quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Oquê é 'SER DE DIREITA'?
Esse rótulo é muito usado pelos esquerdopatas para acusar alguém de "radical", de "insensível social", que está se lixando para o social, e que é alguém extremamente perigoso, rígido, ultraconservador, contra o "progresso” da esquerda.
Tudo o que não for suficientemente esquerdista ao ponto de agradar esses canalhas, eles chamam de ultraconservador e/ou “extrema direita”.
Até a revista Veja, que sempre foi uma revista anticonservadora, contra os valores morais tradicionais e sempre apoiou o programa cultural esquerdista, sempre defendeu o PSDB, que é um partido de centro esquerda, social democrata, é chamada de EXTREMA DIREITA pelos esquerdopatas, pois para esses esquerdopatas, qualquer um que fale mal do PT e de seus aliados, seja denunciando suas práticas criminosas, ou simplesmente criticando, pra eles é motivo pra chamar quem faz isso de FASCISTA ultraconservador de extrema direita. Não me peçam para explicar o porquê do fascismo, uma das formas de socialismo mais radical, estar incluída no discurso esquerdopata como sendo “de direita”. O mesmo ocorre com o NAZISMO, que nada mais era do que o regime do Partido dos Trabalhadores do Nacional Socialismo alemão sob a liderança de Adolf Hitler. Fascistas e nazistas são tão de esquerda quanto os petistas, maoistas, sovietistas, bolchevistas, e bolivarianistas de hoje. É só dar uma lida nas suas doutrinas para ver que são, todos eles, uma mesma coisa...
PARA ENTENDER OS MOTIVOS DOS NOSSOS INIMIGOS USAREM ESSE TERMO, COMPREENDA OS FATOS DA ESTRATÉGIA MARXISTA PRIMEIRO.
Essa gente esquerdista domina a cultura nacional e o modo de pensar e de sentir dos brasileiros desde meados dos anos 70, quando começou no Brasil uma intensa campanha de “marxismo cultural”.
Marxismo cultural é o projeto e a ação de infiltrar ativistas marxistas em todos os postos que controlam e influenciam a opinião pública, que são as cátedras universitárias, os cargos de professores de cursinho pré-vestibular, editoras de livros didáticos, produtoras musicais, programas de TV diversos, programas de rádio, jornais, revistas, sites de notícias, telejornais, peças de teatro, novelas, e o mercado editorial, onde dominam boa parte das editoras (as maiores, as tradicionais, as mais famosas), e lhes determina o que pode ou não pode ser publicado, ou como deve ser publicado. Isso, no conjunto, controla a forma de pensar do brasileiro menos avisado.
Cria o “senso comum”, aquilo que todo mundo – ou pelo menos a maior parte do povo imbecilizado – aceita como verdadeiro, ou acredita ser o “politicamente correto”, e acaba por produzir os “perfeitos idiotas latinoamericanos”, impondo-lhes a opinião dominante nos meios acadêmicos, nos livros, na imprensa, etc.
E se é a opinião dominante, isso vira ‘senso comum’, onde a maior parte do povo pensa assim, sente assim, percebe assim, entende assim, raciocina assim, e acredita que é assim mesmo, porque outros têm a mesma mentalidade, e, portanto, isso deve ser a verdade.
E assim, esses canalhas marxistas implantaram tal “senso comum” do esquerdismo na população tupiniquim, que não lê e, por isso mesmo, mal fala, mal ouve, mal vê.
Na “opinião dominante” do grosso da população, na mentalidade pública, a ideia de “direita” é coisa ruim, é coisa do mal, e que a esquerda é a salvadora da pátria, a boazinha, aquela que pensa no pobre, no povo, e que seus militantes são os paladinos da justiça social.
Mas, a “Direita” não tem nada a ver com essa campanha massiva e constante de difamação e de estigmatização que é sistemática e constantemente promovida pelos esquerdopatas.
Assim, “ser de Direita” ou ser “direitista” consiste em:
            1 - Ser a favor da liberdade econômica, do capitalismo privado de mercado, ou seja, do LIBERALISMO ECONÔMICO, contra o favorecimento de empresários que se mancomunam com o governo em troca de benesses, em busca de exclusividade e reserva de mercado, enquanto financiam políticos que se mantêm no poder graças a essa relação espúria entre poder político e poder econômico, público e privado. O nome disso é anticapitalismo, é o antiliberalismo, é a elitização do oligopólio e do monopólio, o clube dos "amigos do rei", que se tornam sócios (melhor seria dizer “cúmplices”) do estado e, juntos, criam um poder totalitário. Ser de direita é ser contra cartéis, contra monopólios, contra oligopólios, contra dumpings, contra todas essas sacanagens criadoras de privilégios e vantagens para grupos de pessoas e de empresas, uma ‘elitização’ falsa e no mau sentido.
Ser de direita é ser a favor da economia de livre mercado, onde haja ambiente favorável ao livre empreendedorismo, à livre concorrência, e um ambiente saudável de oferta e procura, onde haja trocas voluntárias entre as pessoas da população, sem coerção estatal, onde todos possam comprar e vender sem ser obrigados ou coagidos por uma força maior chamada Estado. Onde todos sejam livres para fazer suas escolhas. Isso é o liberalismo econômico, isso é o autêntico capitalismo produtivo e de mercado, privatista, que ainda é a grande força geradora de trabalho e riqueza de um povo.
            2 - Ser a favor do Estado enxuto, ou Estado Mínimo, que significa que o Estado deve ser reduzido ao seu mínimo tamanho, para que cumpra as suas funções essenciais e intransferíveis, que são: SEGURANÇA PÚBLICA, DEFESA NACIONAL, GARANTIR ATENDIMENTO MÉDICO A QUALQUER CIDADÃO, GARANTIR ESCOLARIDADE PARA QUALQUER CIDADÃO, ADMINISTRAR OS BENS PÚBLICOS, COMO RODOVIAS, AS RUAS, A ILUMINAÇÃO PÚBLICA, OS PRÉDIOS, PRAÇAS, ETC..., E ADMINISTRAR A SOCIEDADE DE MODO QUE FAVOREÇA O INGRESSO DAS PESSOAS NO MERCADO DE TRABALHO, E GARANTIR ACESSO AO PODER JUDICIÁRIO, PARA QUE TODOS TENHAM DIREITO A JUSTIÇA SEMPRE QUE TIVER ALGUM DIREITO VIOLADO OU SOFRER ALGUM DANO OU AMEAÇA PROVOCADO POR ALGUM GRUPO OU OUTRO CIDADÃO QUALQUER, QUE POR VENTURA VENHA LHE CAUSAR ALGUM MAL, GARANTIR QUE HAJA TRATAMENTO E FORNECIMENTO DE ÁGUA À POPULAÇÃO, GARANTIR A GERAÇÃO, A TRANSMISSÃO E A DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PARA A POPULAÇÃO, E GARANTIR QUE HAJA COLETA E TRATAMENTO DE ESGOTO, E COLETA DO LIXO PÚBLICO. SEM FALAR NA MANUTENÇÃO DE FORÇAS ARMADAS PROFISSIONAIS E BEM ARMADAS PARA DEFENDER A PÁTRIA CONTRA EVENTUAIS INIMIGOS EXTERNOS E OS INIMIGOS INTERNOS DE SEMPRES QUE VIVEM A TRAMAR A DETERIORAÇÃO DA DEMOCRACIA E A TENTAR IMPLANTAR REGIMES TOTALITÁRIOS. 
Essas funções supracitadas são as funções básicas de um Estado e devem estar explicitadas em sua Carta Magna.
O Estado deve administrar e garantir que esses deveres e obrigações que a Constituição lhe impõe sejam geridas de modo a não beneficiar nenhuma pessoa, grupo, ou empresa em particular – sequer as estatais, que deverão ser privatizadas assim que houver capitais no país para assumi-las, uma vez que ao estado não cabe a prerrogativa de empreendedor, a não ser por períodos em que os capitais disponíveis para tanto não existirem ainda de forma suficiente. Impedir que isso aconteça é desvirtuar a finalidade do estado.
