sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Debaten polémica Ley de ajuste cubano

La Habana reformó sus leyes de emigración para acelerar el arribo de cubanos a Estados Unidos, procurando un éxodo silencioso …



Ajustar o no ajustar”, he ahí el dilema, una frase ingeniosa que recoge la esencia y da título a un seminario patrocinado por la Escuela de Derecho de la Universidad Internacional de la Florida (FIU por sus siglas en inglés), para debatir si se debe modificar o derogar la Ley de Ajuste Cubano aprobada por el Congreso de los Estados Unidos el 2 de noviembre de 1966.
La maquinaria mediática del régimen castrista se refiere a ella como una “ley asesina”, responsable por la muerte y desaparición de miles de cubanos en el Estrecho de la Florida. Sin embargo, los patrocinadores del seminario destacan lo que muchos sospechan, que La Habana reformó sus leyes de emigración para acelerar el arribo de cubanos a Estados Unidos, procurando un éxodo silencioso que tras acogerse a la ley de ajuste cubano enviará más remesas y gastará más dinero en viajes a la isla.
Ajustar o no ajustar es un rótulo inequívoco, un diagnóstico certero de la disyuntiva envenenada a la que se enfrentan los cubanos de las dos orillas.
La bienvenida solidaria de otros tiempos se ha erosionado porque se percibe a los que llegan ahora como emigrantes económicos sin resquemores o verdaderas discrepancias políticas o ideológicas con el sistema imperante en Cuba, viajan a la isla sin temor alguno, van en busca de atención médica, ponen negocios con terceros y hasta construyen casas o las compran a través de familiares o amigos, lo cual evidentemente marca un antes y un después del propósito original de la Ley de Ajuste Cubano.
Algunos economistas estiman que esta inyección económica representa una porción significativa del presupuesto nacional y de hecho ayuda a sostener el sistema.
Algunas voces atemperan este crudo análisis. Alberto Müller, por ejemplo, sostiene que “esta ley se concibió para todos los cubanos, ya fueran emigrados con perfiles políticos, económicos, religiosos o sociales. Nunca exigió la ley ni en su espíritu ni en su letra, que estos emigrados que se acogían al Ajuste Cubano fueran perseguidos políticos”.
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Los cubanos llegan a Miami como turistas con su pasaporte español, y al año y un día se acogen a la Ley de Ajuste y obtienen la residencia estadounidense
Al margen de sus virtudes y defectos la Ley de Ajuste Cubano es una prueba irrefutable de la generosidad de Estados Unidos ante la política migratoria de válvula de escape practicada por el régimen cubano.
El seminario patrocinado por la Escuela de Derecho de FIU, programado para el martes 16 de septiembre entre las 6:00 pm y las 8:00 pm con entrada libre, será un ejercicio práctico que tal vez pueda sugerir a la legislatura estadounidense nuevas ideas para adecuar el Ajuste Cubano a las condiciones actuales.
En cualquier caso la disyuntiva de ajustar o no ajustar tropieza con valores éticos y morales irreducibles, por cuanto su anulación equivale a capitular ante los desmanes de las mismas fuerzas que justificaron la acción, mientras que modificarla en perjuicio de la emigración actual no se ajusta a la política estadounidense de buscar un acercamiento de pueblo a pueblo. He ahí el dilema: un problema con dos soluciones, ninguna de las cuales será completamente aceptable.

http://www.cubanet.org/mas-noticias/debaten-polemico-tema-de-la-ley-de-ajuste-cubano/

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Oração socialista: Chavez nosso que estás nos céus…

