quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

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O China Development Bank vai contribuir com US$ 8 bilhões, pagos em duas parcelas, para um fundo de desenvolvimento na Venezuela para financiar projetos de infraestrutura, da indústria, agricultura, mineração, energia e na área de tecnologia no país sul-americano. O Banco de Desenvolvimento Social e Econômico da Venezuela, BANDES, vai contribuir com US$ 4 bilhões. Segundo documento obtido pela Bloomberg, o pagamento de mais esse empréstimo chinês será feito com remessas de petróleo para o país asiático.
Desde 2008, a China vem emprestando dinheiro ao país presidido por Hugo Chávez. Até agora, esses empréstimos somam cerca de US$ 40 bilhões. A moeda de troca dos venezuelanos tem sido o petróleo. O país sul-americano envia, por dia, 450 mil barris do produto à China, como forma de pagamento desses muitos empréstimos. A produção diária da Venezuela é de 2,7 milhões de barris. Apesar dessas remessas, os EUA ainda permanecem como o maior comprador do petróleo venezuelano.
Segundo ministério das Finanças do governo Hugo Chávez, a dívida pública do país já se acumula em US$ 79,3 bilhões. Nesta conta não estão incluídos os empréstimos contraídos junto à China. A ministra do Comércio da Venezuela, Edmee Betancourt, afirmou que, em novembro, um novo plano de investimento da China em seu país será anunciado.
Fonte: 
Valor Econômico.
 
 
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O presidente 'manchuriano' da Venezuela


Viagem do líder chavista para Pequim para buscar financiamento mostra que chineses e cubanos dão as cartas em Caracas


06 de outubro de 2013 | 2h 04


JUAN , NAGEL, FOREIGN POLICY, É BLOGUEIRO, UM DOS FUNDADORES DO BLOG CARACAS CHRONICLES , JUAN , NAGEL, FOREIGN POLICY, É BLOGUEIRO, UM DOS FUNDADORES DO BLOG CARACAS CHRONICLES - O Estado de S.Paulo
Ultimamente, fala-se muito sobre o domínio da China, especialmente na América Latina, região rica de recursos naturais. Embora a China tenha grande influência em muitos países, raramente ela é tão essencial como no caso da Venezuela, país revolucionário, rico em petróleo e na bancarrota.

Isso ficou evidente na semana passada, quando o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, realizou uma visita de Estado à China, onde assinou uma dezena de acordos. No entanto, o motivo da sua visita foi implorar uma injeção de dinheiro para salvar seu governo em grandes dificuldades. Ninguém sabe ao certo se ele conseguiu.
A Venezuela padece de uma escassez aguda de divisas estrangeiras e, embora o país ainda não esteja em crise no caso da sua balança de pagamentos, existem inúmeros sinais alertando para problemas iminentes. Os importadores reclamam que é impossível ter acesso a dólares oficiais em razão dos controles bizantinos do câmbio implementados pelo governo. Esse problema teve um forte impacto sobre todas as empresas, desde fábricas que não conseguem mais adquirir peças sobressalentes para suas máquinas até jornais que se queixam de falta de papel.
Em tese, a Venezuela não deveria estar nessa situação diante dos preços altos do petróleo. Mas, com o câmbio no mercado paralelo sete vezes mais alto do que o oficial, o incentivo para obter lucro é muito grande. Qualquer pessoa com acesso a dólares oficiais sabe que é lucrativo guardá-los no exterior ou vendê-los no mercado paralelo em vez de usá-los para importar alimentos de primeira necessidade que o país necessita.
Com suas reservas cambiais diminuindo e a demanda por moeda forte crescendo, Maduro foi à China para, basicamente, pedir ajuda financeira.
No entanto, em vez de conseguir dinheiro vivo, ele firmou muitos acordos, principalmente de venda de petróleo, mas envolvendo também empréstimos destinados a projetos de infraestrutura, como um novo porto. A China também conseguiu primazia na exploração de uma promissora mina de ouro em Las Cristinas, no Estado de Bolívar.
Maduro também fechou um acordo de financiamento de US$ 5 bilhões, mas as condições não foram reveladas. Citando fontes no governo, o jornal El Nacional informou que a Venezuela queria receber os US$ 5 bilhões em dinheiro vivo, mas a China recusou.
Os chineses insistiram que o acordo devia ter por base condições similares a outros já em vigor, com base nos quais a China já fornece à Venezuela os fundos que ela precisa aplicar em projetos de infraestrutura que usam tecnologia ou produtos de consumo chineses.
Segundo o jornal, em sua busca por financiamento sem quaisquer condições, as autoridades venezuelanas haviam preparado um discurso para convencer as autoridades chinesas, mas elas nem mesmo quiseram ouvir.
A falta de recursos é crítica para Maduro. Ele precisa de moeda forte para reduzir a escassez do país. Enfrentando uma forte queda nas pesquisas de popularidade e com as eleições para as prefeituras se aproximando (marcadas para 8 de dezembro), a última coisa que o governo deseja é eleitores contrariados fazendo fila durante horas para comprar alguns rolos de papel higiênico.
Não surpreende que Maduro tenha ido à China buscar financiamento. O país é a única fonte de recursos que resta para os chavistas. Os chineses sabem disso e usam sua influência magistralmente. O comércio bilateral entre os dois países chega a US$ 10 bilhões ao ano e a China hoje é a segunda maior parceira comercial da Venezuela.
O país tem um superávit comercial com relação à China em grande parte em razão das exportações de petróleo venezuelano para pagamento de empréstimos passados.
Para a China, os acordos firmados com a Venezuela são uma maneira de estimular sua economia doméstica. Com financiamento chinês, a Venezuela adquire infraestrutura e produtos de consumo chineses.
Em troca, exporta petróleo para a China, de modo que, no fim, os chineses ficam com o dinheiro e o petróleo. O ambiente político em que esses acordos são firmados, sem nenhuma fiscalização, auditoria e ninguém tendo conhecimento dos termos exatos - é um negócio sob medida para Pequim.
Com a China ditando praticamente as condições do financiamento, uma coisa ficou clara na viagem de Maduro: os chineses, juntamente com os cubanos, controlam a Venezuela. Uma surpreendente reviravolta no caso de um governo que se promove como "defensor da pátria". / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO Artigo




