me vem de imediato à mente o velho adágio a ensinar que "ninguém chuta cachorro morto." 

E no melhor estilo dos aduladores do PT, Magnoli evoca a palavra fascismo para advertir que estaria surgindo nos Estados Unidos via Trump um movimento fascista.

Fica explícito, portanto, que do alto (ou do baixo) de sua cátedra na USP, à falta de argumento convincente e consentâneo com a realidade dos fatos, tenta colar na pecha de "fascista" na testa  de Donald Trump. É o que faz qualquer militante de esquerda. Se o sujeito se rebela contra a engenharia social bundalelê do neocomunismo do século XXI, que nega as diferenças entre o masculino e o feminino ou então quer obrigar as pessoas a andar de bicicleta, fumar maconha e votar no PT, é rotulado imediatamente de fascista.

É por essas e outras que não dá mais para ler jornais, revistas, ver televisão e ouvir rádio. Todos esses veículos de mídia são dominados por Demétrios Magnolis.

Entretanto, não deixa de ser um alento saber que esses bobalhões esquerdistas estão enfurecidos com a crescente popularidade de Donald Trump.

E antes que eu me esqueça, recomendo aos estimados leitores que proscrevam de suas agendas o tal Manhattan Connection, que também acaba de criar um quadro dentro do programa dedicado espinafrar Trump.

O sujeito que é burro e tem consciência disso permanece arredio e calado. Quando é um burro dinâmico torna-se um desastre. Esse último tipo abunda nas redações dos grandes veículos de mídia.



http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2016/01/donald-trump-e-os-burros-dinamicos.html

sábado, 16 de janeiro de 2016

Terrorista contratado como professor na UFRJ deixará o Brasil, antes de ser preso

De origem argelina, Adlène Hicheur cumpriu pena por terrorismo na França. Físico enviou e-mail à reitoria da UFRJ comunicando que deixará o país.


O físico Adlène Hicheur, condenado por terrorismo na França e que atualmente dá aulas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), enviou um e-mail à reitoria da instituição informando que decidiu deixar o Brasil.



A decisão foi tomada após reportagem na edição do último fim de semana da revista “Época”, que revelou que o físico, de origem argelina, foi condenado por terrorismo na França. Preso em 2009, cumpriu a pena e chegou ao Brasil em 2013. A UFRJ diz que a contratação do professor seguiu os tramites habituais.

Hicheur não informou quando pretende deixar o Brasil, mas já confirmou à UFRJ que irá embora. A Polícia Federal monitorava Adlène Icheur desde 2013. Em outubro do ano passado, agentes fizeram buscas na casa dele, no Rio, e na UFRJ. O visto de trabalho do professor vale até julho deste ano.

Nesta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff conversou sobre o assunto com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que avalia quais medidas pode tomar.

“Eu não posso dar detalhes daquilo que efetivamente se coloca. Por isso, a questão está sendo estudada do ponto de vista jurídico pelo Ministério da Justiça, pelo Itamaraty, pela Casa Civil, para que possamos então ter uma definição a respeito”, afirmou Cardozo nesta terça.

Adlene só sai do país se a UFRJ cancelar o contrato de trabalho – já que a permanência no Brasil está vinculada a isso – ou se o Ministério da Justiça decidir cancelar a permissão para ele ficar no país. Em carta a colegas, o professor disse que foi preso de forma injusta e que somente visitou sites islâmicos subversivos.

Informações: PensaBrasil.com



http://folhabrasiloficial.blogspot.com.br/2016/01/terrorista-contratado-como-professor-na.html

Cachês de cantores causa revolta de médico do HGE: ‘Daria para pagar plantonista por 20 anos’

  O médico utilizou uma comparação com cachês no Carnaval para acusar o governo da Bahia de descaso com a saúde pública estadual.  

 

Em seu perfil no Facebook, Djalma Dutra conta que havia acabado de sair de um plantão em que faltavam médicos para atender a todos os pacientes.