Julio Severo
O Partido Socialista, que domina o governo da Venezuela, reescreveu a famosa “Oração do Pai Nosso” transformando-a numa reza ao ditador socialista amado pelas esquerdas da América Latina: Hugo Chavez.
No congresso do Partido Socialista na segunda-feira passada, seus membros rezaram, diante de uma imensa imagem de Chavez, implorando que o ditador morto lhes dessa proteção dos “males do capitalismo.”
O legado de Chavez virou paixão religiosa na Venezuela desde a morte do ditador no ano passado. Rosários adornados com a face de Chavez, relicários e imagens representando-o com uma cruz católica se tornaram comuns. Os seguidores dele muitas vezes dizem que Chavez estava numa missão divina. É uma mistura de catolicismo popular com socialismo, bem ao sabor da Teologia da Libertação.
Na quarta-feira, a Igreja Católica da Venezuela, mesmo sob os efeitos dessa teologia, conseguiu divulgar uma declaração criticando a reza socialista e chamando a Oração do Pai Nosso de “intocável,” pois “vem dos próprios lábios de nosso Senhor Jesus.”
Na quinta-feira, o ditador atual Nicolás Maduro defendeu a reza, e chamou os críticos de “novos inquisidores.”
Durante sua presidência, Chavez frequentemente entrava em atrito com líderes católicos, que o acusavam de autoritário. Chavez dizia que Cristo era socialista, e ele chegou a receber, antes e depois de sua morte, solidariedade de Ariovaldo Ramos, um dos mais destacados líderes evangélicos que representam a Teologia da Missão Integral do Brasil.
A população da Venezuela é 90 por cento católica, embora muitos misturem seu catolicismo com outras formas de espiritualidade, especialmente a “Santeria” — religião africana muito parecida com o candomblé.
O próprio Chávez personificava essa mistura, inclusive como praticante da Santeria, invocando desde os santos da Igreja Católica até Karl Marx em seus discursos. Nicolás Maduro também se declara católico, mas diz que suas inspirações espirituais vêm também do falecido guru indiano Sai Baba.
O socialismo é muito mais do que um sistema econômico. É um sistema para substituir Deus na vida das pessoas e, embora advogue aparentemente um ateísmo anticristão, sempre foi também um ateísmo pró-bruxaria.
E com a Teologia da Libertação, ficou fácil profanar o Evangelho em prol do socialismo.
Com informações da Reuters e Associated Press.
Leitura recomendada:

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http://juliosevero.blogspot.com.br/2014/09/oracao-socialista-chavez-nosso-que.html

Marco Feliciano critica PT e evangélicos “esquerdistas”

O deputado pastor afirmou que o partido “traiu toda a comunidade cristã brasileira”.

Jarbas Aragão
Em 2010, o Deputado Federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP), apoiou a eleição da candidata petista Dilma Rouseff. Contudo, ao ser eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, enfrentou forte oposição dos mesmos petistas que antes eram seus aliados. Após algumas decisões do governo que contrariavam os compromissos assinados na época da eleição passada, o PSC como um todo saiu da base de aliados do governo.
Sendo assim, o partido lançou em 2014 pastor Everaldo como candidato a presidente e declarou-se oposição ao PT. Vários rumores surgiram nos últimos meses sobre um possível apoio de denominações evangélicas a Dilma. Oficialmente, apenas a Universal e seu braço político, o PRB, defendem sua reeleição. A maioria dos líderes evangélicos tem feito companha para que os cristãos não votem em nenhum candidato ligado ao PT.
Em maio, Feliciano deu uma entrevista onde negava que daria apoio a Dilma, lembrando que o governo o usou como “bode expiatório” enquanto deputados petistas envolvidos no mensalão assumiam cargos na Comissão de Constituição e Justiça. Afirmou que rompeu com o PT e que o partido “traiu toda a comunidade cristã brasileira”.
O motivo principal para a decisão de Feliciano foram as decisões relacionadas ao aborto, pois Dilma assinou em 2010 um documento comprometendo-se a não legalizar a prática no Brasil. Mas na prática isso não aconteceu.
Assim como Feliciano, outros integrantes da Bancada Evangélica que antes estavam ao lado de Dilma agora são contrários a ela e denunciam o discurso enganoso do PT nesta época de eleição. O senador Magno Malta (PR/ES) também se manifestou recentemente.
Malta publicou na internet um vídeo listando uma série de propostas do atual governo que enfrentaram resistência da Frente Parlamentar Evangélica, incluindo a legalização do aborto e a chamada “lei da palmada”. Também lembrou aos evangélicos que Carvalho os chamou de “cabeças ocas comandados por pastores de televisão” que os militantes petistas precisariam “tomar” as classe “C” e “D” dos pastores.  Por fim, o senador pediu respeito aos evangélicos, afirmando que eles não seriam enganados.
Esta semana, Feliciano voltou a usar as redes sociais para alertar os evangélicos sobre a aproximação dos petistas nesta época de campanha atrás de votos desse segmento. Usando a palavra “denúncia”, o deputado criticou o comitê evangélico criado para buscar esse apoio.
Feliciano afirmou que foi “otário” quando participou de esforço semelhante em 2010, mas isso se revelou uma “mentira”.  Esclareceu que o governo usa o termo “profilaxia da gravidez” para fugir do termo aborto e aprovou a portaria 415 prevendo que o SUS pagaria cerca de R$ 400,00 por procedimentos abortistas.
Somente com um esforço da Bancada Evangélica foi possível reverter isso. Mas um projeto “cavalo de Tróia” acabou liberando a prática de forma velada. Além disso, é sabido que o governo atual conseguiude forma extra-oficial tornar legal a união civil de homossexuais
Feliciano também criticou os evangélicos “progressistas” ou “esquerdistas” que apoiam todas essas propostas do PT. Denunciou que essas pessoas que se apresentam como representantes dos evangélicos receberam “uma fortuna” para isso. “Vote em pessoas que pensam como você. É a chance que temos… por que essas leis podem beneficiar o povo ou desgraçar a vida do povo”. “Precisamos mudar e a mudança é não votar na presidenta Dilma e não votar no PT”, encerrou.
O vídeo foi compartilhado milhares de vezes no Facebook e tem gerado polêmica, com muitas pessoas fazendo eco ao pedido do pastor.
Assista ao vídeo: http://youtu.be/ys2Ncnp858M
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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Cresce perseguição a evangélicos na América Latina

