sexta-feira, 17 de abril de 2015

Marina Silva: Menos gente protestando nas ruas pode significar aumento da desesperança

Julio Severo
Marina Silva, que foi ministra do meio-ambiente no governo de Lula, divulgou uma nota de apoio às manifestações no domingo, 12 de abril, e comentou o fato de um número menor de pessoas protestaram, em comparação com os protestos muito maiores do dia 15 de março. “Menos gente nas ruas não significa menor insatisfação; ao contrário, pode até significar um aumento da desesperança,” escreveu Marina em seu Facebook, conforme a revista Istoé.
Ela também disse que “o represamento de uma revolta… pode retornar mais forte depois de algum tempo.”
Marina, que disputou as eleições presidenciais no ano passado, assume, ao mesmo tempo, duas visões antagônicas. Ela tem um histórico de longa data de militância no PT e em causas esquerdistas e ambientalistas.
Em contraposição, ela também professa, desde o final da década de 1990, a religião evangélica, que lhe rendeu o apoio oficial, na última eleição, desde de neopentecostais excêntricos como Valnice Milhomens e Renê Terra Nova até de tradicionais não menos excêntricos como Caio Fábio, Ricardo Gondim, Ed René Kivitz e Danilo Fernandes (do Genizah).
Embora profecias tenham sido dadas em favor da vitória dessa coalizão evangélica excêntrica em favor de Marina, ela não viu nenhum cumprimento. Isso, porém, não a impediu de permanecer fiel à visão esquerdista.
Quando, num debate televisivo da eleição passada, o candidato Levy Fidelix foi condenado por Dilma Rousseff e Aécio Neves que rotularam suas opiniões pró-família como “homofóbicas,” Marina prontamente se juntou a Dilma e Aécio, dizendo, como representante do Partido Socialista Brasileiro, sobre as opiniões de Fidelix: “homofóbicas e inaceitáveis em quaisquer circunstâncias.”
Não importa, pois, se os protestos anti-Dilma, apoiados amplamente por Marina e Aécio, são grandes ou pequenos. Tanto Aécio quanto Marina, em seu socialismo que facilita e protege a expansão da tirania homossexual, estão prontos para assumir o lugar de Dilma se o povo brasileiro, em seu descontentamento, prosseguir protestando contra a má economia e corrupções.
Só o fato de Marina e Aécio terem lugar de proeminência nos protestos indica que não existe nenhuma resistência de natureza antimarxista nos protestos e que se um deles ou outro da mesma espécie substituir Dilma, a economia pode ou não melhorar, mas quem ousar defender a família contra a agenda gay continuará sendo condenado por Aécios, Marinas e Dilmas.
No caso de Marina, a vergonha é maior. Ela, como evangélica, tinha a obrigação de ser diferente e melhor do que Dilma e Aécio. Mas, como personalidade importante em eventos da Teologia da Missão Integral (que é a versão protestante da marxista Teologia da Libertação), conscientemente ou não ela acaba mostrando que sua Teologia da Missão Integral é um grande ajuda para a ideologia de Dilma e Aécio, inclusive nas questões homossexuais.
Se Dilma e Aécio caírem, Marina está pronta para ocupar o espaço.
Com informações da revista Istoé.
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