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http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-presidente-manchuriano-da-venezuela-,1082551,0.htm

Las fallas en la distribución esconden el problema de generación

Buenos Aires
 

 
El sistema eléctrico argentino camina al borde de la catástrofe, muy cerca del abismo. Lo muestran los propios números oficiales. No hay capacidad para atender la demanda. Los picos históricos en todo caso no son tales. La demanda récord es la que se pudo atender ¿Cuánto más era el consumo si se atendían los cortes? La energía barata es como el pan a diez pesos o el dólar a precio oficial: no alcanza para todos y hay que racionar.
Pero la demanda no ha estado creciendo mucho. El Indec muestra que en los once primeros meses sólo aumentó 2,6%; menos de la mitad de lo que el mismo Indec dice que crece la economía. O la Argentina es un modelo de crecimiento que logra un aprovechamiento energético maravilloso o hay una nueva prueba de que el organismo público no sabe mentir. La evolución de la demanda eléctrica indica que la actividad está más cerca de la recesión que del alto crecimiento que obliga a pagar jugosos beneficios a tenedores de bonos entre los que, sorpresa, se encuentran algunos directivos del propio Indec.
Las fallas en la distribución han escondido la insuficiencia de la generación, que también puede llevar a los apagones, programados o no.
El sábado, en el pico de demanda de potencia, a las 14.10, la administradora del mercado mayorista, Cammesa, decía tener reserva térmica por apenas 364 MW, es decir, menos del 2% del requerimiento de ese momento. La indisponibilidad de máquinas térmicas por fallas es altísima. Por meses no baja de 4000 MW. El Gobierno ha obligado a usar con combustible líquido de forma permanente generadores diseñados para hacerlo sólo ocasionalmente; no es raro que fallen bastante más seguido que hace una década.
La central nuclear de Embalse no entrega toda su potencia y debe ser apagada para un mantenimiento. Julio De Vido visitó el 28 de diciembre la central Atucha II. Es la que se comenzó a construir en 1980, abandonada en los 90, reactivada por Néstor Kirchner y "puesta en marcha" en septiembre de 2011 por Cristina Kirchner, en un prohibido por ley acto de campaña previo a los comicios de octubre. Más de dos años después de la "puesta en marcha" la central no genera todavía nada y De Vido, junto a Capitanich, en medio de la catástrofe, habló desde sus instalaciones en el Día de los Inocentes.
El titular del Ministerio de Planificación embistió contra Edenor y, sobre todo, contra Edesur. En esa compañía el Gobierno tiene un veedor desde julio de 2012. Lo designó primero por 45 días, pero le fue prorrogando la gestión. En agosto último se la extendió por 90 días más. Luis Barletta es, además, el vicepresidente del ente regulador, ENRE.
El Estado tiene cinco directores en Edenor, desde que se quedó con las acciones que tenían las AFJP. Uno de ellos, Emmanuel Álvarez Agis, está allí desde 2012 y en noviembre asumió en el equipo de Axel Kicillof con el pomposo cargo de secretario de Política Económica y Programación del Desarrollo. ¿No sabían lo que pasaba, lo que las empresas en las que supuestamente se desempeñan hacen? Las propias empresas les avisaron lo que sucedía. Las instalaciones no alcanzan. La eficiencia de los equipos se reduce con las altas temperaturas y las fallas aumentan. Desde Edesur dicen que la situación se les complica más porque tienen más proporción de su red soterrada que Edenor. "Es más fácil que se caliente y es más difícil de arreglar", señalan.
Las dos compañías estuvieron haciendo cortes programados sin decirlo. Hasta que De Vido mostró que lo sabía. "Cuando las instalaciones están al ciento por ciento de la capacidad y se comienzan a calentar las desconectamos, evitamos la rotura, pero no todas las veces se llega a tiempo y eso no garantiza que cuando se vuelva a conectar no se repita la situación", señalan. En muchos lugares no llegaron a tiempo.
Por ahora la generación hidráulica no genera problemas. Hay agua suficiente. Pero el sábado aparecieron máquinas indisponibles en Yacyretá, Salto Grande, El Chocón y Río Grande, entre fallas y otras razones. Faltaron más de 1100 MW, lo que produciría la generación nuclear si Embalse funcionara a pleno. Hubo que usar 217 MW importados de Uruguay. El sistema está al borde del colapso incluso cuando están cerrados la Administración Pública y los bancos y cuando las automotrices y las aceiteras y las cementeras, grandes consumidores, están de capa caída.
En el sector energético dicen que sólo resta esperar que se cumplan los pronósticos de que a partir de mañana comenzará a bajar la temperatura. Si no fuera así, la situación será, incluso para los especialistas, totalmente imprevisible..