Bolívia, Costa Rica e Cuba mudam leis e fecham igrejas

Jarbas Aragão
Enquanto cristãos são ameaçados e mortos em diferentes países do mundo por causa de sua fé, os evangélicos da América Latina veem aumentar a perseguição contra eles, mas em outros termos. Eles não são decapitados nem crucificados, mas vem sofrendo sanções políticas de seu direito de cultuar livremente.
Evo Morales, socialista perseguidor de cristãos
Medidas de governos tem impedido a abertura de novas igrejas e também tentando fechar os templos já existentes. Na Bolívia, a Associação Nacional dos Evangélicos da Bolívia (ANDEB) trava uma batalha jurídica, que inclui uma petição de Inconstitucionalidade ao Tribunal Constitucional buscando a revogação de leis assinadas pelo presidente Evo Morales.
Defensor do chamado “socialismo bolivariano”, que tem mostrado sua influência em países vizinhos como Venezuela e Brasil, Morales estabeleceu regras que são empecilhos à liberdade religiosa. A advogada Ruth Montaño, que auxilia juridicamente a ANDEB contesta: “Essa lei é totalmente inconstitucional, incongruente com o artigo 4 da Constituição”.
Os evangélicos são minoria no país, cerca de 1,6 milhão de pessoas. O Decreto 1987 e a Lei 351, criados pelo governo de Evo e aprovados pela Assembleia Legislativa da Bolívia, tem como objetivo “regular a concessão e registro da legitimidade para igrejas, grupos religiosos e crenças espirituais, cujos objetivos não envolvem lucro”.
Morales deseja que qualquer organização religiosa no país precise reaplicar para ser considerada legalizada a partir do próximo ano. Para que isso aconteça, as denominações devem apresentar uma “lista autenticada” contendo os nomes, números da carteira de identidade, certidões de impostos e arquivos da polícia de seus líderes, bem como a relação oficial contendo nomes e números de identificação de todos os seus membros.
As igrejas também precisam fornecer um cronograma de todas as suas atividades anuais “para o controle e acompanhamento” pelo Ministério das Relações Exteriores. Quem se negar ou não preencher corretamente a documentação exigida, terá seu registro oficial cancelado, o que levaria ao confisco de propriedades da igreja, proibição de realizar cultos e fechamento de centros de treinamento.
“A ameaça de revogar os documentos que nos legaliza, simplesmente por decisão de um burocrata estatal, viola o devido processo legal”, disse Montaño. Lembrou também que antes de ser eleito, em 2009, Evo Morales defendia um Estado laico e desmentiu todos os rumores que fecharia igrejas. Depois de 5 anos no poder, ele mudou sua perspectiva e esqueceu dos compromissos firmados com líderes na época.
Um dos países mais fechados para o evangelho do continente desde que passou a ser comunista, Cuba aumentou a perseguição religiosa nos últimos anos, segundo comprova um relatório da organização Christian Solidarity Worldwide, com vários registros de hostilidade, tortura e prisões.
Somente no primeiro semestre de 2014, foram registradas 170 violações de liberdade religiosa, tendo dezenas de vítimas. Em contraste, no mesmo período de 2011 foram 120 casos, com 40 vítimas.
O governo cubano emprega táticas brutais incluindo a intimidação de pastores e líderes, ameaças de fechamento das igrejas, confisco de imóveis, demolição de igrejas e prisões temporárias. “É angustiante ver um aumento tão significativo e sustentado de violações relatadas da liberdade religiosa em Cuba”, disse Mervyn Thomas, diretor da CSW. Segundo ele, o governo cubano tem se recusado a permitir que todas as organizações religiosas funcionem legalmente.
Na Costa Rica, as 2.500 igrejas que formam a Aliança Evangélica Costarriquenha estão preocupadas por que o governo impôs novas regras de funcionamento de templos. Com isso, cerca de 1.500 delas seriam proibidas de continuar funcionando.
O presidente do grupo evangélico, Juan Luis Calvo disse que fez um esforço para que todos se enquadrem nas novas exigências, mas que precisa do apoio do governo. Entre elas, estão o isolamento acústico dos templos, uma adequação muito cara para a maioria das igrejas evangélicas.  Várias já foram proibidas de funcionar em 2014.
Desde 2005 os evangélicos vêm travando uma luta política contra resoluções do governo que prejudicam o funcionamento livre dos templos, em especial os evangélicos. O governo alega que existem padrões mínimos de segurança e acessibilidade a serem respeitados e que os templos que não se adequarem serão fechados. Enquanto isso, os deputados do partidos ligados aos evangélicos como Renovação Costa Rica (RC), Restauração Nacional (RN) e Aliança Democrática Cristã (ADC), travam uma batalha no âmbito legislativo, mas o governo afirma que não há perseguição. Com informações de CBN, [2], Christian News
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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Um refugiado evangélico e a cara feia de Dilma e Evo