Governar é essencialmente prestar serviços públicos de boa qualidade à população, que deve contribuir para que esses serviços sejam pagos. Governar é decidir os destinos do município, do estado e da nação, necessariamente nesta ordem e nunca ao contrário, com o apoio da cidadania e do empresariado, com ações civis e militares adotadas segundo a lei, sem casuísmos e fisiologismos, com as soluções sendo oferecidas de maneira universal e para todos os cidadãos, independente de sua condição social, de seu poder aquisitivo, de suas crenças – e até na ausência delas –, de sua cor de pele, procedência nacional, etnia, ascendência social, sexo, altura, peso, orientação moral, orientação sexual, orientação filosófica, orientação religiosa, orientação política, etc.
Governar com MÉRITO, é garantir que todas as pessoas POSSAM RECEBER, de uma administração ISENTA, o mesmo tratamento perante a Lei e uma distribuição de justiça rápida e eficaz.
São essas as funções de um Estado democrático e meritocrático, onde as pessoas só opinem no âmbito do qual estão preparadas para opinar dentro do seu grau de escolaridade (educação e ensino), ou seja, dentro do seu grau de mérito. E que, fugir disso, é errado, é ingerência indevida, usurpação e desvio de função, é intromissão espúria na vida dos cidadãos.
            3 – Ser de direita é ser do Direito, da lei, e a favor das liberdades individuais, que são: o direito a liberdade de expressão, o livre exercício de sua consciência, o direito de ir e vir sem dar satisfações, o direito a propriedade privada, o direito a privacidade e a inviolabilidade de seu lar, direito a educar seus filhos como bem entender, mas de qualquer forma educá-los; direito de escolher com quem se associar, de frequentar ou não frequentar culto religioso, direito de comer e beber o que quiser, direito de viver sua vida sem ser importunado por ninguém e tutelado por quem quer que seja. E ter o direito à defesa própria da pessoa, de terceiros, e do patrimônio sem que isso seja considerado fazer justiça com as próprias mãos.
Claro que cada um desses direitos acarreta deveres correspondentes que o consubstancia, a serem cumpridos por cada pessoa da sociedade, empresa ou associação e principalmente pelo Estado, numa prática que respeite as normas de convivência social, estabelecida nos códigos civil, criminal, etc. Caso contrario o governo se torna uma completa bagunça, e as pessoas tenderão a achar que seus direitos vão muito além do ponto em que começam os direitos dos outros. As liberdades individuais são invioláveis e indiscutíveis e, por isso mesmo, somente são válidas quando elas observam os limites do respeito ao direito dos outros.
Enfim, é o cúmulo da deformidade jurídica, da interpretação egoísta, egocêntrica, deturpada da letra da lei, para beneficio próprio e em prejuízo dos demais. Isso é contra os direitos individuais. Ser de direita é primar pelo bom senso da aplicação da lei, a favor do ditado que diz, a sua liberdade termina onde começa a minha, e vice-versa.
Qualquer direito só se consubstancia com o cumprimento de deveres correspondentes e essa é a máxima da direita, ou melhor, do direito. Direitos sem deveres são anomalias jurídicas, com exceção dos chamados direitos naturais que são axiomáticos e, pois, não carecem de deveres correspondentes, muito embora existam os deveres naturais de vida gregária entre os homens.
            4 – O direitista é a favor dos valores da família verdadeira, pois ela é a base da nossa sociedade, tanto do ponto de vista moral quando cultural. Quando pessoas são criadas e educadas num lar bem estruturado, tendem a se tornar cidadãos de bem. Pessoas criadas em lares divididos, em lares desfeitos, ou por pais deseducados, sem escolaridade mínima, ou que foram criados na rua, à larga das vistas de seus pais, tornam-se indivíduos que se envolvem facilmente com criminosos, com drogas, etc., e a probabilidade de terem uma vida digna se reduz muito. Quem é criado, ensinado e educado numa família com valores sólidos, com tradição, tem melhores chances, melhor estrutura, tem amparo familiar nos momentos de dificuldade, o que não ocorre com quem não tem uma família de fato.
Portanto, um “direitista” prima pela defesa e pela preservação da família.
            5 - Ser contra as drogas, contra a liberação destas, a favor da criminalização do uso e do porte e da venda, pois, é dever de todo ‘direitista’, pois tais entorpecentes só causam o mal, destroem a intelectualidade do indivíduo, torna-o agressivo, fora de si, gerando dependentes, que consequentemente obrigam o poder público a ter de gastar verba pública no seu tratamento, o que nem sempre é feito de modo eficaz. Tais indivíduos passam a praticar roubos e furtos para sustentar seu vício, visto que não conseguem trabalho, pois ninguém em sã consciência dá emprego a drogados. E isso vira um circulo vicioso. Ser de direita é defender as liberdades individuais, mas não significa que essa liberdade deva ser irrestrita e inconsequente a ponto de destruir a própria vida ou transformar o indivíduo num pária social improdutivo e perigoso. Drogas geram dependência, geram debilidades, geram agressões e violências, além da destruição dos relacionamentos e das famílias.
Portanto, elas não podem ser toleradas em hipótese alguma. E a criminalização deve ser cláusula pétrea na Constituição e não objeto de relativismo moral, como pregam os defensores do "politicamente correto" típico de quem quer a ruína da sociedade.
            6 - Ser ‘de direita’ é  favorecer a submissão total de todas as instituições às leis estabelecidas, ou seja, ser a favor do “império da lei”, onde cada cidadão e cada autoridade constituída esteja submetida à lei, e não haja nunca qualquer ente federativo, qualquer órgão de governo, qualquer dos poderes da nação, autarquias, grupos econômicos, empresas, ou qualquer pessoa que possa agir ou se posicionar fora ou acima da lei. Todos devem respeitar a ordem estabelecida, e responder por seus atos.
            7 - Ser a favor da reta interpretação da lei, sem deturpar o sentido das coisas é virtude da direita, pois o que estamos vendo a esquerda fazer é exatamente o contrário.
Se alguém pratica um crime, ele é criminoso porque teve uma má escolha de atitude e de ação social, originada ou não por má índole, e não porque seja uma “vítima da sociedade”. Essa interpretação a favor do crime e contra as vítimas é uma interpretação contumaz da esquerda socialista, que vê a bandidagem como seus aliados na desestabilização da democracia para favorecer a sua revolução e, por isso, essa defesa e essa facilitação da vida deles por meio de legislações que beneficiam tais grupos e indivíduos são, na realidade, ferramentas de seus servos e aliados na universalização e banalização das drogas, bem como do crime.
‘Direitista’ é contra isso e entende que, se a pessoa cai na vida do crime, é porque ela é de má índole ou se deixou envolver em circunstâncias que, para se conformarem, necessariamente tem que haver o desprezo à Lei a aos interesses da sociedade que criou a Lei. O interesse da coletividade não pode servir de desculpa para que se passe por cima do interesse do indivíduo, desde que obediente e em acordo com a Lei. Atos criminosos, tanto de pessoas, como de grupos, de empresas, e do estado, se tolerados ou banalizados perante a lei, destroem qualquer nação em pouco tempo. O ‘direitista’ pensa assim e está convicto de que a verdade o acompanha.

