Blog de cunho político,aqui a política será desmascarada! Não gostou da idéia? Então foda-se!
domingo, 30 de abril de 2017
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Primeiramente gostaríamos de agradecer a sua contribuição ao Canal Terça Livre. Sem ela, nós não teríamos condições de manter o grau de dedicação que empenhamos para trazer nosso conteúdo diário e dar nossa modesta contribuição ao debate cultural brasileiro que está ressurgindo. São ajudas como a sua que possibilitam que esse renascimento que presenciamos hoje em dia e, se Deus quiser, continuará a pleno vapor ainda por muitos anos.
Para facilitar a recepção dessas contribuições, o Terça Livre entrou em parceria com o portal Apoia.se, cujo mecanismo é bastante parecido com o do Patreon, só que mais amplo. No calculo total das taxas e impostos que incidem sobre as doações, uma parte maior daquilo que você doa chegaria ao seu destino final, que é a promoção da cultura por meio do nosso canal e outra parte é retida pela plataforma de doações, que é o Apoia.se.
Veja o orçamento de nosso canal.
Att,
Italo Lorenzon,Equipe Terça Livre.
Italo Lorenzon,Equipe Terça Livre.
META ATUAL
- Nossos gastos mensaisR$ 8000 (88.3% alcançada)
Primeiramente, MUITO OBRIGADO!
O Terça Livre vive e aprende. Nós temos muitas razões para agradecer a você, nosso colaborador. Temos crescido em conteúdo e expandindo nossa atuação graças a sua ajuda. Após meses cogitando a possibilidade de fundar um programa de TV, percebemos que nosso esforço será bem mais direcionado para a manutenção e expansão da nossa Web TV. Com matérias inéditas produzidas por Fernanda Salles e os comentários de Allan dos Santos e Italo Lorenzon. Contamos com vocês para prosseguir nosso esforço de furar o bloqueio da grande mídia no Brasil!Um de nossos objetivos é competir com as emissoras que produzem as incômodas “fake news”, e ocupar esse espaço trazendo à vocês a informação sem o filtro do politicamente correto. Para melhorar o setor jornalístico do canal Terça Livre, passamos a contar com a nossa profissional Fernanda Salles, jornalista de Belo Horizonte.Sem o seu apoio não temos condições, por exemplo, de adquirir e nem melhorar equipamentos para reportagens e documentários, bem como enviar nossa correspondente para Brasília em momentos oportunos. Lembramos que esse valor exibido aqui como recebido é um número baseado na informação de pessoas que prometem colaborar com nosso canal, mas infelizmente, muitos não efetuam a doação por boleto bancário e esse apoio nunca chega até nós. Hoje, praticamente metade desse orçamento não é recebido por falta de pagamento.Abaixo listamos o gasto mensal para manter a nossa redação.
- Jornalismo: R$ 2.000,00- Transporte mensal da jornalista em BH para as matérias de rua e afins: R$500,00- Locomoção da nossa equipe para gravação das matérias fora do estado: R$ 3.000,00- Passagens, alimentação, deslocamentos e eventual pernoite (a meta é que nossa jornalista e nosso cinegrafista, possam fazer ao menos uma viagem mensal para Brasília, no intuito de pressionar deputados e senadores em direção às nossas pautas conservadoras e realizar matérias dentro do Congresso Nacional): R$ 500,00- Fundo de caixa: R$1.000,00 (para a alimentação do cinegrafista e da repórter durante trabalho jornalístico na rua, seguro e manutenção de equipamento, compra de baterias, pilhas, enfim, cobertura orçamentária de outras pequenas necessidades relacionadas ao exercício do trabalho jornalístico).TOTAL: R$ 7.000,00Como a plataforma Apoia.se retém 12%, nós precisamos de R$ 7.954,00 pra alcançarmos a meta de R$ 7.000,00
Se conseguirmos manter esse orçamento mensal, o nosso canal terá tudo para se tornar o único produtor conservador de conteúdo jornalístico totalmente profissional. Nós contamos apenas com vocês, pois não queremos ser censurados ou calados por interesses de quem não está comprometido com o bem do nosso país. Se você, assim como nós, está cansado do conteúdo manipulado da mídia tradicional, ajude-nos a manter o nosso canal!OBS.: disponibilizaremos os apoios que foram efetivados, pois a plataforma Apoia.se não divulga aqueles que prometeram o apoio, mas não conseguiram efetuá-lo, por exemplo como no caso dos boletos ou cartões que estouraram o limite.Abraço,Allan L. Dos Santos e Italo Lorenzon. - https://www.apoia.se/tercalivre
sábado, 29 de abril de 2017
A falsa “greve geral” mostra como a esquerda não passa de uma guerrilha
By João César de Melo -
Imagine que a primeira metade desse período tivesse sido marcada por um excepcional cenário econômico internacional, com o preço das commodities nas alturas e os países mais importantes do mundo comprando tudo do Brasil.