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8 de julho de 2006

 

 

 

O papel do governo e os cristãos

O Cristianismo deve ser estendido a toda a sociedade. Para essa finalidade, existe a evangelização, onde o Senhor Jesus Cristo comissionou seus discípulos a ir a todo o mundo e pregar o Evangelho a todas as pessoas. Nada e ninguém deve ficar de fora da influência do Evangelho.
No começo, o método exclusivo de evangelização usado era simplesmente a pregação do Evangelho, por meio dos líderes e do testemunho pessoal dos membros comuns.
Desse jeito, a mensagem sobre o ministério, vida, morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo experimentou uma propagação extraordinária na sociedade, atingindo até mesmo as autoridades — sempre porém com muitas perseguições. A expansão do Cristianismo ocorreu basicamente por causa dessas perseguições. O crescimento do Evangelho foi regado com o sangue dos mártires.
Já bem estabelecido em muitos setores da sociedade do Império Romano, o imperador Constantino, depois de se converter, teve a iniciativa de oferecer privilégios e favores especiais a todos os cidadãos romanos que resolvessem se converter para o Cristianismo. Por mais boa intenção que ele tivesse, a obra da conversão pertence exclusivamente ao Espírito Santo, com a colaboração dos cristãos, que têm a missão de dar bom testemunho a fim de atrair os descrentes à esfera do Evangelho.
O que aconteceu foi que as igrejas cristãs começaram a se paganizar, pois os pagãos passaram a ser cristãos, por causa dos favorecimentos dados para quem se convertesse, e trouxeram consigo suas práticas pagãs.
Assim, a tentativa de utilizar o governo para empurrar as pessoas para se converter foi um fracasso, pois o governo é incapaz de cumprir o que não tem chamado para cumprir. Com essa experiência política dos cristãos romanos, aprendemos que o governo não pode e não tem chamado nenhum para ocupar o lugar da Igreja do Senhor Jesus Cristo na sua missão de evangelizar.
Então, com esses erros do passado, os cristãos hoje aprenderam a lidar de modo correto com as questões políticas? No que se refere à evangelização, a lição parece que foi realmente aprendida.
No entanto, os erros de hoje não são iguais aos erros do passado. Enquanto no passado, cristãos bem intencionados tentaram atribuir ao governo a função de evangelização, que pertence exclusivamente à Igreja do Senhor Jesus Cristo, os cristãos bem intencionados de hoje tentam atribuir ao governo algumas funções da família e da Igreja do Senhor Jesus Cristo.
Esses cristãos acham que o governo tem a função de:
  • Reabilitar criminosos (função exclusiva do Senhor Jesus Cristo, através da Sua Igreja).
  • Alimentar os pobres (função de cada pessoa de acordo com sua própria consciência e liberdade moral).
  • Dar saúde a todos (função em parte de cada pessoa e também da Igreja do Senhor Jesus Cristo).
  • Dar educação (função da família e também da Igreja do Senhor Jesus Cristo).
  • Redistribuir renda. (Nem mesmo a Igreja do Senhor Jesus Cristo tem essa função, pois todos os ricos são chamados, de acordo com sua consciência e liberdade moral, de ajudar os necessitados. Assim como o governo não pode obrigar as pessoas a se converter, também não pode obrigá-las a ajudar os outros, mediante cobrança forçada de impostos pesados e iníquos.)
Assim como o erro do passado, esse erro também tem como causa as boas intenções de alguns cristãos. Assim como no passado, esses cristãos querem que o governo ocupe funções que Deus jamais lhe deu, de modo que não foi de estranhar que o Império Romano tenha fracassado em seus esforços humanos de converter os cidadãos pagãos e de modo que não será de admirar que o governo de hoje experimente igual fracasso em suas tentativas de usurpar o chamado das famílias e da Igreja do Senhor Jesus Cristo.
Não é preciso entrar em detalhes para explicar qual é o chamado do cristão na sociedade. Sua missão é permitir que o Espírito Santo o use continuamente para pregar a Palavra de Deus a todos os pecadores.
  • Onde há perdição, ele leva a luz do Evangelho, como Jesus ensinou.
  • Onde há doenças, ele ministra aos doentes, como Jesus ensinou.
  • Onde há necessidades materiais, ele pratica e ensina o amor ao próximo, como Jesus ensinou.
Entretanto, qual é o papel do governo e, de modo particular, qual deve ser o papel do cristão na política?