Esses SETE PONTOS são os sete pontos básicos que identificam um DIREITISTA.
Se você é a favor desses pontos, ou da maior parte deles (4 pontos pelo menos), então você tem grandes chances de ser um ‘direitista’ ou, na pior das hipóteses, um ‘centro-direitista’.
Ficou claro o que é ser de direita?
Pois bem, direitista não é contra a regulamentação estatal na economia, desde que essa regulamentação não colida com as leis próprias da economia como atividade humana ou estimulem o capitalismo de estado quando ele não se justifica ou não é mais necessário.
Direitista vê com nitidez a diferença entre tributo ou imposto e contribuição. O primeiro se destina a cobrir as despesas de governo e com as forças armadas de defesa do país. A contribuição se destina a ser empregada no financiamento dos serviços públicos que a Constituição diz ser obrigações e deveres do estado. o termo “carga tributária” refere-se, em última análise, a quantidade de dinheiro que é arrecadado apenas para o funcionamento do estado. Respeitar esses conceitos não interessa aos esquerdopatas, que querem que impostos e contribuições vão parar no mesmo saco e recebam o mesmo tratamento. Por isso, não temos serviços públicos pelo menos decentes e a despesa do governo é um saco sem fundo, e nossas forças armadas são uma piada sem o menor poder dissuasivo junto a eventuais inimigos externos e motivo de riso junto aos inimigos internos de sempre, ou seja, exatamente os esquerdopatas.
Altos “encargos sociais” – expressão que confunde imposto com contribuição – prejudicam a livre iniciativa, e elicitam intervenções mal intencionadas e impatrióticas dos governos, que longe de ajudar, querem mais é atrapalhar a economia para criar crises visando condições de implantação de suas ditaduras socialistas.
Ser “direitista” é, portanto, ser antissocialista.
Os direitistas são a favor sim, de um estado enxuto e mínimo o necessário para que exerça suas obrigações e deveres constitucionais sem interferir com as demais instâncias de poder, que são o estado e o município.
Todo “direitista” é basicamente um descentralizador e acredita que a maior parte dos governos deveria estar a cargo dos municípios e dos estados e menos a cargo do governo central, que no Brasil, é inadequadamente chamado de “governo federal”, pois estamos muito longe de fazer jus à denominação de “República Federativa do Brasil”, porque de deferalismo não temos quase nada.
Estamos muito mais próximos de uma “República Socialista do Brasil” do que de um estado federativo ou federalista. Se quiserem saber mais sobre isso, acessem www.if.org.br e www.federalistas.org.br.
O estado não deve se intrometer nos negócios pessoais de ninguém, nem das empresas, mas deve, sim, monitorá-los para ter condições de transferir aos cidadãos números fidedignos do desempenho da economia e, principalmente, de transparência de sua própria atividade de governo. Os “direitistas”, como o nome indica, são pelo DIREITO, e consequentemente pelo império da Lei e acham que os governos têm que legislar de modo equilibrado, porém eficiente, para impedir dumpings, cartéis, monopólios, oligopólios, fusões, reservas de mercado, favorecimentos ilícitos, tráficos de influência, “lobbies” diretos, e outras atividades corruptas tão em voga nos governos esquerdopatas.
Os “direitistas” sabem que o capital é apátrida e que passam a pertencer ao país onde ele é efetivamente aplicado e que o lucro do capitalista só a ele interessa onde vai ser aplicado, mas sabem também que quanto maior forem as garantias jurídicas que regulam a atividade econômica do capitalismo privado, mais estimulado o capitalista se sentirá em investir seus lucros, ou pelo menos boa parte deles, no país onde ele os obteve.
Isso só se consegue combatendo a corrupção, implantando um verdadeiro regime federalista, e através de um estado que cumpra com suas obrigações constitucionais e promova uma cidadania de melhor qualidade através de um ensino profissionalizante, de uma educação que defenda os nossos valores culturais judaico-cistãos, de uma assistência médica e hospitalar universal e de padrões pelo menos decentes, de segurança pública ostensiva, simples, mas implacável com os bandidos e uma distribuição de justiça hábil e rápida capaz de desencorajar ao máximo o descumprimento da lei.
Já repararam que a esquerda tem fomentado exatamente o contrário disso tudo? E tenta relativizar os crimes que deveriam ser “HEDIONDOS”, por pura incapacidade de enjaular as “feras” que os cometem, por não terem qualquer agenda que transforme, de fato, os hábito e estilo de vida dos encarcerados pelo trabalho diuturno, reeducação e ensino profissionalizante, capaz de realmente criar condições de que possam um dia serem reintegrados à sociedade e capacitados a levar uma vida digna. Os esquerdopatas vêm nas penitenciárias espécies de “universidades” do crime preparando mão de obra para agredir mais ainda a sociedade no pouco tempo que permanecem presos.
Os “direitistas” são contra a “regulação de preços pelo estado”, mesmo que a monitoração estatal da economia mostre diferenças exageradas entre eles. O dever do estado é o de mostrar ao consumidor onde determinado produto está mais barato em relação a sua qualidade. O estado deve incentivar grupos de compra coletiva, para pressionar a inflação para baixo, mas não deve agir como intermediário nessas ações. 
Os chamados “institutos de pesquisa de opinião”, tão rápidos e eficientes em épocas eleitorais, deveriam ser postos em ação permanente de informar ao consumidor onde os produtos que consomem estão disponíveis a preços e condições mais favoráveis.
Os “direitistas” só estão interessados num tipo de igualdade: o da aplicação da lei e são contra qualquer tipo de privilégios quanto a isso ou contra a anomalia conhecida como “foros privilegiados” comumente aplicados a políticos ou ricos que têm o poder espúrio de se evadir à lei.
Os “direitistas” sabem que não existe igualdade na natureza, nem na sociedade humana e, entender isso é o passo inicial para diminuir as desigualdades exageradas.
O anticapitalismo privado, geralmente comandado pelo nefando capitalismo estatal, só é capaz de gerar uma pobreza igualitária, e não gera qualquer capacidade de trabalho e de riqueza. E um estado rico só é autêntico quando o povo é rico. Caso contrário acaba se transformando num gigante de pés de barro que irá se esboroar sob seu próprio peso.
Rússia e Europa que o digam!
*Francisco Vianna
 