Imagine que nos oito primeiros anos desse governo o PIB brasileiro tivesse sido quintuplicado, mas que, ao invés de promover grandes avanços sociais, econômicos e logísticos, esse governo liberal tivesse roubado tão desvairadamente que afundasse o Brasil na mais profunda recessão de sua história.
Por fim, imagine que o povo, farto, pressionasse o Congresso para afastar e destituir quem comandava o país.
Creio que não seja muito difícil imaginar que os líderes desse hipotético governo seriam banidos do cenário político nacional, rejeitados pela população, ignorados pela imprensa e odiados por “intelectuais”, artistas, estudantes, sindicalistas e ativistas “sociais”.
Não haveria ninguém nas ruas exaltando-os como heróis. Ninguém estaria interessado em ouvir deles as soluções para o Brasil. Todos exigiriam mil anos de prisão para cada um.
Na vida real, Lula e Dilma lideraram um esquema de corrupção de proporções nunca antes vistas, que aliado às políticas econômicas intervencionistas, levou o país à mais profunda recessão da história. A despeito disso, continuam sendo tratados como heróis. Lula foi desmascarado como o grande chefe de uma organização criminosa e ainda é apontado como a solução para o Brasil.
O PT, que sempre acusou a oposição que querer privatizar as estatais, privatizou o governo federal trazendo como sócios uma dúzia de empresários corporativistas. A despeito disso, o partido ainda conta com militantes − assumidos ou não − que o enxergam como um partido voltado para os “interesses dos trabalhadores”.
Os mesmos “intelectuais”, artistas, estudantes, sindicalistas e ativistas “sociais” que não tolerariam mínimos desvios de políticos liberais, relevam todos os prejuízos, todos os crimes e todos os absurdos promovidos por Lula e Dilma, afinal, os dois representam o movimento socialista brasileiro.
A falsa “greve geral” organizada pela CUT – digo, pelo PT – torna isso muito evidente.
Por muito menos, Fernando Collor foi enxotado da presidência. Foi eleito por pouco mais da metade dos eleitores brasileiros, mas, dois anos depois, a quase totalidade deles estava na rua pedindo seu afastamento. Ninguém gritou que ele foi vítima de um “golpe”.
A sociedade brasileira precisa aprender que a esquerda é muito mais do que uma dúzia de partidos e lideranças unidas por ideias “bonitinhas”. A esquerda é uma guerrilha com centenas de milhares de soldados entrincheirados em universidades, sindicatos, jornais, palcos, Internet, movimentos disso e daquilo, sempre em prontidão para sair em defesa de seus líderes e/ou em ataque aos que ousam pensar diferente deles.
Eleger um político de esquerda é conceder poder à essa guerrilha, que ganha mais voz, mais espaço, mais proteção, mais dinheiro e cargos no governo.