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http://www.lanacion.com.ar/1651731-las-fallas-en-la-distribucion-esconden-el-problema-de-generacion
 

Ladrões usam pen drives para assaltar caixas eletrônicos



Atualizado em  30 de dezembro, 2013 - 20:23 (Brasília) 22:23 GMT

Arquivo/Getty
Pen drives infectados instalavam malware em caixas eletrônicos em banco europeu
Pesquisadores identificaram como criminosos passaram a usar pen drives infectados com malware para conseguir retirar dinheiro de caixas eletrônicos.
Em meados deste ano, surgiram os primeiros buracos abertos pelos criminosos nos caixas para plugar os dispositivos.
Os detalhes dos ataques, realizados contra caixas de um banco europeu cujo nome não foi divulgado, foram apresentados no congresso Chaos Computing, em Hamburgo, na Alemanha, que debateu crimes cibernéticos.
Os dois pesquisadores que detalharam os ataques pediram que seus nomes tampouco fossem divulgados.
Segundo eles, esse tipo de ataque começou a ser aplicado em julho, depois de o banco notar que vários de seus caixas eletrônicos estavam sendo esvaziados apesar do uso de cofres para proteger o dinheiro dentro das máquinas.
Depois de um aumento na vigilância, o banco descobriu que os criminosos estavam vandalizando as máquinas para usar os pen drives infectados com o malware (software destinado a se infiltrar em um computador).
Uma vez que o malware fosse transferido para a máquina, eles fechavam o buraco aberto para a entrada do pen drive. Desta forma, um mesmo caixa eletrônico poderia ser atacado várias vezes.

Códigos

Para ativar o código na hora em que quisessem, os criminosos digitavam uma série de 12 dígitos que lançava uma interface especial.
Análises do software instalado em quatro caixas eletrônicos atacados demonstraram que as máquinas infectadas mostravam não apenas a quantidade de dinheiro disponível em seu cofre, mas também quais as notas disponíveis e um menu com as opções de escolha das notas.
Segundo os pesquisadores, isso permitia que os criminosos pedissem a liberação das notas de valor mais alto para minimizar o tempo em que eles ficavam no caixa eletrônico, se arriscando a serem flagrados.
Os pesquisadores que revelaram esse novo tipo de crime cibernético também notaram outro aspecto: os criminosos que usam esse tipo de malware pareciam temer que membros da própria gangue agissem por conta própria.
Por isso, para a liberação do dinheiro no caixa eletrônico, o criminoso precisa digitar um segundo código, que varia a cada vez que o software é usado.
O criminoso só pode obter esse segundo código ligando para outro membro do grupo e descrevendo a ele os números que são mostrados na tela do caixa eletrônico no momento do crime.
Sem isso, o caixa eletrônico volta ao normal depois de três minutos, como se não tivesse sido atacado.
Os pesquisadores afirmaram que o código do malware usado nos caixas eletrônicos é muito difícil de analisar.