A Bíblia ensina que a função do governo e seus governantes é serem servos de Deus. O que é então o governo ser servo de Deus? Pregar o Evangelho? Alimentar os pobres? Cuidar dos doentes? Reabilitar os criminosos? Educar as crianças?
“Pois [a autoridade política] é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal”. (Romanos 13:4 NVI, o destaque é meu.)
Ser servo de Deus é o governo fazer a vontade de Deus se ocupando com a função que Deus lhe deu. Parece que bem poucos cristãos sabem ou lembram que Deus já estabeleceu uma função para o governo.
Seja cristão ou não, o presidente, governador ou outra autoridade política tem chamado de Deus para cumprir sua obrigação de castigar os maus e elogiar os bons. Nem mais, nem menos.
“Somente os que fazem o mal devem ter medo dos governantes, e não os que fazem o bem. Se você não quiser ter medo das autoridades, então faça o que é bom, e elas o elogiarão.” (Romanos 13:3 NTLH)
Cumprindo tal função, o governo não precisará mais se intrometer em áreas que não lhe competem e áreas em que seu fracasso é mais que evidente, como educação, saúde, etc. Cessando tal intromissão, o governo deverá parar de cobrar incessantes, pesados e abusivos impostos com o suposto objetivo de investir na saúde, educação, etc., livrando os trabalhadores da escravidão como financiadores involuntários de todo tipo de programa governamental social absurdo.
Assim, o governo terá tempo para se ocupar exclusivamente com sua missão de dar segurança à população. Por sua vez, tendo mais segurança e tendo muito menos de seu dinheiro desperdiçado no pagamento de impostos, a população terá muito mais liberdade para procurar ou estabelecer os serviços que lhe são essenciais, como saúde, educação, etc.
Quando o governo se envolve em funções que não lhe competem, o resultado é insegurança: os maus não são castigados e os bons cidadãos não são elogiados. Em casos extremos, o governo castiga os bons cidadãos e elogia os maus! Não muito diferente do que ocorre no Brasil de hoje, onde certos indivíduos que promovem o “direito” ao aborto, ao homossexualismo e a outros males são elogiados, enquanto os bons cidadãos que se manifestam contra essas práticas nocivas são tratados como preconceituosos e até pior. Enquanto os maus são elogiados por promoverem o homossexualismo e camisinhas nas escolas, famílias inocentes são impedidas de exercer seu direito de deixar de mandar seus filhos ao péssimo ambiente escolar que o governo está proporcionando às crianças. Essas famílias são perseguidas por optarem pela educação escolar em casa.
Entretanto, os problemas não param por aí. Enquanto mais de cinqüenta mil pessoas são assassinadas por ano no Brasil, o governo se prepara para punir severamente — não os criminosos e assassinos, mas as famílias que prosseguirem na milenar prática da disciplina física nos filhos. O clima é de muita insegurança e caos. Mas o governo tentará mostrar que está trabalhando. Se não puder perseguir e punir os verdadeiros criminosos, o governo simplesmente, por suas próprias leis absurdas, transformará em criminoso toda mãe ou pai disciplinador ou todo cidadão bom que ousar se opor aos programas governamentais de favorecimento ao homossexualismo e outros pecados.
Se os cristãos não ajudarem o governo a cumprir sua missão, inevitavelmente o governo tentará impedir os cristãos de cumprirem sua própria missão. Caso um governo, por causa de sua confusão moral, tenha se esquecido ou nem mesmo saiba mais seu dever natural, os bons cidadãos devem lembrar aos governantes sua responsabilidade de:
(1) castigar, punir, penalizar e fortemente desencorajar os assassinos, os ladrões, os estupradores, os adúlteros, os pedófilos, os seqüestradores, os abortistas e outros maus.
(2) elogiar os bons que se opõem a esses males e ajudam os pobres, os órfãos, as vítimas de violência sexual, os oprimidos pelo homossexualismo, etc.
Portanto, os cristãos devem cuidar da evangelização, cada família deve cuidar de suas necessidades de saúde e educação e o governo deve ter como missão exclusiva o único chamado que Deus lhe deu: castigar os maus e elogiar os bons.
Que os cristãos na política então se lembrem de deixar o governo ser apenas um bom servo de Deus na sua própria esfera, para a segurança de toda a população.
Uma versão deste artigo, com o título “A função do Estado”, também escrito por Julio Severo, saiu na revista Evangelizar, edição nº 6 (maio/junho de 2006), publicada pela AMME.
www.juliosevero.com



