quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Psol sem crédito na praça ou a praça não foi adaptada pra ele?

Eleições 2012: Justiça Eleitoral já barrou quase 300 candidatos no Rio. PSOL partido com mais registros indeferidos

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Reprodução do O Globo On line.

RIO - Os juízes eleitorais já barraram 291 candidaturas de vereadores e duas de prefeito nos municípios do Estado do Rio. De acordo com informações presentes no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PSOL é o partido com o maior número de registros indeferidos: 26 no total. Em seguida, estão PT e PTB, com 25 e 16 candidaturas rechaçadas, respectivamente.

Belford Roxo era, até a tarde de segunda-feira, a cidade com o maior número de registros indeferidos: 116 no total. Na lista, está o nome do candidato a prefeito Rafael Andrade (PSOL). Rosely Mendes (PP), que concorre em Cambuci, completa a relação de aspirantes a uma vaga no Executivo municipal que tiveram registro indeferido.
Campos dos Goytacazes é a segunda cidade com mais indeferimentos de candidaturas até o momento. São 20 no total. Esta semana, a corte do TRE-RJ deve voltar a analisar a liminar que suspendeu a cassação da prefeita de Campos, Rosinha Garotinho (PR), por abuso de poder econômico no pleito de 2008. O julgamento foi suspenso na última quinta-feira, por conta de um pedido de vista do desembargador Leonardo Antonelli. Se a corte derrubar a liminar, Rosinha perde o mandato e só poderá concorrer novamente em 2018. O relator do processo, desembargador Sérgio Schwaitzer, já votou pela absolvição da prefeita.
Nova Friburgo, Cambuci e São Francisco de Itabapoana tiveram 12 registros barrados até a tarde de segunda-feira. Mesmo com o indeferimento, os candidatos não estão impedidos de fazer campanha e pedir votos porque as decisões ainda são passíveis de recursos. No Rio, por enquanto, nenhum candidato foi rejeitado pela justiça.
Os juízes têm até o dia 5 dLinke agosto para analisar as informações dos políticos que disputam as eleições este ano, dizendo se eles estão aptos ou não a concorrer. Os candidatos barrados podem recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) até três dias depois de serem notificados e, se a Corte confirmar a decisão de primeira instância, eles podem recorrer ao TSE. Todos os recursos sobre pedido de registro deverão estar julgados pela Justiça Eleitoral até dia 23 de agosto.
Na última quarta-feira, o Ministério Público do Estado do Rio informou que pediu a impugnação de 1.174 candidatos a prefeito e a vereador nos 92 municípios do estado. Em 142 casos, os promotores tentam impedir as candidaturas com base na Lei da Ficha Limpa.

Traficante é absolvido sim ,isso mesmo que você leu! ( Nem cumpriu a pena e nem se regenerou!)

Traficante Nem é absolvido em processo de fuga da Favela da Rocinha, e aí ?

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Falar o que ?
O dinheiro era do traficante Nem da Favela da Rocinha, e ele era quem mandava nos advogados, mas a justiça não viu isso.

Em suma, os cúmplices condenados, mas o mandante se deu bem, o traficante Nem foi absolvido, sem mais.