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http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/12/131230_roubo_caixas_pen_drive_fn.shtml
 
Filho de ditador gasta em uma noite o dobro da dívida que será perdoada pelo Brasil

Teodorin em um de seus veículos. Imagem: Implicante
 
 
RIO – Quando Ali Bongo assumiu a presidência do Gabão, quatro anos atrás, a Embaixada dos EUA em Libreville reportou a Washington um roubo de R$ 84 milhões (€ 28 milhões) no Banco Central regional, que atende a oito países da África Central.
Os diplomatas americanos registraram em documento – disponível nos arquivos do WikiLeaks – a versão corrente na época: o ditador gabonês Omar e seu herdeiro Ali foram os beneficiários, e usaram parte dos recursos para financiar partidos políticos franceses, apoiando inclusive o então presidente da França, Nicolas Sarkozy.

A quantia roubada era equivalente a 5% do capital do banco. E dez vezes maior que o valor do perdão da dívida do Gabão com o Brasil proposto pela presidente Dilma Rousseff ao Senado.
O caso enfureceu governantes sócios dos Bongos no Banco dos Estados da África Central. Todos se sentiram roubados. A família Obiang, que governa a Guiné Equatorial, exigiu mudanças na direção e na forma de operação do banco.
Ontem, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo comemorou 34 anos no poder. Aos 71 anos de idade, ele é o mais antigo ditador africano em atividade.
Obiang comanda um país cuja riqueza subterrânea, em petróleo, contrasta com a plena miséria da superfície: sete de cada dez habitantes (600 mil) sobrevivem com renda inferior a US$ 2 por dia, segundo o Banco Mundial.
Apenas 44% da população da Guiné Equatorial têm acesso à água potável e a desnutrição impera entre 39% das crianças com menos de 5 anos. O presidente, no entanto, se destaca entre os oito governantes mais ricos do planeta, segundo a revista “Forbes”.
A Guiné Equatorial tem uma dívida de R$ 27 milhões (US$ 12 milhões) pendente há duas décadas com o Brasil. O governo Lula chegou a anunciar sua liquidação, com anistia, mas não concretizou. A presidente Dilma Rousseff decidiu renegociá-la com anistia.
No centro do interesse brasileiro estão petróleo e contratos de obras que fizeram o fluxo de comércio entre o Brasil e a Guiné Equatorial se multiplicar, saltando de US$ 3 milhões em 2003 para cerca de US$ 700 milhões no ano passado. Nesse período, o ditador Obiang tornou-se um “caro amigo” para o ex-presidente Lula. E personagem relevante aos olhos da presidente Dilma, para quem “o engajamento com a África tem um sentido estratégico”.
Auxílio a acusado de genocídio
Para o clã Obiang, a anistia financeira do Brasil não tem qualquer significado, além de uma espécie de aval político a uma ditadura contestada na ONU e sob investigação em tribunais da Europa e dos Estados Unidos.
Para os Obiang, uma quantia de R$ 27 milhões (valor da dívida com o Brasil) é dinheiro de bolso. Teodorín, filho mais velho e virtual sucessor do ditador, gastou o dobro disso numa única noitada de compras na Christie’s, em Paris. Foi durante o leilão da extraordinária coleção de arte de Yves Saint Laurent e Pierre Bergé, em 2009 – informou o Departamento Antilavagem do Ministério das Finanças da França em relatório aos juízes parisienses Roger Le Loire e René Grouman.
Parte dos lotes que Teodorín arrematou incluía obras de Rodin, Degas e Monet. Elas foram apreendidas pela Justiça no final do ano passado. A polícia levou, também, peças de mobiliário avaliadas em R$ 117 milhões (US$ 52 milhões) e uma coleção de carros (sete Ferrari mais alguns Bentley, Bugatti Veyron, Porsche Carrera, Maybach Mercedes, Aston Martin, Maserati e Rolls-Royce).
O “tesouro”, como ficou registrado no boletim de ocorrência, estava em uma das residências do herdeiro Obiang em Paris – a mansão número 42 da avenida Foch (distrito 16), com 101 ambientes distribuídos em seis andares. Alguns dos veículos foram leiloados no mês passado.
No final do ano passado, a Justiça francesa mandou prender Teodorín por corrupção e lavagem de dinheiro. Ele recorreu, mas a decisão foi mantida. No último carnaval esteve em Salvador, mas não foi preso: a polícia alegou que não sabia de sua presença na capital baiana e nem mesmo do pedido de prisão na França.
Com movimentos limitados também está Omar al-Bashir, 69 anos de idade, dos quais 24 no governo do Sudão. Ele foi condenado pelo Tribunal Penal Internacional, das Nações Unidas, por genocídio. Recorreu, mas a sentença foi confirmada no ano passado.
Bashir suprimiu os partidos políticos, censurou a imprensa e dissolveu o Parlamento. Autonomeou-se líder do Conselho Revolucionário para a Salvação Nacional, e também chefe de Estado, primeiro-ministro e chefe das Forças Armadas. É o ditador de um país cuja superfície é pobre, mas cujo subsolo tem promissoras reservas de petróleo.
O Sudão tem uma dívida de R$ 98 milhões (US$ 43,5 milhões) com o Brasil. O governo informou ao Senado que pretende perdoar 90% do total – ou seja, uma anistia de R$ 88,2 milhões (US$ 39,2 milhões).
Para Bashir, isso equivale a uma dádiva financeira e política. Ele é o primeiro presidente da República no exercício da função a se tornar o alvo de um mandado internacional de prisão por genocídio. O apoio do governo Dilma Rousseff foi, até agora, um dos raros gestos de solidariedade que recebeu neste ano.
(grifos de Implicante)
Reportagem de O Globo