link:
 http://juliosevero.blogspot.com.br/2006/07/o-papel-do-governo-e-os-cristos.html

JAIR E EDUARDO BOLSONARO: PROJETO DE LEI DO FIM DO AUTO DE RESISTÊNCIA PROPOSTO PELO PT COLOCA EM RISCO A SEGURANÇA DOS CIDADÃOS DE BEM DO BRASIL;



O Policial Militar (SP) que ao se defender terminou por matar agressor que tentou desarmá-lo, graças à Justiça e a Deus, foi solto. Um pequeno alento para o Servidor Público de Segurança que fatalmente ficará com sequelas psicológicas ao ser massacrado por simplesmente cumprir a lei. Entretanto, ressalto que está em vias de ser votado pela Câmara dos Deputados o projeto de lei 441/12 do PT, que põe Fim ao Auto de Resistência, ou seja, com a aprovação da referida matéria, fatalmente todos, absolutamente todos, os Servidores de Segurança Pública que reagirem de forma considerada "não moderada" (art. 1° - sujeito à vasta interpretação), mesmo que estejam sob clara desvantagem e correndo risco de vida, poderão ser imediatamente presos. 

Mais uma proposta que precisa ser rejeitada, caso contrário, a desmoralização das Forças de Segurança, que já é extrema, será total e, colocará em risco todo e qualquer cidadão de bem, visto que nenhum Policial poderá reagir em nome da integridade física dele ou de outrem sabendo ao que estará sujeito. 

É a legislação mais uma vez favorecendo o marginal. 

Os Foras da Lei são o verdadeiro Exército do PT.

Contra esta malfeitoria, temos que urgentemente colocar pessoas dentro do Congresso Nacional que irão combater a aprovação desta proposta.

REDES SOCIAIS:

Eduardo Bolsonaro (Policial Federal):
link:
 http://familiabolsonaro.blogspot.com.br/2014/09/jair-e-eduardo-bolsonaro-projeto-de-lei.html

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Yusnaby: Carta de una catalana después de visitar Cuba por primera vez

Una maestra de Barcelona escribe a Yusnaby: “Después de 17 días en tu lindo país, después de haber leído algo sobre la situación de antes de la revolución, sobre la revolución y de haber visto el país (obviamente, desde los ojos de una turista curiosa) me gustaría compartir mi humilde y simple opinión… Yusnaby le responde