Reprodução do O Extra


O traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, foi absolvido no processo que respondia por corrupção ativa, resultante do episódio em que tentou fugir da favela, prestes a ser pacificada, escondido na mala de um Toyota Corolla. Apesar da absolvição, o traficante ainda é réu em outros processos, nos quais responde por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, sequestro e cárcere privado.
Demóstenes Armando Dantas Cruz e Luiz Carlos Cavalcanti Azenha, os dois advogados que estavam com Nem no carro, na noite do dia 10 de novembro do ano passado, e também foram presos em flagrante, foram condenados por corrupção ativa e favorecimento pessoal. Eles ofereceram dinheiro para os policiais que o abordaram, ao tentarem sair da Rocinha com Nem na mala.
Na sentença, o juiz Ricardo Corona Pinheiro, que acatou parecer do Ministério Público, opinando pela absolvição o ex-chefe do tráfico de drogas na Rocinha, afirma não haver indícios para condená-lo por corrupção. Isso porque não ficou comprovado que Nem teria oferecido dinheiro aos policiais, uma vez que ele permaneceu, durante toda a aborgadem, dentro do porta-malas.
“Portanto, concluo, acolhendo o entendimento das partes, que as provas colhidas nestes autos são frágeis e insuficientes para gerar um decreto condenatório em relação ao acusado Antônio Bonfim”, escreveu o magistrado em sua decisão.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, quando o carro foi abordado por policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar, o acusado Luiz Carlos perguntou a um dos PM “se não haveria uma maneira melhor” de resolver a questão, querendo evitar que o veículo fosse revistado. Em seguida, disse que havia muito dinheiro na mala, e ele é que ia “determinar quanto”, referindo-se ao valor da propina. Em seguida, ainda de acordo com a denúncia, Demóstenes foi claro e ofereceu uma quantia para o policial. “A gente para R$ 20.000 para ficar melhor para todo mundo”.
Já André Luis Soares Cruz, que conduzia o veículo e apresentou-se como Cônsul Honorário do Congo, responde apenas por favorecimento pessoal, por tentar se aproveitar de uma suposta imunidade diplomática, e ainda não teve sentença determinada.
Réus primários e com bons antecedentes, Demóstenes e Luiz Carlos foram condenados a dois anos e um mês de prisão, e as penas foram substituídas por prestação de serviços à comunidade pelo tempo que ficariam presos, e pagamento de cestas básicas de dez salários mínimos para uma instituição a ser definida.
A fuga de Nem
Em depoimento à polícia, o advogado Luiz Carlos admitiu que daria fuga ao traficante Nem, na ocasião em que levava o criminoso na mala de um carro. Ele contou que, naquela noite, foi à Rocinha acompanhado de mais dois advogados, e o chefe do tráfico da comunidade estava “muito nervoso” e dizia não saber ainda se queria fugir ou entregar-se à polícia.
Em seguida, no entanto, o traficante levou até os advogados os honorários combinados, e mais uma quantia de dinheiro, o que fez com que ele percebesse que a intenção de Nem era fugir. Naquele momento, o criminoso disse a Luiz Carlos que gostaria de ser deixado na Rodovia Presidente Dutra, e o próprio advogado o alertou sobre a probabilidade de serem parados no caminho. Ainda assim, Nem insistiu que deixaria a favela na mala do carro

O RJ é um circo total!!! ( com Cabral então nem se fale!)

Golpe das Olimpíadas, Sérgio Cabral dá mais de 4 milhões do povo para empresa não fazer porra nenhuma, e aí ?

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Essas horas eu me pergunto, cadê o MP ?
Reprodução do jornal O Dia, Informe do Dia



E no RJ claro , polícia anda levando bala de bandido! (pode um negócio desses?)

E quando bandidos metem bala em PM's da UPP como aconteceu em São Carlos, ninguém reclama ?

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Dê PAUSE na rádio, e assista o vídeo.

Na semana passada uma PM foi barbaramente assassinada com um tiro de fuzil no Complexo do Alemão.

Na semana passada também, PM's da UPP foram atacados por bandidos com tiros de fuzil no Andaraí, os policiais tiveram que se jogar pelas escadas, e se machucaram.

Semana passada na sexta-feira, ainda, um PM do Bope fora de serviço foi assaltado e levou um tiro no peito na na Av. Brasil, e pode ficar tetraplégico.

Acima eu posto um vídeo feito por cinegrafistas do jornal El Paisno dia 06/05/2012, onde traficantes balearam um PM na perna, esse caso em especial nem foi divulgado pela imprensa do Rio de Janeiro, por que ?

Isso tudo acima não ganhou destaque da imprensa do Rio de Janeiro, mal saiu na TV Globo e etc.

É triste, mas a realidade hoje no Rio de Janeiro é, a vida do Policial Militar não vale nada, ou a imprensa é que não mostra a realidade.

Ahhh, claro, esqueci, ou será que a vida de bandidos e assaltantes passaram a ser mais importantes do que a do cidadão e do policial ?

A realidade é, hoje vivenos uma guerra no Rio de Janeiro.

Em tempo, direitos humanos no Rio parece que só existe para bandido.

Ex chefe de Polícia sem habilitação devido a bebida!

Flagrado em Lei Seca, ex-chefe de Polícia Civil Allan Turnowski tem habilitação apreendida

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Ironias da vida, 'escapou" da Operação Guilhotina mas foi guilhotinado pela Lei Seca.

Reprodução do O Dia On line.