'REGULAÇÃO", O EUFEMISMO POLITICAMENTE CORRETO QUE SERVE PARA ESCAMOTEAR A LIBERAÇÃO DAS DROGAS E TAMBÉM PARA ENCOBRIR A CENSURA À IMPRENSA.
Reparem esta foto que ilustra matéria de O Globo sobre a liberação da maconha: duas mãos delicadamente acalentam a erva do diabo, seguindo fielmente o que dita a cartilha politicamente correta.
E prossegue no Uruguai - com apoio dos jornalistas da grande mídia - a campanha pela aprovação da lei que libera o uso da maconha sendo que o fornecedor da droga será o Estado. Alegam os comunistas seguidores do ex-terrorista tupamaro que governa o Uruguai e integra o Foro de São Paulo, Pepe Mujica, que a erva maldita não será liberada, mas apenas “regulada” pelo governo. "Regulação" é mais um eufemismo politicamente correto para escamotear a realidade dos fatos, ou seja, liberação dos entorpecentes. O mesmo termo "regulação" é usado para defender a censura à imprensa. Fala-se muito em "regulação da mídia'.
O mais curioso é que a comissão de saúde do Senado, como revela esta matéria que segue abaixo do site de O Globo, aprovou o projeto de lei. Enquanto isso, já está virando lei em muitos países a proibição de cigarros de tabaco mentolados.
Sabe-se que nem o cigarro de tabaco e nem o mentol alteram o comportamento dos usuários, como também não existe comprovação científica de que as campanhas anti-tabagismo tenham resultado em algum proveito para a saúde no mundo. O que se sabe, ao contrário, é que a população mundial só começou a ser mais longeva e a multiplicar-se de forma evidente depois da descoberta das vacinas, dos antibióticos e demais medicamentos que na atualidade já conseguem até mesmo deter o avanço de certos tipos de câncer. 
Ao mesmo tempo, não há nenhuma prova científica dos propalados efeitos saudáveis da maconha. Pelo contrário, embora a alopatia se sirva há muitos anos de drogas que tem base fitoterápica, como os medicamentos à base de digitalis, uma planta, que fornece o princípio ativo de fármacos que propiciam o aumento do ritmo cardíaco em idosos principalmente.
Em que pese o avanço vertiginoso da ciência, até hoje não há um miserável medicamento que mitigue o sofrimento humanos derivado da maconha. 
Em contrapartida há constatação científica que o uso da erva traz problemas sérios para os usuários e é a porta de entrada para a experiências alucinógenas com drogas ainda mais potentes. A maconha altera, sim, o comportamento das pessoas que a consomem. 
Não deixa de ser um troço sem sentido a perseguição contra o tabaco e os saborizantes que eventualmente são acrescentados ao fumo. Cigarros mentolados passam a ser severamente reprimidos, enquanto duas mãos acalentam um pé de maconha como mostra a foto veiculada na matéria de O Globo. Mas, como se sabe, a maconha ataca o cérebro. No reino vegetal há dezenas de plantas muito venenosas. O reino da natureza não tem qualquer desígnio, não tem qualquer finalidade e, ao contrário do discurso dos ecologistas, não existe a mãe Terra, mas comprovadamente milhares de predadores. A verdade é que o controle dos predadores em todos os âmbitos é que garante o prosseguimento da vida humana no planeta. A maconha, portanto, não é uma planta dócil e singela. É venenosa! Mas em todos os veículos da grande mídia fotos tentam passar a impressão de bondade dessa planta.
Não há uma linha de matéria nos jornais e televisões que sistematicamente aponte para os fatos que acabei de destacar. A própria matéria que transcrevo do site de O Globo está escrita dentro do supostos cânones da imparcialidade. Ora, ser imparcial no que tange às drogas é o mesmo que fazer apologia de seu uso. Leiam:
A Comissão de Saúde do Senado uruguaio aprovou o projeto de lei que habilitará e regulará o mercado legal da maconha no país, deixando-o a um passo de sua sanção definitiva. A iniciativa, que enfrenta a oposição de educadores, psiquiatras e farmacêuticos - mas conta com o apoio crucial do presidente José Mujica -, teve sinal verde na última terça-feira para ser votada no plenário do Senado, último passo para sua aprovação final.
Caso seja sancionada, o Uruguai será o primeiro país a regular o mercado da maconha desde a produção até sua venda ao público. O projeto recebeu objeções na Comissão de Saúde, entre elas de Néstor Pereira, responsável pela Administração Nacional de Educação Pública. Segundo ele, o consumo da maconha “está relacionado com o fracasso escolar, os problemas de conduta e sintomas depressivos”.
Já a Sociedade de Psiquiatria do Uruguai evitou emitir opiniões contra ou a favor do projeto de lei, mas expressou seus temores sobre o que poderá ocorrer quando a abertura do mercado de maconha for aprovada.
“Continuamos nos preocupando com a diminuição significativa na percepção do risco vinculado à maconha. Neste sentido, uma lei que pretende regularizar seu consumo pode dar a impressão de que se trata de uma droga inócua”, disse a organização num documento.
O deputado socialista Julio Bango, um dos redatores da iniciativa, disse que não busca “liberar o consumo da maconha, mas regulá-lo”.
- Hoje existe um mercado dominado pelo narcotráfico. Queremos que seja o Estado quem o domine - afirmou.
O presidente da Junta Nacional de Drogas, Julio Calzada, afirmou que a votação definitiva no plenário do Senado é esperada para os dias 4 ou 5 de dezembro. Do site de O Globo
 
