sábado, 24 de setembro de 2016

Donald Trump é indicado para  o prêmio Nobel da Paz?

Controverso, pré-candidato nos Estados Unidos é um dos indicados à tradicional comenda em outubro


O que o Papa Francisco e Donald Trump têm em comum? Ambos estão "concorrendo" ao Nobel da Paz deste ano. Comitê de cinco acadêmicos da Noruega vai avaliar as postulações e divulgará o escolhido em outubro. Todos os anos, a lista dos candidatos sugeridos é mantida em sigilo, mas nada impede que as indicações se tornem públicas.

Donald Trump ainda não digeriu a inesperada derrota na estreia das primárias do Partido Republicano, em que ficou em segundo lugar. “Ted Cruz não ganhou Iowa, ele roubou”, escreveu Trump no Twitter. “É por isso que todas as pesquisas de opinião estavam tão erradas e por isso conquistamos bem mais votos do que antecipamos. Ruim!”, detonou. “Com base na fraude cometida pelo senador Ted Cruz durante o caucus de Iowa, ou uma nova eleição deve acontecer ou a anulação dos resultados de Cruz”, escreveu Trump.Eleições nos Estados UnidosNa carta que solicita a postulação, o autor, ainda não identificado, afirma que Trump “tem uma vigorosa ideologia de paz, usada como arma de dissuasão contra o Islã radical, o Estado Islâmico, o Irã nuclear e a China comunista”.
Vitoriosa em Iowa, a democrata Hillary Clinton fez questão de se afastar do controverso rival. “Não somos amigos”, disse à ‘People’. “Não ligo muito para o que ele diz sobre mim porque vejo isso como, você sabe, política. Mas não particularmente o tipo que eu aprovo.”
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2016-02-04/donald-trump-para-nobel-da-paz.html

Artistas de esquerda vaiam moradores de rua em ato de campanha do petista Haddad

ana-muylaert-laerte-artistas-vaiam-moradores-de-rua
Sim, é isso mesmo. Vaiaram.
A cena pode parecer surreal a quem se convence pelos discursos “pró-povão” dos artistas e intelectuais “de esquerda”, no geral ligados PT (ainda que digam fazer contraponto crítico ao partido). Mas todos que de fato conhecem a realidade das coisas sabem muito bem como elas funcionam.
Acompanhem.
Um grupo de artistas estava numa “roda” montada na Praça Roosevelt, em ato de campanha de Fernando Haddad (PT). De repente, moradores de rua aparecem e protestam contra o prefeito, pois estariam ameaçados de despejo. O que fazem os artistas? Ora… VAIAM OS MORADORES DE RUA! Tá pensando o quê? É isso aí! Vaiaram os pobres coitados!
A seguir, trecho da reportagem do Estadão (curioso que tal fato não tenha recebido tanto destaque):
“Um protesto de aproximadamente dez moradores de um viaduto ameaçados de despejo pela Prefeituralevou o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, candidato à reeleição, a interromper um encontro com artistas na praça Roosevelt (…) Eles foram vaiados pelos artistas que esperavam ter espaço para apresentar suas demandas ao prefeito (…) Entre os artistas que participaram do encontro estavam o cartunista Laerte, e as cineastas Laís Bodansky, Ana Muylaert, Tata Amaral e Marina Person.” (grifos nossos)
Depois, o pessoal de esquerda não entende porque o povo os detesta. O povo real, mesmo, não a turma do “lacre de rede social”.
É isso. Artistas vaiam moradores de rua que reclamam do próprio despejo. Artistas que se dizem “esquerda”, “pró povo” etc. Tudo conversinha. Primeiro o ato de campanha eleitoral, primeiro as próprias demandas, depois – e só bem depois – o povo. Nada de novo.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

SOB PRESSÃO, CÂMARA SUSPENDE VOTAÇÃO DE PROJETO DESTINADO A INOCENTAR OS LADRAVAZES DO BRASIL E TRAVAR A LAVA JATO.