Rio - O delegado e ex-chefe de Polícia Civil do Rio de Janeiro Allan Turnowski teve a carteira de motorista apreendida, na noite do último domingo, após ser flagrado em blitz da Lei Seca na Avenida Afonso Reidy, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste.
Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e, além de ter a habilitação apreendia, vai pagar multa de R$ 957,70 e perder de 7 pontos na carteira. A infração é considerada gravíssima. O carro do delegado foi liberado após um condutor habilitado ter sido apresentado.
Operação Guilhotina
Em agosto de 2011, o procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes, decidiu arquivar o inquérito no qual Turnowski era suspeito de vazamento de informação. Para Lopes, não ficou comprovado nas investigações que Turnowski tivesse repassado informações sobre a operação Guilhotina a um inspetor, que foi preso, como acusou a Polícia Federal.
“Foram feitas as análises da conversa do Turnowski com o inspetor e do processo sobre a operação que tramita na Justiça. Não há nenhum elemento que comprove o vazamento de informação”, justificou Cláudio Lopes.
Falta de provas
Deflagrada em fevereiro pela PF a Guilhotina levou 43 pessoas para o banco dos réus, a maioria policiais, por crimes como peculato e formação de quadrilha. No caso de Turnowski, os promotores Homero das Neves, Márcio Nobre e Alexandre Graça decidiram arquivar o inquérito por falta de provas. Mas à época, o juiz em exercício da 32ª Vara Criminal, Guilherme Schilling, resolveu que o inquérito que apurava crime de violação do sigilo funcional de Turnowski deveria continuar. O caso foi parar nas mãos do procurador-geral, que deu a palavra final: “Foi definitivamente arquivado”.

Notícias de um país chamado Brasil! ( quanta vergonha!!!)

Mensalão do PT: Ministro do STF osé Antônio Dias Toffoli já defendeu tese de réu do mensalão, e ainda quer participar do julgamento, isso é sério ?

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Esse Ministro do STF Dias Toffoli, ex-advogado do PT, deve estar brincando com a cara do povo, quando insiste em participar do julgamento do mensalão do PT, será ?

Reprodução da Folha de São Paulo

O ministro José Antônio Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), já defendeu uma das principais teses que o réu Marcos Valério Fernandes de Souza usa em sua defesa no mensalão.
No processo, com julgamento marcado para começar amanhã, Valério, apontado como operador do mensalão, é acusado de vários crimes: formação de quadrilha, lavagem ou ocultação de dinheiro, corrupção ativa, evasão de divisas e peculato (desvio de dinheiro público).
No caso do peculato, a Procuradoria-Geral da República (PGR) diz que houve desvios a partir de um contrato da DNA Propaganda, de Valério, com o Banco do Brasil.
O empresário diz que seguiu regras do Conselho Executivo de Normas-Padrão.
O Cenp, que reúne associações do mercado publicitário, considera normal o que a Procuradoria afirma ser irregular: que comissões pagas por veículos de comunicação a agências, chamadas de "bônus de volume", não precisem ser transferidas para o órgão que as contrata.
A Procuradoria diz que a DNA deixou de pagar R$ 2,9 milhões ao BB. O repasse estava previsto no contrato entre a agência e o banco.
Toffoli, por sua vez, defendeu a legitimidade da retenção de bônus pelas agências em geral num recurso apresentado ao Tribunal de Contas da União (TCU) em 2007, quando comandava a Advocacia-Geral da União (AGU).
Em relatório de 68 páginas, Toffoli não tratava do caso específico da DNA com o BB, mas de contratos em geral.
Ele disse que a participação de servidores públicos nas negociações de bônus entre agências e veículos de comunicação seria "contraproducente" e citou o Cenp.
Nessa época, a regularidade desse procedimento no caso DNA-BB já era objeto de discussão em outro processo no TCU -cuja decisão, favorável a Valério, saiu em julho.
A polêmica cerca a participação do ministro no julgamento do mensalão. Ex-advogado do PT, Toffoli assessorou o ex-ministro José Dirceu e sua namorada advogou para dois réus do processo.

Ex-ministro Márcio Thomaz Bastos deixa a defesa de Cachoeira, bicheiro criticava e estava frustrado de ainda estar preso

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Dessa vez não deu certo para o vagabundo, pagou 15 milhões, ficou sem o advogado, e continua na cadeia.

Só por curiosidade, e a grana quem pagou ao Márcio Thomas Bastos já que o bicheiro estava com os vens bloqueados ?

Curiosidade também, Márcio Thomas Bastos vai devolver os milhões ou parte deles ?