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Sobre a grande depressão da Suécia
por , terça-feira, 26 de novembro de 2013
 
 
 
Durante a recente crise financeira, a Suécia emergiu como uma das poucas economias em uma posição financeiramente sólida.  Esta robusta posição do país, o que o distancia das outras nações ocidentais, faz da Suécia um interessante exemplo daquilo que poderia — ou deveria — ter sido feito.  Com efeito, Paul Krugman, o economista laureado com o prêmio Nobel, repetidamente fala que a maneira como os suecos lidaram com sua depressão econômica ocorrida no início da década de 1990 é o motivo de seu recente sucesso.  Mais especificamente, ele fala da nacionalização de alguns bancos no momento da crise.  Embora ele enfraqueça sua análise ao se concentrar exclusivamente em um limitado conjunto de medidas de curto prazo em vez de em mudanças de longo prazo — como é a característica distintiva de um keynesiano —, Krugman de fato está correto em relação ao fato de que a Suécia adotou algumas medidas sensatas.
Em setembro de 1992, o Riksbank, o Banco Central da Suécia, elevou a taxa básica de juros para quinhentos por cento (500%) em uma vã tentativa de manter o regime de câmbio fixo da coroa sueca em relação à Unidade Monetária Europeia.  Esta medida drástica foi tomada em conjunto com um substancial corte de gastos, tudo com o objetivo de lidar com a queda livre que a economia do país estava vivenciando àquela época.  O colapso econômico foi a culminação de duas décadas inteiras de declínio econômico, e este foi o evento que alterou fundamentalmente a situação política na Suécia.
Desde então, a Suécia vem apresentando reduções consistentes da intromissão estatal em sua economia ao mesmo tempo em que vem (1) aumentando as restrições às políticas assistencialistas, (2) desregulamentando os mercados e (3) privatizando antigos monopólios governamentais.  O país instituiu uma nova estrutura geral de incentivos na sociedade, tornando o ambiente econômico mais propício ao trabalho e ao empreendedorismo.  A dívida do governo, que era de quase 75% do PIB em 1995, despencou para apenas 38% do PIB em 2012.
Em outras palavras, o país foi bem-sucedido em fazer recuar seu insustentável, porém mundialmente afamada estado de bem-estar social.  Não obstante o pensamento fantasioso de Krugman, este foi o real motivo de a Suécia ter sobrevivido à atual crise financeira.
A ascensão e a queda do estado de bem-estar
A Suécia vivenciou um século de rápido crescimento econômico, o qual durou de 1870 a 1970, e que literalmente transformou aquele que era um dos países mais pobres da Europa no quarto mais rico do mundo. 
A primeira metade deste período de crescimento foi marcada por amplas reformas pró-livre mercado, ao passo que a segunda metade se destaca pelo fato de a Suécia ter se mantido fora das duas guerras mundiais, desta forma se beneficiando ao manter intacta sua infraestrutura industrial quando o resto da Europa estava em ruínas.  Embora um arranjo assistencialista tenha sido estabelecido e expandido durante o período do pós-guerra, ele no geral havia sido construído em torno de instituições capitalistas, gerando assim um impacto limitado sobre o crescimento da economia.
No entanto, a situação política se alterou.  As décadas de 1970 e 1980 viram um estado assistencialista crescendo descontroladamente, ampliando enormemente suas áreas de intervenção.  Vários novos benefícios governamentais foram criados; leis trabalhistas extremamente rígidas foram introduzidas; setores estagnados da economia passaram a receber amplos subsídios do governo; as alíquotas de impostos sofreram aumentos drásticos, sendo que algumas alíquotas marginais chegaram a ultrapassar os 100%.  Em uma tentativa de nacionalizar completamente a economia, os löntagarfonder ("fundos de pensão de empregados") foram instituídos em 1983 com o intuito "reinvestir" os lucros de empresas privadas em ações a serem administradas pelos sindicatos.
Durante este período, os déficits orçamentários do governo explodiram e, consequentemente, a dívida do governo praticamente decuplicou de 1975 a 1985.  A Suécia também vivenciou uma alta inflação de preços (chegando a quase 16%), uma situação que foi agravada por seguidas e contínuas desvalorizações da taxa de câmbio com o intuito de estimular as exportações.  Em 1976, a taxa de câmbio da coroa em relação ao marco alemão foi desvalorizada em 3%; em 1977, em 6% no início do ano e depois em mais 10% no final do ano; em 1981, em 10%; e em 1982, em 16%.
No geral, a rápida expansão do estado assistencialista pode ser ilustrada pela proporção entre o emprego no setor público (financiado por impostos) e o emprego no setor privado: em 1970, havia 0,386 funcionário público por empregado no setor privado; em 1990, havia 1,51 funcionário público por empregado no setor privado.  A Suécia rumava ao desastre.
Explicando a Grande Depressão da Suécia
Uma explicação muito popular para o colapso da economia sueca na década de 1990 culpa a desregulamentação dos mercados financeiros ocorrida em novembro de 1985.  No entanto, nossas pesquisas (ainda em andamento) demonstram que a desregulamentação foi na realidade uma mera tentativa de resolver os crescentes problemas de financiamento do governo sueco, cuja situação financeira já estava debilitada e vinha se deteriorando anualmente.  Por exemplo, no ano fiscal 1984-85, o pagamento de juros da dívida do governo sueco foi equivalente a 29% das receitas tributárias do governo — e igual ao gasto total do governo com a seguridade social.  A insustentável situação financeira do governo sueco fez com que a desregulamentação do sistema financeiro fosse necessária.
Este acesso facilitado aos mercados financeiros fez com que uma situação desesperadora se tornasse mais sustentável.  Porém, a consequência foi que a Suécia acabou vivenciando um grande aumento na oferta de crédito.  Nossos números mostram que o volume de empréstimos bancários para empresas aumentou de 180 bilhões ao final de 1985 para 392 bilhões ao final de 1989, um aumento total de 117% — ou de 21% ao ano.  De onde veio todo esse dinheiro?  De um lado, a própria desregulamentação aumentou a demanda por crédito, a qual foi suprida pelo sistema bancário de reservas fracionárias.  Porém, dando sustentação a toda essa expansão creditícia estava o Banco Central da Suécia. 
De 1985 a 1989, o Riksbank aumentou em 975% seus empréstimos ao sistema bancário.  Adicionalmente, suas compras de títulos do governo em posse dos bancos aumentaram 36% neste mesmo período.  Isso significa que foi o próprio Banco Central sueco quem forneceu as bases para toda essa expansão creditícia.  Esse boom creditício, que gerou uma bolha imobiliária no país, foi interrompido em 1990, o que deu origem à depressão de 1990-1994.  Após uma reforma bancária, vários programas assistencialistas foram cortados e várias reformas pró-mercado foram adotadas, o que devolveu um pouco de dinamismo e eficiência à economia sueca, a qual é considerada hoje a 18ª economia mais livre do mundo, com ampla liberdade empreendedorial, de investimentos e de comércio. Mesmo o imposto de renda de pessoa jurídica, cuja alíquota máxima é de 26%, é menor que o americano [e que o brasileiro, que chega a 34%].
A Suécia é um caso interessante a ser estudado.  Realmente, como Krugman repete frequentemente, temos muito a aprender com a história do país: de sua duradoura era de crescimento econômico graças ao arranjo de livre mercado que fora adotado até a ascensão e queda do estado assistencialista.  A solidez financeira recentemente (re)adquirida e sua capacidade de resistir à recessão global se devem não a um robusto estado assistencialista, como alega Krugman, mas sim ao recuo de longo prazo do amplo assistencialismo que os keynesianos tão frequentemente louvam.
 