O deputado Beto Mansur, do nanico PRB de São Paulo, preside sessão da Câmara onde se propôs a votação de projeto que anistia o chamado “caixa dois” em campanhas eleitorais. Num país sério os proponentes dessa vagabundagem teriam seus mandatos cassados. Não deixe de ler este post para entender a jogada. Compartilhe. Foto do site de O Globo
Por pouco esta noite não entrou para mais uma história de horror protagonizada pela cambada de vagabundos que povoa a Câmara de Deputados. Como foi noticiado retiraram da gaveta um projeto de lei já empoeirado cuja finalidade seria coibir o já denominado caixa 2, manobra comumente utilizada pelos larápios do Brasil na lavagem de dinheiro público para irrigar campanhas eleitorais e encher os bolsos de dinheiro roubado dos cofres públicos e empresas e agências estatais.

Ocorre que se esse projeto fosse aprovado - o que por pouco não aconteceu - estariam sendo anistiados todos - eu disse todos - os crimes de caixa 2 ocorridos antes da aprovação dessa lei. Por vias oblíquas e na tentativa de iludir a Nação, com supostos bons propósitos, na verdade os deputados estariam anistiando centenas de ladravazes do Brasil.

Em cima do laço e pela interveniência de alguns deputados, o projeto foi retirado da pauta.

Agora reparem bem. Com exceção do site O Antagonista, a maioria dos jornalistas fez corpo mole. Alguns dos grandes veículos de mídia sequer se manifestaram. E isso prova que continua em atuação grande complô cuja finalidade maior é detonar a Operação Lava Jato. E a maioria dos jornalistas da grande mídia faz parte dessa manobra espúria que tenta por todas as vias deixar tudo como está, ou seja, manter a ladroagem livre e solta.

Todavia, há ainda alguns Jornalistas com 'J' maiúsculo em veículos da grande mídia. Contam-se nos dedos, mas ainda existem colegas da estirpe de Merval Pereira, de O Globo. Tanto é que o artigo que Merval Pereira escreveu domingo em O Globo chegou a ser lido no plenário da Câmara na noite desta segunda-feira, como um libelo contra a manobra espúria dos deputados. Aliás, poucos foram os que se insurgiram contra esse golpe destinado a inocentar vagabundos. Sim, vagabundos. Esta é a qualificação mais educada para essa cambada de ladrões e imorais.

Transcrevo na íntegra o artigo de Merval Pereira publicado no último domingo, dia 18/09/2016: Leiam:

POR BAIXO DOS PANOS
Por Merval Pereira
Do site de O Globo
É provável que seja apresentado amanhã um projeto de lei criminalizando o Caixa 2 nas campanhas eleitorais, com o apoio de todas as legendas atuantes no Congresso, com a possível exceção do PSOL e da Rede.
A base do projeto é a medida 8 de combate à corrupção apresentada pelo Ministério Público de Curitiba sob o título “Responsabilização dos partidos políticos e criminalização do caixa 2”. Há duas versões do texto: uma que anistia explicitamente todos os crimes eleitorais cometidos anteriormente; e uma segunda, que tem mais chance de ter o consenso, que criminaliza o Caixa 2 para encerrar a discussão sobre se esse financiamento por fora da legislação eleitoral é ou não crime passível de punição mais rigorosa.
Os deputados consideram que não há clima político para uma anistia explícita, e estão em busca de um texto que represente uma espécie de “anistia moral” quando as delações premiadas das empreiteiras OAS e Odebrecht listem cerca de 100 parlamentares, de praticamente todos os partidos, que receberam financiamentos legalmente ou no Caixa 2.
Como consideram que será difícil separar o joio do trigo, os parlamentares querem especificar na nova lei o que é Caixa 2 para financiamento de campanha, separando do que seja propina, para fins pessoais ou do partido. Na verdade, o objetivo da medida é livrar os parlamentares da acusação de primeira instância, pois eles consideram que os Procuradores de Curitiba e o próprio Juiz Sérgio Moro criminalizam a política.
Também se preocupam com a chegada da ministra Carmem Lucia à presidência do STF. Conhecida por sua severidade, a ministra disse, em 2012, no julgamento do mensalão, o seguinte: “Acho estranho e muito grave que alguém diga, com toda tranquilidade, que ‘ora, houve caixa dois’ na tribuna do tribunal supremo do país como se fosse algo banal, tranquilo, que se afirma com singeleza. Caixa dois é crime; caixa dois é uma agressão à sociedade brasileira; caixa dois compromete, mesmo que tivesse sido isso, ou só isso; e isso não é só; e isso não é pouco! E dizer isto da tribuna do Supremo Tribunal, ou perante qualquer juiz, parece-me, realmente, grave, porque fica parecendo que ilícito no Brasil pode ser praticado, confessado e tudo bem. E não é tudo bem, tudo bem é estar num país, num Estado de Direito, quando todo mundo cumpre a lei”.
Há na Justiça Eleitoral uma disputa de entendimentos sobre se o Caixa 2 é crime, ou apenas uma infração eleitoral. No artigo 350 do Código Eleitoral está dito que é crime “Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais”.
Muitos juízes interpretam esse texto como a definição do crime do Caixa 2, mas outros consideram que não está tipificado aí o crime. Se o Congresso aprovar um projeto de lei sobre o assunto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai ter que se definir sobre a questão, e é o que os parlamentares querem, pois a partir da nova lei, a punição não poderá retroceder.
A discussão sobre se o Caixa 2 é crime ou não tem base no Artigo 1º do Código Penal, segundo o qual “Não há crime sem lei anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal”. Se vencerem o debate sobre o artigo 350 do Código Eleitoral, os parlamentares estarão protegidos sem nem mesmo precisarem explicitar uma anistia.
Mas ficarão suspeitos de estarem agindo para proteção mútua, conforme conversa gravada do senador Romero Jucá com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado:  
Machado
Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel (Temer).
Jucá
(concordando) Só o Renan que está contra essa p****. Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, p****.
Machado
É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.
Jucá
Com o Supremo, com tudo.
Machado 
Com tudo, aí parava tudo.
Jucá 
É. Delimitava onde está, pronto.
Machado
Parava tudo. Ou faz isso... 

http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2016/09/sob-pressao-camara-suspende-votacao-de.html

Domingos Montagner - Mensagem às Familias

terça-feira, 20 de setembro de 2016


Temer imita Venezuela e edita medida para importar dinheiro impresso no exterior


Em uma medida que significará aumento da inflação, o presidente Michel Temer editou a Medida Provisória 745/2016 hoje (16) para permitir que o Banco Central importe papel moeda e moeda metálica, ou seja, notas e moedas de real, fabricados fora do Brasil por fornecedores estrangeiros. De acordo com a medida, a intenção é “abastecer o meio circulante nacional”, na medida em que haveria “inviabilidade ou fundada incerteza quanto ao atendimento, pela Casa da Moeda do Brasil, da demanda por meio circulante ou do cronograma para seu abastecimento”, o que caracterizaria uma “situação de emergência”.
A medida é a mesma que o ditador socialista da Venezuela, Nicolás Maduro, adotou após a Casa da Moeda local não conseguir imprimir dinheiro suficiente para alimentar a ditadura venezuelana. No caso da Venezuela, a inflação causada pela impressão desenfreada de dinheiro feita pelo estadolevou o governo a ficar sem dinheiro para pagar a impressão do próprio dinheiro no exterior.
A medida de Temer ainda precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado, mas já possui força de lei.


http://www.ilisp.org/noticias/temer-imita-venezuela-e-edita-medida-para-importar-dinheiro-impresso-no-exterior/

Vejam a diferença 'gritante' entre um político honesto e outro corrupto