Reprodução da Folha de São Paulo

Após quatro meses de serviços prestados, o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos deixou ontem a defesa do empresário Carlinhos Cachoeira, acusado de exploração ilegal de jogo.
A detenção de Andressa Mendonça, noiva de Cachoeira, foi o estopim de uma crise iniciada há semanas. A equipe de Bastos reclamava do prejuízo que arroubos de Cachoeira geravam à defesa.
Já Cachoeira, preso desde fevereiro, criticava a delegação da defesa a colaboradores, além de ver frustrada a expectativa de soltura após a contratação de Bastos por R$ 15 milhões. O advogado teria recebido um terço disso, informação não confirmada.
Bastos não fará a defesa de Andressa, detida na segunda-feira após o juiz federal Alderico Rocha Santos, titular da operação Monte Carlo, dizer que ela o ameaçou.
Segundo o juiz, Andressa disse ter um dossiê com "informações desfavoráveis" a ele que seria divulgado pelo repórter Policarpo Júnior na revista "Veja" caso Cachoeira não fosse liberado.
Redator-chefe da "Veja", Policarpo aparece conversando com Cachoeira em grampos da operação. Segundo a PF, eles denotam apenas relação entre repórter e fonte. A revista refutou a acusação.
Ontem, Andressa depositou fiança de R$ 100 mil firmada pelo juiz Mark Yshida, segundo o delegado Sandro Sandre, que comandou os mandados de busca e apreensão na casa de Andressa. Yshida aindaa proibiu de falar com réus da Monte Carlo.
Segundo o delegado, dois computadores, dois iPads, um celular e documentos manuscritos de Andressa foram encaminhados para perícia. Também será feito exame grafotécnico do bilhete que ela teria passado ao juiz Rocha.
O advogado Eduardo Valderramas Filho disse que a fiança foi paga com um cheque de Andressa. Ele diz não ter certeza se fará sua defesa.
Com CARLA GUIMARÃES, colaboração para a Folha de Goiânia .

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O JOGO DOS MILHÕES: Valores pagos a criminalistas por réus do mensalão são segredo

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A pergunta é, os acusados do mensalão eram e alguns ainda são deputados, como eles arrumaram milhões para pagar os melhores advogados do Brasil ?
Dinheiro do povo roubado, será ?

Reprodução do O Globo On line

BRASÍLIA - O julgamento do mensalão reunirá os mais famosos — e caros — criminalistas do Brasil. Defenderão os réus profissionais como Márcio Thomaz Bastos e José Carlos Dias, ambos ex-ministros da Justiça, Inocêncio Mártires Coelho, ex-procurador-geral da República, Alberto Zacharias Toron e Eduardo Ferrão.
Os honorários são mantidos a sete chaves. Sabe-se no meio jurídico que nomes desse quilate não cobram menos de R$ 1 milhão por uma causa. Em 2007, quando o STF julgou a denúncia do Ministério Público contra os acusados do mensalão, dizia-se entre os advogados que tinha profissional cobrando R$ 1 milhão só para fazer a sustentação oral.
Entre os advogados, corre a informação de que o profissional mais em conta cobrou R$ 300 mil. Segundo os criminalistas Jairo Lopes e Eric Pio Belo, que não representam réus, o valor médio que os colegas cobraram é de R$ 500 mil.
Ao lado dos famosos estão advogados não tão badalados. Márcio Silva, que fez carreira como advogado eleitoral no PT, assumiu a defesa dos ex-deputados Professor Luizinho e Paulo Rocha (PT-SP). Ele diz que não cobrou porque é amigo de ambos e porque ter o nome estampado num processo como este é uma grande propaganda para um advogado.
— Não recebi nada. Sou amigo dos dois. O simples fato de um profissional estar vinculado a esse processo é um atrativo — contou Silva.
Dois dos advogados contratados a peso de ouro prestam serviço ao núcleo financeiro do esquema. Thomaz Bastos foi contratado por José Roberto Salgado, ex-presidente do Banco Rural, e José Carlos Dias é advogado de Vinícius Samarane, ex-diretor da instituição. Um deputado e dois ex-integrantes da Câmara também investiram alto em suas defesas: Alberto Zacharias Toron defende o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), Inocêncio Mártires Coelho atua para o ex-deputado José Borba (PMDB-PR), e Eduardo Ferrão, para o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE).




Como o RJ é maravilhoso ,vejo o tamanho de sua beleza e harmonia( Quase perigosa!)

Rio "pacificado": Homens armados monitoram acesso a favela durante operação policial em Costa Barros

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Sei lá, mas não deveria see o contrário, a polícia monitorar os bandidos ?

Como eu já disse o Rio está "pacificado" mas pelos bandidos, que agora até "monitoram" a polícia, é o fim dos tempos.

Reprodução do Extra on line


Enquanto mais de 60 policiais ocupavam o Morro da Quitanda, para fazer a reconstituição da morte da jovem Bruna Ribeiro, bandidos não se intimidavam no Morro da Pedreira - a poucos metros dali, também em Costa Barros, na Zona Norte da cidade. Na Avenida José Arantes de Melo, três homens, que aparentavam ser menores de idade, portavam um rádio transmissor, uma pistola e até uma granada na cintura. Os três conversavam tranquilamente e observavam a movimentação do alto do morro, vestidos de bermuda, camisa e chinelos. A cena foi flagrada pelo EXTRA por volta de 13h, quando homens do Batalhão de Operações Especiais e policiais civis da 39ª DP (Pavuna) e da Divisão de Homicídios (DH) estavam na metade da reconstituição do crime. Veículos blindados e até uma unidade de demolição tática também ajudavam na ação.