Este artigo se baseia em um trabalho em andamento que está sendo realizado pelo Dr. Bylund com a colaboração de Ola Nevander e Erik Gestrinius.
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Leia também: Como o assistencialismo corrompeu a Suécia



Per Bylund 
foi consultor de negócios na Suécia e hoje é Ph.D em economia pela Universidade do Missouri e professor na Hankamer School of Business, da Baylor University, no Texas.
 
link:
 
 
 

 
 

Calendário do Bananão:15 de novembro - Feriado de Proclamação do Verão.Previsão do tempo: Sol - redondo demais, ainda, para José Dirceu.

Minhas notinhas recentes no 
Facebook. Plantão do Pim.
1.

Mães de presos comuns já estão desesperadas com a possibilidade de contato de seus filhos com Dirceu, Genoino e Delúbio.
Sabem que o petismo, diferentemente do banditismo comum, é um caminho sem volta.

2.

VEJA: "Abin espionou jornalistas durante governo Lula".
Haverá algo de que o PT acuse os outros sem ter feito também?
"Onde está Greenwald?", pergunta Diogo Mainardi.

3.

Jô Soares é bem mais marinista que Eduardo Campos.

4.

Jô Soares praticamente reduziu o mensalão a meros atos de irresponsabilidade de figuras públicas com biografias impecáveis. José Dirceu já pode convidá-lo para escrever a sua biografia autorizada.

5.

Eduardo Campos disse no Programa do Jô que as manifestações de junho* são a cara de tudo que ele fez na vida. Fiquei na dúvida: o governador apedrejava ônibus? Pichava prédios e estações de metrô? Depredava patrimônio público? Atirava coquetel molotov na PM? Combatia a desigualdade social ao mesmo tempo que reivindicava a gratuidade do transporte público que a requer? Diga-me, governador: sua vida foi assim pacífica e brilhante? Ou a cara da suposta oposição no Brasil é a mesma da situação: a cara de pau?

[* Ver a lista de artigos intitulada 'Manifestações 2013', aqui no Blog do Pim, na coluninha à direita, descendo bastante a barra.]

6.

Há 3 anos, desmascarei a farsa da UPP de Beltrame no meu texto de estreia no MSM:http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/11630-mandem-a-gasolina-para-lula.html.

O que aconteceu? A farsa continua até hoje, conforme previ:http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/upps-e-mistificacoes-finalmente-a-verdade-bandido-solto-faz-bandidagem/.

Pergunte, por exemplo, ao povo de Nova Iguaçu.

7.

Pivetada correndo da polícia na Lagoa. E a polícia fingindo que corre atrás da pivetada. Cena comum no Rio de Janeiro. Porque ambos sabem que "dimenor" nenhum vai preso. Diz o vendedor de água de coco pra mim: "Eles levam celular, cordão... Na ciclovia, na janela do carro... Arrancam rápido pra caramba! Estão cada vez mais abusados. Toda hora eu vejo." Pois é. Imagina em Nova Iguaçu, parceiro. Rio pacificado é assim: a paz dos bandidos. A paz dos "dimenor".

8.

Pivetada Ficha Limpa do Rio de Janeiro "Pacificado". Os inimputáveis de Marcelo Freixo. Minha contribuição à propaganda turística carioca:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/11/1365989-perto-do-verao-assaltos-viram-rotina-no-apoador-no-rio.shtml


9.

Rio "Pacificado".

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/as-entranhas-do-crime
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/quadrilha-resgatou-traficantes-em-presidios-para-fortalecer-a-guerra-em-favelas-do-rio/

10.

Citações complementares:

"O Brasil não está ficando mais burro." (Míriam Leitão)

"A inteligência, ao contrário do dinheiro ou da saúde, tem esta peculiaridade: quanto mais você a perde, menos dá pela falta dela." (Olavo de Carvalho)

11.

Exemplos didáticos.

didaticos


* Ver também artigos de Olavo de Carvalho:
http://www.dcomercio.com.br/index.php/opiniao/sub-menu-opiniao/117516-nem-um-pouquinho
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/difamacao-pura-um-artigo-de-olavo-de-carvalho/

12.