Querido Yusnaby,
Me llamo Andrea y soy maestra en una escuela primaria cerca de Barcelona. Te preguntarás por qué te escribo, imagino. Pues bien, desde que empecé a planear mi viaje a Cuba, sigo tu cuenta de Twitter y de Instagram. Como comprenderás cuando una organiza y busca qué visitar, qué comer, dónde ir sobre un país totalmente desconocido y con un atractivo tan visible como Cuba, no le gusta leer cosas desagradables (aunque ahora veo que muchas de ellas eran reales) como las que posteas tú.
Un día dejé un comentario en una foto tuya en Instagram diciendo algo como “algo bueno tiene que tener vuestro sistema político” y recibí algunas respuestas de otros usuarios en las que me decían que lo único bueno de Cuba era la naturaleza y su gente, cosa con la que estoy muy de acuerdo.
Después de 17 días en tu lindo país, después de haber leído algo sobre la situación de antes de la revolución, sobre la revolución y de haber visto el país (obviamente, desde los ojos de una turista curiosa) me gustaría compartir mi humilde y simple opinión y de manera resumida. Me ha dado la sensación, bueno, a mí y a mis tíos, mis compañeros de viaje, que la revolución, cuando el pueblo se levantó, fue un acto totalmente justificado y necesario para el país pero que actualmente el sistema se ha quedado estancado y de alguna manera no deja avanzar a la sociedad en muchos aspectos.
Se tiende a comparar países, los cubanos me decían que claro, en España estábamos mucho mejor (aunque cada vez el capitalismo crea más pobreza y más situaciones extremas). Pero pienso que Cuba no es un país comparable a países como Francia o Alemania, en cuanto a su desarrollo económico, social, político… Opino que hay que compararlo con los países de su alrededor geográfico y si se compara con Jamaica (país que visité en el año 2010) te puedo asegurar que está infinitamente más desarrollado en todos los sentidos.
Además, una cosa tremendamente buena que tenéis es la educación y sanidad gratuitas, cosa de la que en general estáis muy orgullosos. En España, se lograron muchos avances en educación y sanidad en cuanto a su calidad, pero desde que empezó esta “crisis” cada vez distribuyen peor el dinero y educación y sanidad está siendo privatizados. Como ves, ni el capitalismo europeo ni vuestro comunismo funciona.
Con este email sólo quería decirte que en cierta manera pude observar todo aquello que denuncias en Twitter e Instagram pero también quería decirte que tienes un país precioso y, lo más importante, una gente espectacular con mucho entusiasmo y ganas de tirar para delante. Piensa que todo esto te lo escribe una persona muy poco conocedora de política, pero a la vez muy observadora y siempre con ganas de aprender de todo, en cualquier lugar y en cualquier momento.
Un fuerte abrazo desde Barcelona,
Andrea.
Respuesta
Estimada Andrea,
Me ha dado mucha alegría tu correo. Que bueno que hayas visitado Cuba y hayas visto con tus ojos la realidad de los cubanos. Comprendo que es una realidad difícil de entender para una persona que nunca haya estado en la isla. De hecho, te confieso que hay muchísimas cosas que yo aún no entiendo y tengo 26 años viviendo aquí.
Cuba es un país precioso. Como pudiste ver todas las construcciones que hay en La Habana son de antes de 1959. Ya te has imaginado seguro cómo era la capital en aquella época. Es muy doloroso ver como cada día se desploman edificios coloniales por humedad y falta de mantenimiento. Hace poco se derrumbó un edificio donde vivían 622 personas. Aún están en la calle. Me apasiona mucho la arquitectura, por eso además del sentido humano de gente sin casa me disgusta que inmuebles tan bellos desaparezcan.
Tienes toda la razón en lo que dices que Cuba no puede compararse con Alemania. Primeramente son 2 culturas diferentes, pero tampoco estoy de acuerdo en que se compare a Cuba con Jamaica o Haití. Seguro sabes que Cuba antes de 1959 era el 8vo. país en el mundo con mejor salario industrial y el 7mo. en salarios de trabajadores del campo. Los que labraban la tierra en ese entonces ganaban un mínimo de 3 dólares al día. Por encima de Cuba estaban Estados Unidos, Suiza, Suecia, Canadá, Australia y Alemania. Estábamos incluso por encima de España. Según estadísticas de la ONU, en 1951 Cuba era comparable con Bélgica. Un cambio de gobierno (o lo que algunos llaman la revolución naciente) era necesario porque de 1952 a 1958, Cuba vivía en la Dictadura de Fulgencio Batista. La Revolución que apoyó el pueblo fue pensada como un cambio hacia mejor que traería un avance democrático, pues ya contábamos con la constitución de 1940 que para la época era una de las más democráticas de la región con profundo carácter social.
Pasaron 56 años, jamás llamaron a elecciones y tenemos una Dictadura militar. El salario mínimo en Cuba es el más bajo del continente (no me atrevo a decir del mundo porque tengo ciertas dudas con Corea del Norte y algunos países del Africa). Un obrero cubano gana un sueldo de 225 pesos cubanos, lo que serían unos 9 dólares al mes. Explicarle eso a una persona que no vive en Cuba o que ni siquiera conoce Cuba, lo primero que piensa es que yo exagero y soy un mentiroso. Tú lo has visto con tus ojos.