No texto, o homem relata que seriam necessários cinco funcionários para atender a demanda, mas dos três que haviam há seis meses, só dois continuavam porque faltavam recursos. “Pois é gente... DINHEIRO, porque médico não falta, se o Governador ou o Secretário de Saúde tiver alguma dificuldade de encontrar plantonistas, peço que me liguem que eu gastarei uns 15 minutos para encontrar uns 10 colegas dispostos a trabalhar. Mas para pagar a Ivete e Bell o governador tem dinheiro”, afirmou.
Apesar da informação ainda não ser confirmada pelo governo do Estado, fontes garantem que Ivete Sangalo e Bell Marques devem receber R$ 840 mil apenas para tocar no primeiro dia de carnaval, em trios sem cordas – cada um deve receber, respectivamente, R$ 500 mil e R$ 340 mil. “Essa quantia relatada aí na reportagem daria para pagar um plantonista por cerca de DUZENTOS E QUARENTA MESES, isso mesmo, 20 anos”, compara Dutra. 

No texto, o médico alega ainda que, além de servidores, faltam computadores para permitir a impressão dos prontuários e um especialista que possa realizar os exames de Ecocardiograma. Segundo Djalma, apesar de o equipamento estar funcionando, ele só funciona dois dias na semana por falta de alguém que opere a máquina. “Com o dinheiro que eles vão dar para esses dois cantores poderíamos colocar o aparelho de Ecocardiograma para funcionar TODOS OS DIAS, durante 34 meses, isso mesmo, dois anos e dez meses. Mas eles vão dar R$ 840.000,00 para uma comemoração de Carnaval, apenas cerca de 6 horas para cada cantor”, critica o Dutra.


Fonte: Bahia Notícias

 
 http://www.diariodapatria.com/2016/01/caches-de-cantores-causa-revolta-de.html

 

Para Temer e Cunha, é o PT quem está estimulando a ida dos “black blocs” às ruas

Com isso, os petistas desestimulariam a classe média a comparecer nos protestos pelo impeachment de Dilma marcados para março

Com as ruas cheias de black blocs causando confusão e apanhando da polícia, o PT espera desencorajar a classe média a comparece em protestos pelo impeachment de Dilma marcados para março. Essa é a desconfiança de Michel Temer e Eduardo Cunha.
A estratégia, muitos acreditam, foi usada nos protestos contra a Copa do Mundo, quando black blocs chegaram a matar um cinegrafista da Bandeirantes usando um morteiro num evento no Rio de Janeiro. Mas ela parte do princípio de que “black blocs” são vândalos infiltrados em protestos, quando os próprios manifestantes confessam que se trata de uma tática que eles utilizam para conquistar atenção.
fusca incendiado
A violência do Passe Livre é observada desde os primeiros protestos do grupo, ainda em maio de 2013, quando apenas os poucos adeptos da causa participavam das passeatas. Foi em resposta àquela violência que a PM pesou a mão um mês depois. Nas vésperas, as TVs de todo o país mostravam um policial que quase fora linchado pelo movimento que imprensa insiste em retratar como pacífico.


http://www.implicante.org/noticias/para-temer-e-cunha-e-o-pt-quem-esta-estimulando-a-ida-dos-black-blocs-as-ruas/

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016


Países condenam teste nuclear com bomba de hidrogênio anunciado pela Coreia do Norte