CALÇADA DA VERGONHA: Patrimônio líquido de 100 milionárias e bilionárias celebridades de esquerda

por Kyle Becker / Tradução e montagem de Felipe Moura Brasil

Cansado de ouvir a esquerda caviar queixar-se do quão injusto é o nosso sistema econômico? Eu estou, isso eu sei. É por isso que compilei uma pequena lista de radicais de esquerda que não conseguem praticar o que pregam.

Esses 100 esquerdistas defensores da redistribuição da riqueza fizeram milhões e até bilhões por meio do sistema de livre iniciativa. Muitos deles apoiaram o próprio presidente-celebridade Barack Obama, que, ironicamente, ficou bastante rico fazendo pregações contra os ricos malvados. Esta é apenas uma amostra da hipocrisia da esquerda:

celeleft

Patrimônios líquidos via 'Celebrity Net Worth'.

Nenhum conservador inveja, nem por um centavo, quem faz uma fortuna honestamente: as pessoas deram voluntariamente dinheiro para aquelas da lista (na maioria dos casos) a fim de serem entretidas ou representadas oficialmente. E se esses caras podem acumular grandes fortunas, estou seguro de que qualquer pessoa pode.


Mas enquanto esses hipócritas e farsantes não distribuírem sua riqueza para as famílias americanas ao nível médio do patrimônio líquido - US$ 66.740 -, ninguém deve levar a sério a palavra deles sobre como há tanta desigualdade. Simplesmente desembolsem de uma vez a diferença para o governo ou para uma (verdadeira) instituição de caridade para o "bem público" e nós então acataremos todas as suas lamúrias. Até lá, parem de se fazer de bobos.

[Texto original: http://www.ijreview.com/2013/11/92863-wall-shame-100-left-wing-millionaires-billionaire-celebs/]

13.

Obama, no Texas: "Estamos refazendo os tribunais"; "(...) você deve saber que, para além da Suprema Corte, temos sido capazes de nomear e confirmar juízes de qualidade extraordinária em todo o país nos assentos federais".

http://twitchy.com/2013/11/07/at-a-fundraiser-obama-makes-a-chilling-admission-about-the-courts/

Olavo de Carvalho já alertava em 2005:

"(...) Nesse sentido, a população americana é decididamente conservadora, e está cada vez mais irritada com o fenômeno do 'ativismo judicial' – a capciosa estratégia esquerdista de revolucionar a sociedade sem precisar mudar as leis, apenas invertendo o sentido delas por meio de sentenças dos tribunais (o 'direito alternativo' brasileiro não é senão a macaqueação terceiromundista dessa moda infame). (...) Nenhum cidadão americano ignora que a Suprema Corte já se tornou há muito tempo a fortaleza do ativismo judicial. Há quem goste e quem deteste isso, mas o fato ninguém nega. Há muitos livros a respeito; o mais famoso é 'Men in Black. How The Supreme Court Is Destroying America', de Mark R. Levin."

http://www.olavodecarvalho.org/semana/050704dc.htm
http://www.amazon.com/Men-Black-Supreme-Destroying-America/product-reviews/0786179252

Obama, repare, nem se preocupa mais com a Suprema Corte,* que já está devidamente infiltrada pela esquerda nos EUA, como o STF petista no Brasil. Agora ele quer é dominar o resto. Como o lançamento do site de US$ 400 milhões do novo sistema de saúde foi mais um fiasco de seu governo, a piada internética foi imediata:

"Isso quer dizer que os tribunais vão logo trabalhar tão bem como o healthcare.gov?"

Eu até responderia: tão bem quanto Luís Roberto Barroso. **

** http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-incrivel-entrevista-de-um-ministro-do-supremo-barroso-confessa-que-anencefalos-eram-mero-pretexto-ele-quer-e-a-liberacao-de-qualquer-aborto-ou-ainda-quando-a-causa-e-progressis/
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/86306-sob-obama-corte-pode-ter-guinada-liberal.shtml

13.

De resto, isto é o que Obama chama de "recuperação econômica": a menor participação na força de trabalho desde 1978 (62.8%), com 91,5 milhões de pessoas fora dela, dos quais quase 1 milhão saíram só em outubro - o terceiro maior aumento deste número de pessoas saindo da força de trabalho em um único mês, em toda a história dos EUA. http://www.zerohedge.com/news/2013-11-08/whopping-932000-americans-drop-out-labor-force-october-labor-participation-rate-drop

Mas nada que desanime a esquerda caviar americana, que vai muito bem, obrigado. Cada país, como se sabe, tem os 100 (mil?) Chico Buarque e Wagner Moura que merece.

14.

Instituto Royal fechado. Luisa Mell para presidente! Brasil-sil-siiilll!

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/royal-decide-fechar-instituto-em-anima-farm-porcos-viram-bipedes-na-fazendola-brasileira-homens-viram-quadrupedes/

15.

Se quiserem fechar o Congresso, já sabem: chamem Luisa Mell.

#passeMellnoBrasil #oBrasilprecisadeMell

Vão-se os cachorros. Ficam os ratos.

16.

Recordar é viver:
"Resposta à ignorância sem limites de Luisa Mell."



17.

Chico Buarque e Caetano Veloso estão de mal com Roberto Carlos.
Luan Santana terminou namoro de 1 ano com estudante de moda.
Puxa vida. O que vai ser do mundo agora?





http://felipemourabrasil.com.brhttps://www.facebook.com/felipe.m.brasil


Link:
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14699-sobre-ratos-e-rottweillers.html

Resultado do ENEM demonstra o abandono do ensino público no Brasil
Entre as cem escolas com as melhores médias no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012, apenas doze são mantidas por governos — federal, estaduais ou municipais. Dessas, dez são federais e duas, estaduais. Quando analisadas as mil primeiras colocadas no ranking do Enem 2012, somente 67 instituições pertencem à rede pública de ensino. Fonte: Veja

Em onze anos de governo do Partido dos "Trabalhadores" nada foi feito para melhorar a qualidade do ensino público no país. Os professores recebem uma miséria enquanto que a elite do poder esbanja os recursos públicos em benefício próprio.

Dilma Rousseff quando viaja se hospeda nos melhores e mais caros hotéis que encontra, juntamente com seu séquito. Deputados e senadores ganham altos salários, muito altos comparados a média nacional.

Toda a discussão política gira em torno das próximas eleições. A preocupação é de se manter no poder mamando nas tetas da nação com um discurso irresponsável e demagógico.