Qualquer outro político que cometesse 10% dos crimes de Lula e Dilma já estaria, no mínimo, no hall das personalidades mais odiadas do Brasil. Mas Lula é do PT e o PT é de esquerda. E o PT é a representação política dos hipócritas de classe média que têm no socialismo um fetiche existencial. Eles negam, mas sofrem por Lula. Sofrem por Dilma. A falsa “greve geral” é, antes de tudo, uma demonstração da força do grito, da intimidação, da sabotagem e da demagogia – o que a esquerda faz de melhor.
http://www.ilisp.org/artigos/falsa-greve-geral-mostra-como-esquerda-nao-passa-de-uma-guerrilha/
quinta-feira, 27 de abril de 2017
Única fábrica socialista do Brasil afunda em dívidas e fecha por não pagar energia elétrica
By Marcelo Faria -
A única fábrica socialista do Brasil fechou há 22 dias. O motivo? Falta de pagamento da conta de energia elétrica, fundamental para produzir os tambores plásticos na Flaskô, “ocupada” pelos trabalhadores há 14 anos desde que a antiga administração decretou falência.
A organização “somente para o interesse dos patrões” que deu lugar à uma “reorganização de acordo com os interesses da classe, sem exploração”, como mencionado em manifesto feito pelos operários, começou com 300 pessoas, mas atualmente conta com 67. Afundada em dívidas (mais de R$ 120 milhões), os operários estão sem salários desde 7 de março, e parte da força de trabalho também está sem vale transporte e alimentação. A CPFL, responsável pelo fornecimento de energia na cidade de Sumaré-SP, onde se encontra a fábrica socialista, não recebe desde agosto de 2016 o pagamento pelas parcelas negociadas de contas passadas de energia elétrica, o que fez a dívida da empresa aumentar ainda mais.
Até agora, já ocorreram mais de 220 leilões de máquinas e pedidos de penhora de bens da empresa para pagar dívidas passadas. Os operários são citados nas diversas ações movidas contra a empresa, na medida em que todas as dívidas foram passadas aos novos administradores. Das 40 máquinas que operavam, restam apenas 6, que, de tão sucateadas, fazem o serviço de 3 máquinas.
Na fábrica foi aplicada a “redução da jornada de trabalho sem redução salarial”, passando o período laboral de 44 horas semanais para 30 horas. Todas as decisões da fábrica passam por um conselho de 11 membros com representantes de diferentes turnos e setores para ampliar a representatividade. Assembleias gerais são feitas para prestação de contas e sempre há um pedido de assembleia extraordinária. Nada disso, entretanto, ajudou a empresa a pagar suas dívidas e ampliar a produção, pelo contrário: o turno noturno foi extinto para economizar energia e o faturamento da empresa segue caindo.

Para salvar a empresa, os operários resolveram fazer um pedido de estatização, encaminhado ao Senado em 2012, onde milhões de pagadores de impostos assumiriam as dívidas de empresa enquanto os operários continuaram sendo responsáveis pela administração da fábrica. Até o momento, o projeto sequer tem designação de relator na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado.
De acordo com manifesto no site oficial da ocupação, os operários da fábrica defendem que “fábrica quebrada é fábrica ocupada, e fábrica ocupada deve ser estatizada e colocada sob controle dos trabalhadores”. O mesmo manifesto menciona que a empresa é uma “fábrica resistindo contra o capitalismo” que mantém “a defesa das pautas históricas da classe trabalhadora em direção ao socialismo”. O local chegou a sediar o “Acampamento Revolucionário da Juventude” e também publica textos em defesa das ditaduras de Cuba e Venezuela em seu site oficial.
A Flaskô é a única fábrica socialista que permanece em funcionamento no Brasil. Outras empresas na mesma situação já fecharam as portas. Em Joinvile (SC), a Cipla e a Interfibra seguiram nos mesmos moldes, até a justiça nomear um interventor especialista em recuperações judiciais e falências para comandar as empresas.
http://www.ilisp.org/noticias/unica-fabrica-socialista-brasil-afunda-em-dividas-e-fecha-por-nao-pagar-energia-eletrica/
quarta-feira, 26 de abril de 2017
segunda-feira, 24 de abril de 2017
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