Blog de cunho político,aqui a política será desmascarada! Não gostou da idéia? Então foda-se!
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
sábado, 19 de novembro de 2016
Garotinho usa diploma de Teologia que seria falso para ter cela especial
Para ter direito a cela especial no Brasil, a pessoa acusada de um crime precisa comprovar que possui curso superior. Em meio a uma batalha jurídica que o tirou da cadeia esta semana, o ex-governador Anthony Garotinho conseguiu autorização para voltar ao hospital particular onde tratava problemas de saúde que apresentou após ser preso. Mas isso pode ser alterado nos próximos dias.
A transferência foi determinada por liminar pela ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral. Após ser submetido a acompanhamento médico e fazer os exames necessários, Garotinho poderá ficar em prisão domiciliar. Os ministros do TSE julgarão o caso na próxima terça-feira, podendo confirmar ou derrubar a liminar.
Até agora, Garotinho não conseguiu provar que possui curso superior. O diploma de Teologia apresentado por ele possui inconsistências em datas, documentos e carga horária de aulas.
No processo julgado em 2014 pelo Tribunal Regional Eleitoral, o político, que pertence à igreja presbiteriana e alega ser formado na Fatun, no Centro do Rio. O diploma foi expedido pela Faculdade de Ciências, Educação e Teologia do Norte do Brasil (Faceten), em Roraima, que possuiria um convênio com a Fatun. Contudo, o site da escola carioca deixa claro que oferece um “curso livre”, que não possui credenciamento junto ao Ministério da Educação.
No entanto, uma publicação em seu blog pessoal mostra como prova de conclusão do ensino superior um diploma emitido por uma terceira instituição: Seminário Teológico José Alfredo, do Rio de Janeiro. Há, inclusive, um vídeo da formatura e da esposa, Rosinha, que estudou na mesma escola. O Ministério da Educação reconhece apenas a instituição de Roraima como apta a oferecer graduação em Teologia.

Formatura e diploma divulgados por Garotinho.
No diploma que foi postado no blog do ex-governador, a conclusão do curso foi em dezembro de 2011. À Justiça Eleitoral, o ex-governador assegurou que se matriculou em novembro de 2011, terminando as aulas em outubro do ano seguinte.
Esse tempo curto do curso também é apontado como uma incongruência pelo desembargador Alexandre de Carvalho Mesquita. A carga horária de algumas matérias como Introdução à Sociologia e Antropologia Cultural é de 60 horas. Segundo o histórico escolar apresentado, cada uma delas foi cursada em um único dia.
O desembargador, acredita que “o investigado nunca fez um curso superior de Teologia”. Também aponta “evidências de falsidade ideológica” no episódio. Isso poderia agravar a situação de Garotinho, que responde por “abuso de poder econômico” e crime eleitoral. Com informações O Globo
https://noticias.gospelprime.com.br/garotinho-diploma-teologia-falso-cela-especial/
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Invasores de universidade desrespeitam alunos e aproveitam para assistir filmes pornôs
Por Matheus Linard -
Na última quarta-feira (09), após os resultados das assembleias de curso (algumas delas extremamente questionáveis), o auto-proclamado Movimento Estudantil da Universidade Federal do Cariri (UFCA), que chegou ao poder sem voto, invadiu a instituição (“reunir-se em bando para cometer crime de esbulho constitui crime de associação criminosa”, Art. 288, CP) e impediu milhares de alunos de terem aula (crime de constrangimento ilegal, Art. 146, CP), paralisando à força até mesmo os cursos que votaram contra a paralisação.
Não bastasse o caráter ilegal das invasões, verdadeiro crime de esbulho possessório (Art. 161, §1°, II, CP), uma vez que os manifestantes praticam atos inerente ao domínio, ainda temos o caráter ilegítimo do processo eleitoral que deflagrou a invasão, uma vez que toda assembleia que foge ao instrumento convocatório é nula de pleno direito. Mesmo os cursos que votaram a favor da invasão não decidiram por paralisar o campus, mas sim, suas atividades. Logo, aqueles que votaram contra à invasão deveriam ter sua autonomia reconhecida.
O Movimento Estudantil local alega ter sido uma votação democrática, mas que democracia é essa que não tem sequer instituições que legitimem o processo? Não houve controle nos cursos que votaram pela invasão, não-alunos votaram, alguns votaram mais de uma vez, enfim, foi uma típica eleição conduzida pelo movimento estudantil de esquerda.
Ao terem seus direitos constitucionais feridos pela minoria que se passa por maioria, e dada a inércia da Reitoria (responsável pelo pedido de reintegração de posse dos prédios que, se nada fizer, pode sofrer processo por improbidade administrativa perante o Ministério Público), os alunos que votaram pela não invasão criaram o movimento Desocupa UFCA e procuraram as autoridades competentes para retomar seus direitos de ir e vir e de acesso à educação.
Ao meio dia de hoje (15), a história ganhou mais um capítulo quando um jornalista da Vale FM, de Juazeiro do Norte, fez uma denúncia grave em seu programa sobre a invasão. De acordo com o aluno Geibson Novais, os invasores estão aproveitando para utilizar drogas, depredar patrimônio público, quebrar cadeiras, utilizar bancos da universidade como rampas de skate e data shows para assistir filmes, incluindo pornográficos. Ele reclama ainda do prejuízo causado aos alunos que querem assistir aula mas estão sendo impedidos, já que os invasores fecharam os blocos e estão impedindo o acesso às salas de aula, laboratórios e escritórios. Geibson protocolou denúncia junto ao Ministério Público Federal com base nessas informações.
Em resposta à invasão, o movimento Desocupa UFCA irá promover o movimento Aulas Já amanhã no campus da UFCA de Juazeiro.
http://www.ilisp.org/noticias/invasores-de-universidade-desrespeitam-alunos-e-aproveitam-para-assistir-filmes-pornos/
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