É hora de mudar. Ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil!
 
 
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A partir de agora, traidores não poderão mais se esconder debaixo do voto secreto nos casos de cassação



Em uma sessão tumultada, o plenário do Senado aprovou com mudanças em  segundo turno a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Voto Aberto, que prevê o fim do voto secreto no Legislativo.
O caso Donadon foi o que inspirou a Câmara a votar a PEC do Voto Aberto, projeto que foi ao Senado, que precisa ainda aprová-la em segundo turno.


. O texto-base da PEC 43/2013, de autoria do ex-deputado Luiz Antônio Fleury (PTB-SP), foi aprovado por 58 votos a favor, quatro votos contra e nenhuma abstenção. A matéria estabelece que serão abertas as votações de cassações de mandatos parlamentares e de vetos presidenciais.

. E por 40 votos favoráveis, 21 contrários e duas abstenções, os senadores decidiram manter as regras atuais para exame de indicações de autoridades, que é em votação secreta. 


. A proposta de pôr fim ao voto secreto ganhou força no Congresso após a sessão em que a Câmara, no final do mês de agosto deste ano, manteve o mandato do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 13 anos de prisão por peculato e formação de quadrilha. Na opinião de especialistas, o voto aberto poderia ter evitado esse resultado.
 
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terça-feira, 26 de novembro de 2013



 
GENERAL Enzo possivelmente envolvido em corrupção e desvio de recursos.
   

    Militares das forças armadas estão atentos às últimas notícias que pipocam  em vários blogs e sites da internet sobre a corrupção no exército brasileiro. Segundo a investigação do ministério público são 25 oficiais envolvidos no caso, entre eles estão sete generais. As suspeitas são de que os oficiais integram um esquema que fraudou licitações, superfaturou contratos, fez pagamentos em duplicidade e pode ter desviado dos cofres públicos ao menos 15 milhões de reais entre 2003 e 2009, segundo os cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU).
    Apenas um dos envolvidos no escândalo, o major Washington Luiz de Paula, acusado de montar a rede de empresas fantasmas beneficiadas no esquema, acumulou uma fortuna pessoal que surpreendeu os investigadores. O militar tem renda bruta de cerca de 10 mil mensais, mas acumulou fortuna de mais de 10 milhões de reais.
   Oficiais de alta patente figuram entre os indiciados, os inquéritos podem ser conferidos no STM clicando AQUI.
Bandalheira fardada
   O inquérito que apura o caso revela, ainda, que o major citado movimentou mais de 1 milhão de reais em sua conta em apenas um ano.  Fadado a decidir se indicia ou não o chefe do Exército, o procurador-geral Roberto Gurgel terá ainda de tomar uma posição também sobre o foro privilegiado dos generais, que só podem ser julgados pelo Superior Tribunal Militar (STM), onde até agora um único general foi condenado, e posteriormente absolvido no Supremo Tribunal Federal (STF).*
   O desdobramento jurídico do escândalo é abafado e protelado há anos. Até o governo petista teme o estouro de uma “crise militar” capaz de afetar a estabilidade da gestão Dilma Rousseff. Na visão governista, se o General Enzo for enfraquecido, afetando a hegemonia dos engenheiros militares, quem ganha força é a ala dos combatentes – cujos integrantes, em maioria, são severos críticos dos petistas e suas provocações - como a “Comissão Nacional da Verdade” e a intenção de derrubar a Lei de Anistia.
    Carta Capítal deixa clara a suspeita petista sobre o conflito dentro do EB: “O conflito chegou a um militar a quem se atribui a construção do meticuloso dossiê de denúncias de bandalheiras no Departamento de Engenharia e Construção (DEC) do Exército. Um vírus inoculado a partir do contato com o quase sempre suspeito Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), cujos casos recentes de corrupção levaram à queda do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.

    A revista insiste que existe realmente um clima de guerra interna: “Neste momento, o suposto denunciante, segundo fontes militares, estaria recebendo pressão dos dois lados. Dos engenheiros, para que não insista com novas denúncias. Dos combatentes (artilharia, infantaria e cavalaria), para que denuncie mais e, se possível, entregue supostas gravações telefônicas em seu poder, de conversas comprometedoras entre os militares denunciados”.
    O caso é grave e tende a sair do controle. Pelo menos 25 militares são suspeitos de integrar um esquema de fraudes em licitações, com pagamentos em duplicidade. O Ministério Público Militar denunciou que o sistema desviou pelo menos R$ 15 milhões dos cofres públicos, entre 2003 e 2009 – conforme números do Tribunal de Contas da União. Escrita pelos repórteres Mauricio Dias e Rodrigo Martins, só faltou a longa reportagem da Carta Capital (“Farra na Caserna”) ter recebido o título nada distintivo de “Mensalão do EB”. A matéria da Carta Capital destaca que Gurgel terá de de tomar uma posição também sobre o foro privilegiado dos generais. Pela interpretação até agora em vigor, eles só podem ser julgados pelo Superior Tribunal Militar (STM), onde até agora um único general foi condenado, e posteriormente absolvido no Supremo Tribunal Federal (STF). Mas o Ministério público militar defende tese diferente: "Se um general comete um crime militar, é processado e julgado pelo STM. Se o crime é comum, o processo corre na Justiça Federal".
     Sempre favorável aos governos petistas de Lula e Dilma, a Carta Capital joga pesado com o Procurador-Geral para, na verdade, atingir o Comandante do EB: “Diante da gravidade das denúncias de corrupção a envolver oficiais-generais do Exército, talvez Gurgel se anime a desengavetar o tema. Ou será o caso de se pensar ao contrário? Em razão disso é que tudo poderá permanecer deitado eternamente nesse berço esplêndido: a gaveta do senhor procurador-geral. Por trás da emersão dessas denúncias existe um problema imperceptível para a sociedade civil: um conflito latente entre os oficiais engenheiros e os oficiais combatentes”.
    Carta Capital informa que uma auditoria do Tribunal de Contas da União, concluída no fim de junho, revela que o General Enzo Peri teria beneficiado empresas ligadas a militares e ex-militares com dispensas de licitação entre 2003 e 2007, quando ele chefiou o DEC - Departamento de Engenharia e Construção do EB. Cargo que Enzo só deixou ao assumir o Comando do Exército no governo do presidente Lula, sendo mantido na função por Dilma Rousseff. Aliás, a falta da tradicional rotatividade no comando da Força é uma das críticas dos oficiais “combatentes”.


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