Hoy ya no nos comparan con Bélgica, hoy nos comparan con Haití para que pensemos que “no estamos tan mal”. Pero… ¿Cómo compararnos con Haití cuando el 60% de la población cubana entre 18 y 60 años tiene estudios universitarios?
Seguro viste bonitos hoteles en La Habana y Varadero. Incluso en Cuba hay empresas hoteleras extranjeras como Meliã, Iberostar, Barceló… La mayoría de los hoteles que operan estas compañías son propiedad de las fuerzas armadas. Iberostar, por ejemplo, sólo gestiona el hotel. Las ganancias de todos estos negocios “estatales” son secretas. Tampoco es transparente la conductividad de los fondos.
Me comentas que la educación y la salud son gratuitas en Cuba. Yo diría que son de acceso universal, se eliminaron barreras para acceder a estos servicios. Pero está muy lejos de ser gratuito. Siempre digo que “gratuito” es un término capitalista, porque en el socialismo y comunismo el valor del trabajo es lo más importante, y algo gratuito significaría que tu trabajo no vale. Sin embargo, cuando estudias en la universidad en Cuba, es cierto que cualquiera puede acceder, pero una vez graduado, sí eres hombre tienes que trabajar 2 años de servicio social en un lugar donde te ubique el Gobierno cobrando el salario mínimo (9 dólares al mes). Si eres mujer, ganas el mismo salario pero te obligan a trabajar 3 en vez de 2 años. Si te niegas a cumplir ese período obligatorio, te invalidan el título como hicieron conmigo. Tengo una amiga que trabaja su servicio social en una fábrica de medicamentos que exporta a Estados Unidos. Ella con sus manos produce mínimo 1000 dólares al mes. Su sueldo es 9 al mes. Ella le está dando 991 dólares mensuales al Estado para pagar su carrera. Si multiplicamos 991 por 3 años, un graduado universitario le paga al Gobierno unos 36,676 dólares por los estudios “gratuitos“ recibidos.
No estoy en desacuerdo con que exista esta posibilidad de acceso a la universidad. Es un buen camino para los que no tengan disponibilidad financiera. De hecho, en Andalucía, España, existen becas parecidas. Te financian la universidad con la condición de que una vez graduado debes trabajar equis cantidad de tiempo en la comunidad autónoma. No se si esto también existe en Catalunya, me encantaría que me comentaras al respecto, al igual que las diferentes opciones que puede tener un estudiante y el costo medio de una carrera. Estoy en desacuerdo en que la opción de “estudia sin costo“ y luego me trabajas obligado 3 años, sea la única opción. Las universidades en Cuba, según los reglamentos de las mismas, son para los “revolucionarios“. Entiéndase revolucionarios los que apoyan al régimen y no lo critican.
Lo triste sobre el tema educación, es que aquí lo usan como una bandera de propaganda. Mi pensamiento es que el acceso a la educación no es el logro de ningún Gobierno, es la obligación de todo Estado y nuestro deber ciudadano es exigir que cada vez tenga mejor calidad y desarrollo. Aún 56 años después, la campaña publicitaria del Partido Comunista, único legal, es la educación. Tanta propaganda, tanto tiempo, de generaciones en generaciones, hace que la gente lo repita sin pensarlo. Por eso la gente te hablaba de la educación y la salud, porque es lo que escuchan 1000 veces al día en la televisión. Incluso, muchas veces cuando les cuentas que en otros países también la educación es de libre acceso, simplemente no te creen.
Nuestro mayor problema es echar para atrás 56 años de adoctrinamiento y propaganda basura, porque en una Cuba democrática, que ya cada día estamos más cerca de la transición, toda esa ideología sería contraproducente para una sociedad orientada a avanzar y compatible con el mundo.
La gente en Cuba es bella, buena y tiene unos deseos enormes de crecer. El hambre por el desarrollo es voraz. Tengo un amigo que hace 5 meses comenzó a vender frutas en la calle. Tenía 5 guayabas y dos plátanos en un cubo. Hoy ya tiene un puesto con todo, incluso tiene ruedas y puede moverse por la ciudad. Los cubanos estamos deseosos de que un día nos desamarren las manos.
Estuve en España, incluso visité un par de veces Barcelona. Vi lo malo, lo bueno y lo muy bueno. Mi interés no es imitar o comparar. Mi objetivo es aportar ideas que se que han funcionado en otros sistemas para cambiar hacia mejor el nuestro. Aquí estamos muy lejos de lo que es el socialismo o peor aún el comunismo. Esto es una oligarquía militar. ¿Cómo te explicas que en un país comunista (donde no debe existir el dinero), existan 2 monedas? Una para la burguesía y la otra para el proletariado.
En fin, tengo muchas cosas que escribirte, pero estoy convencido que ahora te resulta más fácil visualizar lo que te explico. Espero seguir en contacto. Gracias de nuevo por el bello correo. Si compartes algunas fotos de Cuba en Instagram ponme una etiqueta para verlas.
Un gran abrazo,

Yusnaby


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http://www.cubanet.org/blogs/yusnabi-carta-de-una-catalana-despues-de-visitar-cuba-por-primera-vez/