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Rock'n roll não é vestir preto, rock'n roll é ter um cérebro.
 
 
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O jiu-jítsu e a ciência econômica - muito mais em comum do que poderíamos imaginar
por , segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

            

Mises_jiujitsu.jpgEconomia e artes marciais?  Quais paralelos podemos traçar entre ambas?  Em primeiro lugar, as duas representam um tipo de conhecimento sistemático: a ciência econômica é o estudo da ação humana e de sua interação com bens e serviços, e as artes marciais são o estudo da melhor maneira de sobrepujar fisicamente outro homem.   Ambas são ideias que foram desenvolvidas por centenas de anos, e estão subdivididas em diversas escolas ou estilos.  No entanto, foi na metade do século XX que ambas desenvolveram um ramo invencível: na economia, consolidou-se a Escola Austríaca de Economia, tendo Ludwig von Mises como líder, e nas artes marciais, o jiu-jítsu brasileiro, tendo Hélio Gracie no comando.  E é sobre estas duas ramificações específicas da economia e das artes marciais que irei discorrer neste artigo.
O jiu-jítsu foi criado por monges indianos e, com o tempo, foi se espalhando pela Ásia até chegar ao Japão feudal, onde foi praticado e desenvolvido pelos samurais. Após o período Meiji, quando a ordem Samurai foi abolida e o Judô foi desenvolvido por Jigoro Kano, o jiu-jítsu chegou ao Brasil em 1914, com um aluno de Kano, Mitsuyo Maeda, conhecido como Conde Koma.  Em 1917, Koma ensinou sua arte para o jovem Carlos Gracie.  Carlos passou estes ensinamentos para seus irmãos e os Gracies começaram a praticar e a desenvolver esta arte marcial, dando origem a um novo estilo, o jiu-jítsu brasileiro.  E foi o irmão mais novo e mais fraco de Carlos, Hélio, quem aperfeiçoou mais eficientemente o jiu-jítsu, e se tornou um lutador "casca-grossa".
Os irmãos Gracie começaram a abrir academias de jiu-jítsu e, para provar a superioridade de seu estilo, começaram a desafiar lutadores de outras artes marciais ou qualquer pessoa que duvidasse da eficiência de sua luta, colocando inclusive anúncios em jornais com estes desafios — e os Gracies derrotavam todos que apareciam.  Hélio se tornou o Gracie mais proeminente, sendo por muitos anos o lutador número um da família, e isto o transformou em uma celebridade no Brasil.  Em busca de reconhecimento mundial, Hélio desafiou o campeão mundial de jiu-jítsu, o japonês Kimura, que era 30 quilos mais pesado que Hélio.  Kimura se recusou a lutar com Hélio, dizendo que ele era o campeão e que se Hélio quisesse uma luta, deveria lutar com Kato, o vice-campeão — que também possuía uma enorme vantagem de peso — que também o derrotaria com facilidade.
A luta, no entanto, acabou ocorrendo, e Hélio derrotou Kato em 6 minutos, forçando Kimura a aceitar o desafio anterior.  Kimura declarou que se Hélio durasse mais do que 3 minutos, ele o consideraria o vencedor.  Em 1951, Kimura derrotou Hélio aos 13 minutos, quando Carlos jogou a toalha para evitar que o braço de Hélio fosse quebrado pela chave que Kimura lhe aplicou — e que depois foi batizada com seu nome.  Hélio se aposentou e era chegada a hora para a segunda geração dos Gracies assumir a tarefa de reivindicar a superioridade de sua arte.
Durante os anos de 1970, os filmes de Bruce Lee fizeram grande sucesso, e professores de kung fu e karatê apareceram para desafiar a hegemonia do jiu-jítsu.  Foi a vez de Rolls Gracie encarar o desafio.  Rolls era filho de Carlos, criado por Hélio, e foi o melhor lutador que a dinastia Gracie já produziu.  Ele derrotou facilmente o mestre de karatê, e nesta luta foi possível observar, na técnica de Rolls, o atual jiu-jítsu "estilo Gracie" em sua forma totalmente desenvolvida — ele havia adicionado ao jiu-jítsu técnicas de wrestling e sambo.
Rolls morreu pouco tempo depois em um trágico acidente de asa-delta, o que fez com que outros lutadores passassem a representar a família Gracie em inúmeros desafios subsequentes.  O jiu-jítsu dos Gracie sempre venceu.
Porém, mesmo diante desta esmagadora superioridade, o "jiu-jítsu Gracie" não foi capaz de derrotar um oponente: Hollywood.  A imensa maioria do público mundial ainda acreditava que o kung fu e outros estilos semelhantes eram o supra-sumo das artes marciais.  Apenas alguns poucos estavam cientes da verdade sobre as artes marciais. Posso mencionar aqui o meu exemplo pessoal: em meados da década de 1980, mesmo vivendo no Brasil, eu ignorava completamente a supremacia do jiu-jítsu dos Gracie e, influenciado por filmes bobos como Karatê Kid, matriculei-me em uma academia de karatê, tornando-me anos depois um faixa preta de tae kwon do. Assim como o resto do mundo, só fui ter consciência da verdade sobre as artes marciais no começo dos anos 1990.