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O anúncio feito no início da madrugada desta quarta-feira (6) – horário de Brasília – pela Coreia do Norte, sobre o primeiro e bem sucedido teste com uma bomba de hidrogênio, mereceu a condenação de diversos países, entre eles os Estados Unidos, a China, a Coreia do Sul, a França e o Japão.
Presidente da Coreia do Sul, Park Geun-Hye considerou o teste nuclear uma “grave provocação” e ameaça à segurança nacional. Geun-Hye pediu sanções internacionais “severas” ao país comandado pelo ditador comunista Kim Jong-un, que justificou o teste com o discurso de que se trata de uma necessidade de defesa diante das ameaças norte-americanas de invasão.
“O teste não é apenas uma grave provocação à nossa segurança nacional, mas também uma ameaça ao nosso futuro e um forte desafio à paz e estabilidade internacionais”, afirmou Park, durante reunião de emergência do Conselho Nacional de Segurança.
O porta-voz do Conselho Nacional de Segurança da Casa Branca, Ned Price, disse que apesar de ainda não poder confirmar as informações, o governo estadunidense condena qualquer violação às resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). “Voltamos a pedir à Coreia do Norte que cumpra as suas obrigações e compromissos internacionais”. Os Estados Unidos, acrescentou Price, “responderão adequadamente a qualquer provocação norte-coreana”.
Em Londres, o chefe da diplomacia britânica, Philip Hammond, também considerou o teste uma “provocação”, além de “grave” violação das resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Em sua conta no Twitter, Hammond escreveu: “Se os relatos de um teste de bomba H da Coreia do Norte foram verdade, é uma grave violação das resoluções do Conselho de Segurança da ONU e uma provocação que condeno sem reservas”.
A China, o principal aliado da Coreia do Norte, disse que se “opõe firmemente” ao teste nuclear de Pyongyang (a capital norte-coreana), acrescentado que o ensaio foi feito “apesar da oposição da comunidade internacional”.
“Apelamos fortemente à DPRK [Coreia do Norte] a respeitar o seu compromisso de desnuclearização, e a suspender qualquer ação que possa tornar a situação ainda pior”, afirmou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Hua Chunying.
Para a França, o teste nuclear é “violação inaceitável” das resoluções do Conselho de Segurança da ONU. Em comunicado, o governo francês pediu uma “reação forte da comunidade internacional”. (Com informações da Agência Lusa)
http://ucho.info/paises-condenam-teste-nuclear-com-bomba-de-hidrogenio-anunciado-pela-coreia-do-norte