Rorion Gracie estava morando na Califórnia desde a década de 1970, ensinando e promovendo o "jiu-jítsu Gracie", desafiando e vencendo lutadores locais — a esta altura, uma tradição familiar.  Em 1993, ele teve uma ideia que iria transformar o mundo das artes marciais para sempre, e iria de uma vez por todas provar qual estilo era o melhor: ele inventou o Ultimate Fighting Championship (UFC), um torneio de artes marciais sem regras e sem divisões por peso, que na realidade tinha apenas uma característica distinta do que a família vinha fazendo nas últimas décadas: ele seria transmitido pela TV.
Rorion também criou o octógono, um ringue gradeado, ideal para este tipo de luta. O lutador escolhido para representar os Gracies não foi Rickson, que era o musculoso atual campeão da família, mas sim seu irmão Royce, que, como seu pai Hélio, não era um sujeito nada fisicamente intimidador — embora mais alto do que Hélio. Royce venceu todas as lutas das primeiras edições do torneio, derrotando grandes mestres das mais variadas artes marciais.  Só que, desta vez, o mundo todo pôde ver a família Gracie em ação.
Daquele momento em diante, todo o mundo soube que, se alguém quisesse se tornar um bom lutador, teria de aprender jiu-jítsu — ou seria derrotado por um lutador que soubesse jiu-jítsu.  Não foi apenas uma vitória de Royce; foi a vitória suprema do jiu-jítsu estilo Gracie sobre todos os outros estilos.  Foi como a descoberta da América por Colombo: os europeus já haviam estado aqui antes, mas foram suas navegações cruzando o Atlântico que levaram ao conhecimento geral do continente americano pelos europeus, mudando o mundo para sempre.
Pouco depois do UFC, Rickson foi para o Japão e venceu facilmente os melhores lutadores japoneses, confirmando aquilo que Royce havia demonstrado nos EUA.
Agora, falemos sobre ciência econômica.  As origens da Escola Austríaca podem ser encontradas nos trabalhos dos escolásticos tardios da Universidade de Salamanca, na Espanha, que descobriram e explicaram as leis econômicas.  Estes ensinamentos foram desenvolvidos por intelectuais europeus como Cantillon, Turgot, Bastiat e Say até 1871, quando Carl Menger, professor de economia na Universidade de Viena, condensou-os com a teoria da utilidade marginal e fundou a Escola Austríaca de Economia, marcada pela publicação da obra Princípios de Economia Política.
O primeiro adversário de Menger e da Escola Austríaca foi a Escola Historicista Alemã, representada por Gustav von Schmoller e outros. Menger os enfrentou e os derrotou durante uma disputa intelectual chamada de Methodenstreit durante os anos de 1890. Menger teve muitos discípulos, entre eles o arquiduque Rudolf von Habsburg, príncipe da família imperial da Áustria.  Mas foi Eugen von Böhm-Bawerk quem levou os ensinamentos do mestre a novos patamares, aplicando-os a diversos temas, desenvolvendo ainda mais a Escola Austríaca.  Böhm-Bawerk também enfrentou batalhas intelectuais, principalmente contra os marxistas, e saiu vitorioso refutando definitivamente a teoria da exploração do socialismo-comunismo.
No entanto, foi somente com um aluno de Böhm-Bawerk que a Escola Austríaca se desenvolveria em um estilo invencível.  Ludwig von Mises reconstruiu a ciência econômica sobre sólidas fundações epistemológicas, colocando a economia como um ramo de uma ciência maior — a praxeologia —, dando a ela o status de uma disciplina axiomática lógico-dedutiva.  Mises começou a aperfeiçoar a Escola Austríaca em 1912, com a publicação de The Theory of Money and Credit, e já em 1920, com a publicação do ensaio O cálculo econômico sob o socialismo, ele derrotou todos os pensadores socialistas, demonstrando que o socialismo era impraticável.
Durante toda a sua vida, Mises teve inúmeras disputas intelectuais com todos os tipos de adversários — socialistas, marxistas, positivistas, intervencionistas, neoliberais etc. —, e teve muitos estudantes, que por sua vez também enfrentaram subsequentemente este tipo de batalha.  Provavelmente uma das mais importantes batalhas foi lutada por um aluno de Mises, Friedrich August von Hayek, contra John Maynard Keynes.