Israel é o grande sucesso do socialismo fracassado

Joel Pollak
Comentário Julio Severo: Este artigo, publicado originalmente em inglês pelo site judeu conservador americano Breitbart, mostra como a fundação do moderno Estado de Israel está intimamente ligada ao socialismo. Aliás, o artigo chega a revelar que sem o socialismo, o moderno Israel não existiria. Claro que os cristãos sionistas apoiam Israel por causa das promessas da Bíblia, não por causa do socialismo. Embora o artigo tente mostrar que hoje Israel parece estar mais distante do socialismo que era tão endêmico em seu nascimento, a realidade é que Israel é hoje o único país do Oriente Médio com aborto legal, grupos homossexuais e paradas gays. É um país onde as moças são obrigadas a servir no exército quando completam 18 anos — esse é o sonho de todo regime socialista. É um país em que imperam leis socialistas que proíbem totalmente os país de aplicar a disciplina física nos filhos, embora o Livro de Provérbios, que faz parte do judaísmo, instrua, por orientação de Deus, os pais judeus a aplicar essa disciplina. Interessante que há um vídeo em português do governo de Israel que “conscientiza” o público brasileiro de que se você for a favor da igualdade de gênero (isso inclui a ideologia de gênero), você tem de ser a favor de Israel, pois em Israel essa ideologia está bem implantada. Mas, o vídeo dá a entender, se você for contra a igualdade de gênero e de grupos homossexuais, você está contra Israel e do lado do terrorismo repressivo. Isso é socialismo puro. Apoio Israel por razões bíblicas, não por razões socialistas. Só Deus pode libertar Israel do socialismo que está entranhado na sua história e vida social, cultural e política dos últimos 150 anos. Leia agora o artigo completo de Joel Pollak:
Jerusalém, Israel — A data de 1º de maior é um dia importante em Israel. Há passeatas em todo o centro de Tel Aviv e Jerusalém celebrando o 1º de Maio e a solidariedade da classe trabalhadora internacional. (A classe trabalhadora internacional tem mostrado menos interesse e solidariedade para com Israel ultimamente, mas não ligue para isso.)
Entretanto, hoje Israel é uma nação de nascimento de empresas, não um paraíso dos trabalhadores. Israel é conhecido pelo espírito empreendedor de seus milionários de internet, não pelo poder de seus sindicatos trabalhistas ou o coletivismo dos kibutzim.
O socialismo fracassou em Israel, como fracassou em todos os outros países. O socialismo levou à ineficiência, estagnação econômica e hiperinflação. Contudo, sobrevive ainda uma nostalgia pelo socialismo em Israel, pois sem ele — sem o sentimento romântico utópico que atraiu milhares dos primeiros imigrantes para trabalhar na terra, sem o trabalho organizado que forneceu a infraestrutura institucional para a formação de um Estado, sem o espírito de abnegação pelo todo que inspirou as forças armadas israelenses — Israel não estaria aqui hoje.
Israel é hoje um triunfo da livre empresa — com todos os problemas consequentes de desigualdade econômica que muitas vezes acompanham o rápido crescimento econômico. Muitas coisas do que o Estado de Israel faz, faz de modo deficiente — ou pelo menos de maneira ineficiente. O sistema de educação pública, por exemplo, tem sofrido um declínio profundo em décadas recentes. No entanto, há algumas exceções maravilhosas, embora sejam muito raras. O transporte público em Israel, por exemplo, é onipresente e confiável, superior à maioria dos sistemas de transporte urbano dos EUA.
Os impostos são altos em Israel (em comparação com os EUA), e os regulamentos são insuportáveis — levando à desobediência, corrupção e caos. A economia prospera lado a lado com o estatismo porque a inovação é quase que uma característica cultural, e porque Israel tem o benefício de uma base de profunda experiência científica e tecnológica. E Israel é menos socialista do que costumava ser. Ironicamente, Israel escapou da crise financeira dos anos de 2007 e 2008 em parte porque não teve intervenção estatal significativa no mercado imobiliário.
O socialismo de hoje poderia ser descrito como um luxo das classes bem-de-vida. Assim tem sido para a esquerda israelense, fortemente representada entre as elites urbanas europeias. É fácil acreditar que a solução para a desigualdade é mais redistribuição quando você tem condições de gozar o tipo de crescimento e estabilidade econômica que só ocorre num Estado menos redistributivo.
Tais ideias são ainda mais convincentes considerando o fato de que o socialismo desempenhou um papel muito importante na fundação do moderno estado de Israel.
Fique numa plataforma de trem numa tarde movimentada de quinta-feira — o início do fim-de-semana israelense — e observe o trafego intenso de judeus, árabes, mães, soldados, religiosos, não religiosos, pretos, brancos, e você começará a entender que existe algum tipo de questão conectiva que une tudo isso junto, algum senso comum de responsabilidade que transcende a religião, alguma base para pluralismo e democracia numa sociedade composta de refugiados de alguns dos lugares menos livres e menos tolerantes da terra.
Recordando a vida em Barcelona na Guerra Civil Espanhola, George Orwell escreveu no livro “Homage to Catalonia” (Lutando na Espanha) acerca da mudança social igualitária efetuada pelo socialismo: “Os garçons e supervisores de lojas olhavam para você na face e tratavam você como igual. Formas servis e até cerimoniais de discurso desapareceram temporariamente… Tudo isso era estranho e comovente. Havia muita coisa nisso que eu não entendia, que de algumas maneiras eu nem mesmo gostava, mas eu reconheci isso imediatamente como uma situação pela qual valia a pena lutar.”
Há algo do mesmo aroma em Israel hoje — ao mesmo tempo em que Israel enfrenta novas divisões econômicas, ao mesmo tempo em que a ameaça de guerra paira sobre o futuro israelense, ao mesmo tempo em que problemas pós-modernos como elitização e políticas raciais moldam a esfera política.
O socialismo do início, agora em grande parte descartado na forma ou talvez no espírito também, provavelmente é o que deu condições para Israel ser a sociedade próspera de livre mercado que é hoje, sem se desintegrar. Mesmo em ideias destrutivas pode haver potencial positivo.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site judeu conservador americano Breitbart:Blue State Blues: Israel Is a Failed Socialism’s Great Success

http://juliosevero.blogspot.com.br/2016/01/israel-e-o-grande-sucesso-do-socialismo.html

Enéas - O MAIOR presidente que NÃO TIVEMOS.