Durante os anos 1930, Hayek era um professor na London School of Economics, e era o mais influente economista austríaco no mundo anglo-saxão.  Ele era, portanto, o homem para enfrentar Keynes, que havia publicado sua Teoria Geral em 1936.  Hayek foi um aluno de Mises, mas antes disso ele já era um discípulo de Friedrich von Wieser, e iria permanecer essencialmente um wieseriano pelo resto de sua vida.  Foram as inconsistências de sua abordagem wieseriana/walrasiana a respeito do equilíbrio geral que o levaram a sucumbir diante de Keynes.
Keynes apresentou uma teoria totalmente falaciosa — sem nenhuma inovação sobre o que já existia —, mas sua teoria fornecia um adorno e um linguajar científicos em defesa dos gastos governamentais, da inflação, dos déficits e de todo o resto que os políticos adoram fazer.  Com o tempo, sem uma refutação sólida, o tsunami keynesiano varreu o mundo da economia.
Na verdade, a ciência econômica da Escola Austríaca misesiana só foi se desenvolver completamente mos anos 1940, quando Mises publicou Nationalökonomie (1940) e Ação Humana (1949).  Apenas os estudantes de Mises dos anos 1940 em diante seriam os verdadeiros misesianos, como Murray Rothbard, Hans Sennholz, Israel Kirzner, Ralph Raico e George Reisman.  Os misesianos — os estudantes de Mises e os estudantes destes estudantes de Mises — continuaram enfrentando batalhas intelectuais contra outras escolas de pensamento econômico, e continuaram vencendo todas. Rothbard foi um lutador exímio que aperfeiçoou a ciência econômica misesiana em muitas maneiras e encarou todos os tipos de adversários. Muitos desses avanços e disputas podem ser vistos em publicações vultosas como Man, Economy and State e Economic Controversies.
Apesar de todas essas vitórias e de toda a sua superioridade, a Economia Austríaca misesiana não é o "estilo" dominante de ciência econômica no mundo. A ciência econômica misesiana está onde o jiu-jítsu dos Gracie estava 20 anos atrás — amplamente desconhecida e praticada por uma pequena minoria.  Nós austríacos tivemos grandes mestres como Hélio e Rolls, e hoje em dia temos grandes lutadores como Royce e Rickson, mas parece que está faltando um Rorion.  Estamos tentando de muitas formas alterar o paradigma econômico.  O economista austríaco Robert Murphy está desafiando o famoso keynesiano laureado com o prêmio Nobel Paul Krugman há algum tempo.  Krugman já debateu ao vivo outro austríaco, Ron Paul, mas foi apenas um debate informal em um curto telejornal (Paul Vs Paul).  No decorrer de suas duas últimas campanhas presidenciais, Ron Paul promoveu a escola austríaca misesiana como ninguém havia feito até então; porém, isso foi incapaz de causar qualquer abalo ao mainstream econômico — o keynesianismo continua dominando o mundo acadêmico e a mídia.
Os Gracies também se esforçaram por muitas décadas, e sem sucesso, fazendo coisas como este seminário de 1988 promovido por Chuck Norris (no qual ele conta a história de quando Hélio Gracie, com 75 anos, o colocou para dormir), ou a tentativa de Rorion de também usar Hollywood, quando ele dirigiu as cenas de luta de Mel Gibson no filme Máquina Mortífera, ou quando ele próprio atuou em um filme B (mostrando definitivamente que o jiu-jítsu não servia para filmes, ao contrário do kung fu e sua plasticidade).  Foi somente com o UFC que eles finalmente atingiram uma audiência significativa.
Obviamente, a ciência econômica nunca será algo tão popular quanto as lutas de UFC, e disputas intelectuais jamais atrairão o grande público.  Mas a ciência econômica possui seu público e o zeitgeist econômico influi muito mais na vida cotidiana das massas do que a dominância de uma arte marcial em particular.
Mises_Gracie.jpgQuando Hélio Gracie já estava bem idoso, perguntaram a ele o que era um homem fraco.  E ele respondeu: "Eu sou um homem fraco.  Eu nasci fraco e vou morrer fraco.  Eu derrotei meus adversários apenas porque eu sabia jiu-jítsu."  Ele lutou sua vida inteira para provar a superioridade de seu estilo — e conseguiu. O mundo veio a saber sobre esta superioridade do jiu-jítsu brasileiro "de estilo Gracie" somente após as vitórias de Royce no UFC.
Mises também lutou toda a sua vida para demonstrar o que é uma ciência econômica válida; para provar a superioridade da Economia Austríaca misesiana — e ele conseguiu.  Mas poucos estão a par deste fato.  Como estourar essa bolha intelectual é o maior dos desafios que os austríacos têm diante de si.




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http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1771
 
Dilma já gastou mais de R$ 1 milhão com pronunciamentos em rede nacional de rádio e TV

Valor se refere à produção e edição de material que vai ao ar; até o momento, governo Dilma já gastou mais de R$ 1 milhão

Rafael Moraes Moura - O Estado de S.Paulo

A estratégia da presidente Dilma Rousseff de aparecer cada vez mais em pronunciamentos em rede nacional de rádio e televisão custou até agora R$ 1,2 milhão aos cofres públicos desde o primeiro ano de seu mandato, em 2011. Cada vez que a presidente vai à TV, o Palácio do Planalto desembolsa R$ 90 mil com produção, gravação, edição, computação gráfica, trilha, locução, equipe e equipamentos.

Ontem Dilma fez seu 17.º pronunciamento desde que tomou posse. Trata-se de uma média que supera cinco aparições por ano. Seus antecessores, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, registraram uma média inferior a três pronunciamentos de TV anuais.

Nas aparições de 2013, além da que foi ao ar ontem, Dilma divulgou medidas de impacto de seu governo, como a redução da tarifa de energia (23 de janeiro), a desoneração da cesta básica (8 de março) e a promessa de destinar dinheiro do pré-sal para a educação (1.º de maio). Foi à TV também para dar uma resposta às manifestações (21 de junho), para exaltar a criação do programa Mais Médicos (6 de setembro) e para comemorar a conclusão do primeiro leilão do pré-sal (21 de outubro).

O pronunciamento de 21 de junho, em meio às manifestações, foi o mais atípico. A aparição foi organizada às pressas e não contou com a superprodução de R$ 90 mil. Naquela oportunidade, quem produziu tudo foi a EBC/NBR, estatal de comunicação, "pois não havia tempo hábil para a mobilização de uma das agências contratadas", segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Em condições normais, é a secretaria que fica responsável por contratar uma agência para a produção dos pronunciamentos da presidente.

O senador Aécio Neves (MG), provável candidato tucano à Presidência, é crítico da estratégia de Dilma. Ele acusa a presidente de contrariar a legislação em vigor e apropriar-se "indevidamente" da rede para fins eleitorais. Para a Secretaria de Comunicação, porém, a presidente vale-se da prerrogativa dos pronunciamentos "quando há necessidade de comunicar fatos relevantes de interesse nacional".

Decreto de 1979 prevê que as emissoras de radiodifusão poderão ser convocadas para transmitir gratuitamente pronunciamentos do presidente da República e dos presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal, quando o objetivo for a "divulgação de assuntos de relevante importância".

Reajuste. Em dezembro de 2012, o valor gasto pelo governo para produzir um pronunciamento passou de R$ 58 mil para os atuais R$ 90 mil - cerca de 56% de aumento. A Secretaria de Comunicação diz que houve "atualização de valores", "uma vez que os preços até então praticados remontavam ao ano de 2008". A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2008 a 2012 foi de 32%.

Agências. Os pronunciamentos deste ano - à exceção do veiculado em junho em reação aos protestos - foram feitos pelas agências de publicidade Propeg e Leo Burnett. A escolha pelas agências contratadas para a produção dos pronunciamentos obedece a "normativos e dispositivos legais, que determinam a seleção da agência que possua melhores condições para atender à demanda naquele momento, familiaridade com o tema e reaproveitamento de linha criativa", informa a secretaria.

Neste final de 2013, os presidentes da Câmara e do Senado também recorreram à rede nacional para discursar à Nação. / COLABORARAM CÉLIA FROUFE e MURILO RODRIGUES ALVES
 
 
 
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